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	<title>Arquivos Saúde emocional - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Sem dor&#8230;</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/06/10/sem-dor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 13:52:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim. &#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você. &#8211; Então porque eu deveria fazer isso? &#8211; Porque não? &#8211; Porque vai doer oras! &#8211; E daí? &#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;? &#8211; A vida é só prazer? &#160; A dor é uma sensação difícil de ser encarada, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/10/sem-dor/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sem dor&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim.</p>
<p>&#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você.</p>
<p>&#8211; Então porque eu deveria fazer isso?</p>
<p>&#8211; Porque não?</p>
<p>&#8211; Porque vai doer oras!</p>
<p>&#8211; E daí?</p>
<p>&#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;?</p>
<p>&#8211; A vida é só prazer?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dor é uma sensação difícil de ser encarada, tendemos a fugir dela e das coisas que podem nos causar dor. Embora útil a fuga nem sempre é a melhor solução e, por vezes, precisamos aprender a enfrentar a dor.</p>
<p><span id="more-5437"></span></p>
<p>Sentimos dor de duas formas diferentes. A primeira delas é uma lesão direta em algum tecido, como um corte em nossa pele, por exemplo. A segunda forma é o que chamamos de &#8220;dor emocional&#8221;, uma sensação de dor causada por uma contratura da musculatura que nos lembra a dor. As duas formas de dor não precisam ocorrer ao mesmo tempo e é possível ter a sensação de dor enquanto lesão e deixar de lado a dor emocional, este é um aprendizado comum para praticantes de yoga.</p>
<p>Esta distinção é importante porque a reação que temos em relação a dor pode ser igual para ambos os tipos de dor. Enquanto é útil, por exemplo, tirar a mão de uma chapa quente porque dói (e não vai adiantar nada manter a mão na chapa), a dor emocional é diferente.</p>
<p>Pode ser doloroso dizer para um conjugue que amamos que a relação com ele está ruim e que pode terminar caso não se faça nada para mudar a situação atual. Pode ser ainda mais doloroso se o conjugue concordar e dizer que sente o mesmo. Neste caso, não estamos falando da dor enquanto sensação de lesão nos tecidos, estamos falando em dor emocional. Para esta dor, para este estímulo, a fuga da dor não irá ajudar, ou se enfrenta a situação ou ela irá consumir a relação (gerando mais dor no futuro).</p>
<p>Em outro caso, no entanto, a fuga pode ser uma resposta adequada. Sair de perto de um (famoso) vampiro emocional, dando-lhe limites bem nítidos pode funcionar. Neste caso, &#8220;lidar&#8221; com a situação é diferente do primeiro. Dependendo de quem é o vampiro e de seu lugar em nossas vidas simplesmente sair de perto dessa pessoa pode ser considerado uma reação adequada e a dor emocional causada pela relação com ele, aliviada.</p>
<p>Saber quando enfrentar a dor não é, apenas, uma questão de coragem. É importante avaliar se, de fato, vale a pena enfrentar a situação ou se simplesmente sair de perto dela pode ser uma solução viável. Em relação a fuga, eu parto de uma pergunta simples: é sustentável a decisão de evitar a situação?</p>
<p>Para responder esta pergunta é importante saber do que estamos fugindo ou o que estamos evitando. Então, evitar falar com uma pessoa bêbada na rua que resolveu nos atormentar e que, provavelmente, nunca mais vamos ver na frente, pode ser uma decisão sábia. O mesmo ponto se torna mais complicado se o &#8220;bêbado&#8221; é seu irmão ou pai, com quem você terá que lidar mais tarde. Nesse exemplo, o que está sendo evitado é a pessoa.</p>
<p>Porém, ainda no mesmo exemplo, podemos focar no comportamento de dar limites. Se tenho problema em dar limites para pessoas abusivas ou intrusivas falar com o bêbado e aprender a dar limites a ele pode ser uma decisão mais interessante do que simplesmente fugir dele, porque preciso desse aprendizado para outras situações. Perceber do que estamos fugindo e verificar se poderemos fugir disso sempre sem consequências para nós é um critério que nos ajuda nesse momento, lembrando sempre que embora fugir da dor seja algo viável, nem sempre é a melhor solução.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Raiva que cala</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/04/22/raiva-que-cala/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2016 12:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo mais&#8230; &#8211; O que você não consegue? &#8211; Ah Akim&#8230; viver sabe? Essa situação já deu o que tinha que dar. &#8211; O que ainda falta, que é algo que você não faz? &#8211; Não sei, o que? &#8211; Pense&#8230;está no começo ainda da situação e você já está&#8230; &#8211; Falar? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/04/22/raiva-que-cala/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Raiva que cala</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo mais&#8230;</p>
<p>&#8211; O que você não consegue?</p>
<p>&#8211; Ah Akim&#8230; viver sabe? Essa situação já deu o que tinha que dar.</p>
<p>&#8211; O que ainda falta, que é algo que você não faz?</p>
<p>&#8211; Não sei, o que?</p>
<p>&#8211; Pense&#8230;está no começo ainda da situação e você já está&#8230;</p>
<p>&#8211; Falar? Brigar?</p>
<p>&#8211; Sim!</p>
<p>&#8211; Ai&#8230; para mim é difícil mesmo&#8230; eu não gosto disso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas reclamam da raiva, desejam não sentir esta emoção e acham que ela é sempre prejudicial. Porém, não expressar raiva, pode levar à depressão e outros transtornos você sabia disso?</p>
<p><span id="more-5305"></span></p>
<p>Raiva é uma emoção que visa a proteção do organismo. Quando sentimos raiva é porque entendemos que estamos sendo violados de alguma maneira ou prejudicados em alcançar o nosso bem-estar. Surge, então esta emoção que desencadeia no corpo a resposta de luta e fuga, mobilizando os músculos para a ação e a mente para ser objetiva e rápida.</p>
<p>No entanto, a raiva pode ser destrutiva muitas vezes. Podemos nos enraivecer por algo &#8220;pequeno&#8221; ou sermos demasiado raivosos. Ela, também, pode ser expressa de maneira a &#8220;destruir&#8221; aquilo ou aquele que interfere com a nossa felicidade e, nem sempre, esta expressão é necessária. Por este motivo, o ser humano aprendeu a ter medo da raiva.</p>
<p>Outra concepção socialmente aceita é de que a raiva é algo intrinsecamente ruim. Esta percepção confunde o potencial destrutivo da raiva com a sua essência. A raiva, em si, não é destruição, mas sim proteção, porém, como a destruição faz parte do seu repertório, algumas pessoas e crenças acham que a raiva é apenas isso e a &#8220;proíbem&#8221; enquanto emoção possível.</p>
<p>Existe, também, a dinâmica familiar que inibe a raiva. Algumas famílias seja por crença, convivência ou medo acabam proibindo-se de sentir raiva de seus membros. As pessoas dessas famílias não se permitem sentir ou expressar a raiva de algo que as incomoda de nenhuma maneira. Com isso, em geral, ou adoecem ou manifestam a emoção de maneiras alternativas que são mais prejudiciais que a raiva propriamente dita.</p>
<p>A raiva contida e não expressa exige comportamentos de fuga e esquiva que se mostram inadequados ao longo do tempo. Assim, ao invés de confrontar a situação a pessoa passa a esquivar-se da resolução da situação, ou seja, sem resolver o motivo causador da raiva. Como a função primeira da raiva é proteção, esquivar-se da resolução significa manter-se sendo prejudicado ou sendo privado de algo importante para a sua saúde mental.</p>
<p>Esta estratégia, ao longo do tempo pode se transformar em depressão, visto que a exposição, em demasia, à uma situação que a pessoa se omite de reagir, lhe causa dano e o que o psicólogo americano Martin Seligman, chama de &#8220;desamparo aprendido&#8221;, ou seja, a situação em que a pessoa &#8220;aprende&#8221; que &#8220;não há nada para fazer&#8221; e, com isso, deprime.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Culpa e Responsabilidade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/04/18/culpa-e-responsabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 10:37:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não quero saber disso. &#8211; Porque não? &#8211; Não quero ficar me sentindo culpado entende? &#8211; Sim, mas de que maneira sentiria-se assim? &#8211; Ah, eu não fiz e daí ficam me culpando. &#8211; Bem, se você precisava fazer e não fez, o que está &#8220;plantando&#8221;? &#8211; Tá&#8230; eu sei que eu precisava &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/04/18/culpa-e-responsabilidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Culpa e Responsabilidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não quero saber disso.</p>
<p>&#8211; Porque não?</p>
<p>&#8211; Não quero ficar me sentindo culpado entende?</p>
<p>&#8211; Sim, mas de que maneira sentiria-se assim?</p>
<p>&#8211; Ah, eu não fiz e daí ficam me culpando.</p>
<p>&#8211; Bem, se você precisava fazer e não fez, o que está &#8220;plantando&#8221;?</p>
<p>&#8211; Tá&#8230; eu sei que eu precisava fazer. Sei que agora vou ter que ficar um tempão correndo atrás e tal&#8230;</p>
<p>&#8211; Mas?</p>
<p>&#8211; Mas não quero sentir culpa!</p>
<p>&#8211; Porque não? Você já está se culpando&#8230; não precisa de ninguém para te dizer isso.</p>
<p>&#8211; É&#8230; na verdade é que eu sei que não está certo o que eu estou fazendo.</p>
<p>&#8211; Hora de sentir culpa, então, e decidir fazer diferente. Porque é tão difícil se tornar responsável pela sua vida?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É comum, na nossa linguagem, utilizarmos a palavra responsabilidade como sinônimo de culpa, no entanto, essas palavras se referem à experiências emocionais distintas e é importante compreender esta diferença. Você sabe como distinguir?</p>
<p><span id="more-5259"></span></p>
<p>Responsabilidade é a habilidade de ser responsável, ou seja, de ter resposta para uma determinada tarefa ou de ter dado resposta à uma tarefa ou situação. Responsável é quem a &#8220;capacidade de&#8221; desempenhar algo e atingir um resultado específico.</p>
<p>Pais, por exemplo, tornam-se automaticamente responsáveis por seus filhos. No entanto, em alguns casos tristes, quando estas pessoas não conseguem desempenhar adequadamente a sua função elas podem perder a guarda sobre suas crianças. Neste cenário, os pais não são culpados, eles apenas não são suficientemente responsáveis &#8211; ou seja, capazes &#8211; de tomar conta de uma criança. Não necessariamente eles são presos, apenas perdem o direito à guarda.</p>
<p>A responsabilidade, então, tem a ver com a maneira pela qual percebemos os desafios de nossa vida, os desejos que temos e como reagimos à eles buscando através da competência que temos ou que precisamos adquirir,  atingir as metas e vencer os desafios. Não há nada &#8220;errado&#8221; na pessoa não conseguir isso, ela, apenas, não conseguiu, irá sofrer uma perda eu não ter um determinado ganho, mas não se pode dizer, especificamente que ela está &#8220;errada&#8221; em um sentido moral, pois a responsabilidade tem a ver com a competência.</p>
<p>Já a culpa é diferente, a culpa tem a ver com um sistema de crenças e moral que avalia os atos e os classifica em certos e errados, não de acordo com o resultado, mas sim com a moral vigente. Assim, por exemplo, temos que roubar é errado. Quando a pessoa rouba, não importa se foi para apaziguar a fome ou para comprar um iate, ela errou, portanto é culpada do ato. A confusão entre culpa e responsabilidade se dá porque, para ser culpada, a pessoa também deve ser capaz de executar o ato. Se ela é culpada por ter roubado é porque tem a capacidade de roubar.</p>
<p>Porém emocionalmente é muito diferente a sensação de culpa e de capacidade. Sentir-se &#8220;capaz de&#8221; e &#8220;culpado de&#8221; são sensações distintas. Quando a pessoa se diz culpada, entende que está fazendo algo errado ou que ela é errada &#8211; muito comum em pessoas com baixa auto estima. Esta percepção faz com que ela busque punição ou auto comiseração e não uma mudança de comportamento, por exemplo.</p>
<p>Em muitos atendimentos preciso trabalhar com a pessoa esta &#8220;limpeza moral&#8221;, ou seja, ajudá-la a perceber que está tendo resultados negativos em sua vida não porque é errada ou está fazendo &#8220;errado&#8221;, mas sim porque suas atitudes levam ao resultado não desejado. Retirar a culpa neste momento é fundamental para direcionar a atenção ao que realmente importa: a relação entre comportamento e resultado, a compreensão da responsabilidade.</p>
<p>A culpa, no entanto, também ocorre no campo emocional. É quando a pessoa faz algo (responsabilidade) que viola o seu sistema de crenças de certo-errado (culpa). Nesta situação é benéfico sentir culpa, porém, a culpa tem uma função específica dentro do campo emocional e psicológico: servir como um intenso e poderoso sinal de mudança de atitude. Em outras palavras, a culpa que dura até 30 minutos é benéfica no sentido de ajudar a pessoa a repensar o que fez e tomar a decisão de nunca mais fazer, não é necessário mais que isso para tomar essa decisão. A culpa que se arrasta por dias é destrutiva.</p>
<p>Muitas vezes a culpa pode se transformar em outras emoções que devem ser experienciadas em sua plenitude para que possam limpar o sistema psíquico. Nesta situação é saudável quando uma culpa é processada e, depois, a pessoa fica uns dias triste, por exemplo, pela perda que teve com sua atitude. Ao final de alguns dias ela se recupera e segue sua vida, num belo processo de aprendizado, mais sábia e consciente. Este tipo de ocorrência é saudável, diferente de uma pessoa que carrega anos uma dor e uma tristeza que nunca tem fim, por uma culpa mal empregada ou mal resolvida.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Culpa</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/04/15/culpa-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 18:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Administração das emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não vejo porque deveria me sentir culpado. &#8211; Não vê? &#8211; Não. &#8211; Mas sente? &#8211; Sim. &#8211; O que será que te permite sentir isso, então? &#8211; Não se deve sentir culpa sabe? Ela só atrapalha as coisas. &#8211; De que forma ela atrapalha? &#8211; Ah, te faz não fazer coisas, ou &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/04/15/culpa-2/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Culpa</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não vejo porque deveria me sentir culpado.</p>
<p>&#8211; Não vê?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Mas sente?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; O que será que te permite sentir isso, então?</p>
<p>&#8211; Não se deve sentir culpa sabe? Ela só atrapalha as coisas.</p>
<p>&#8211; De que forma ela atrapalha?</p>
<p>&#8211; Ah, te faz não fazer coisas, ou sentir mal depois de fazer.</p>
<p>&#8211; Sim e porque isso &#8220;atrapalha&#8221; &#8220;as coisas&#8221;?</p>
<p>&#8211; Porque daí você não fazer o que quer.</p>
<p>&#8211; E o que tem de mal em não fazer sempre o que se quer?</p>
<p>&#8211; Nossa Akim!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Procuramos fugir da culpa, não sentir culpa e arranjar discursos para que esta emoção nunca esteja presente em nossas vidas sob a falsa acusação de que é a culpa quem atrapalha nossas vidas. Qual o lado bom da culpa?</p>
<p><span id="more-5084"></span></p>
<p>A emoção de culpa durante um bom tempo foi acusada de ser o grande mal da sociedade. Inúmeros autores e cursos foram ministrados afim de exterminar esta sensação dolorosa que nos prende em ideias retrógradas sobre o mundo e como as coisas devem ser. Libertação era a palavra da hora, libertar-se das amarras de culpas que não são suas e ir de encontro ao seu destino.</p>
<p>Nada contra, concordo que a culpa é uma emoção que pode ter suas origens em &#8220;mandamentos&#8221; que não servem bem a pessoa. Muitas das pessoas que atendi carregavam a emoção de culpa colocando-a como a emoção de base em relacionamentos afetivos e isso tornava as relações muito dolorosas e a vida insuportável.</p>
<p>Porém a culpa nem sempre é um problema, muitas vezes ela é a salvação. A emoção de culpa remete à um ato que vai contra aquilo que pregamos. Daí o problema que foi tão atacado nos anos 70: a culpa que se falava naquele momento era em relação à um conjunto de valores morais e religiosos que não eram mais aceitos por toda a população. Sendo assim, precisávamos nos livrar &#8211; não da culpa &#8211; mas sim do apego aos valores que geravam a culpa e impediam pessoas de viver vidas diferentes do &#8220;script&#8221; social da época ou vivê-lo com culpa.</p>
<p>No entanto, o que fazer quando os valores que são feridos são os nossos próprios valores? Ou seja, se cometo um ato que vai contra o que entendo como melhor para mim e percebo o dano que isso me causa, porque não me sentir culpado? Ou ainda, ao cometer uma infração que no momento achei ser tranquila, mas, depois sob a ótica de um terceiro percebi que era algo inadequado, porque não sentir a culpa?</p>
<p>A emoção vem, justamente, para marcar &#8211; com ferro e fogo &#8211; este deslize. A culpa marca o ato e o momento em que ele foi cometido. Se a pessoa usa a culpa como a emoção que fará sua mente e comportamento se organizarem diferentemente na próxima vez a culpa terá sido adequada e produtiva. A decisão de agir diferente e a maneira de agir pode sim, ser decididas de antemão. A decisão aumenta &#8211; exponencialmente &#8211; a probabilidade do novo comportamento acontecer.</p>
<p>Assim, de certa maneira, quem não deseja sentir culpa nunca, não sabe direito o que quer. Nossas convicções são limites e quando os ferimos precisamos de uma emoção que nos informe sobre isso e organize o comportamento futuro, esta emoção é a culpa.</p>
<p>Culpar-se é prejudicial quando o sistema de valores que usamos não é o nosso ou nos causa mal. Além dessa situação a culpa é mal empregada quando a pessoa exagera na intensidade da emoção e passa longos períodos culpando-se. Esses dois empregos da culpa, no entanto, fazem parte, geralmente de um padrão de personalidade que também precisa ser revisto pela pessoa. Dito isto, culpar pode ser muito positivo. Abram alas.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Higiene do self</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/10/14/higiene-do-self/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 10:51:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não aguento mais, preciso mudar logo isso Akim. &#8211; Ok&#8230; gostaria que você respirasse um pouco. &#8211; Eu não consigo&#8230; estou muito ansioso. Como vou ter um emprego assim? &#8211; Tem muita gente super estressada com emprego muito bom. Vamos respirar um pouco? &#8211; Ai tá bom&#8230; (A pessoa respira um pouco, mostrando &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/10/14/higiene-do-self/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Higiene do self</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não aguento mais, preciso mudar logo isso Akim.</p>
<p>&#8211; Ok&#8230; gostaria que você respirasse um pouco.</p>
<p>&#8211; Eu não consigo&#8230; estou muito ansioso. Como vou ter um emprego assim?</p>
<p>&#8211; Tem muita gente super estressada com emprego muito bom. Vamos respirar um pouco?</p>
<p>&#8211; Ai tá bom&#8230;</p>
<p>(A pessoa respira um pouco, mostrando ansiedade)</p>
<p>&#8211; Continue respirando&#8230; e enquanto você respira&#8230; quero que faça uma imagem na sua mente disso que quer mudar.</p>
<p>&#8211; Ok.</p>
<p>&#8211; Quero que olhe para essa imagem e continue respirando&#8230; nessa respiração quero que a cada exalação você deixe esta tensão sair de você.</p>
<p>&#8211; Ok&#8230;</p>
<p>(ela faz isso durante um tempo, abre os olhos e diz que está mais calma, continuo)</p>
<p>&#8211; Muito bom&#8230; agora, olhando para isso, quero que você pense em como se relacionar com essa característica de maneira amigável.</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; Eu consigo fazer isso.</p>
<p>&#8211; Ótimo&#8230; agora me responda&#8230; em que tipo de contexto ela pode ser útil, talvez com algumas alterações no como executá-la.</p>
<p>&#8211; Ela pode ser útil&#8230; eu sei&#8230; obrigada.</p>
<p>&#8211; Não há de que&#8230; agradeça a você mesma também e à essa parte sua.</p>
<p>&#8211; Pode deixar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mudança, evolução, superar traumas, deixar o passado para trás. Essas são as palavras da ordem no universo da terapia e auto ajuda hoje. Porém, é sempre necessário &#8220;limpar&#8221; traumas, problemas e o nosso passado?</p>
<p><span id="more-4532"></span></p>
<p>Na minha opinião o que se tem criado nesses dias é uma cultura de &#8220;higiene do self&#8221;. Nada que esteja fora daquilo que se considera &#8220;higiênico&#8221; ou &#8220;saudável&#8221; tem lugar para existir. Então, chegam os clientes no meu consultório querendo &#8220;apagar&#8221; esta ou aquela memória, &#8220;romper&#8221; com determinado comportamento ou simplesmente &#8220;ser&#8221; outra pessoa &#8211; &#8220;quero me reinventar e ser uma pessoa nova&#8221;.</p>
<p>A tônica da &#8220;limpeza&#8221; é o que me preocupa. Porque? Pelo fato de que ela não é adequada e, em várias situações, contra produtiva. Por exemplo, se eu percebo algo que não gosto na minha auto imagem, tenho que mudar isso não tenho? Nem sempre. &#8220;Gostar&#8221; não é um critério sempre adequado para uma mudança. E se não for &#8220;saudável&#8221;, depende do que a pessoa chama de &#8220;saudável&#8221;.</p>
<p>O problema que percebo na &#8220;limpeza do self&#8221; é que os critérios empregados para limpar algo são muito simplistas. Baseiam-se apenas no &#8220;gosto&#8221;, em geral, ou em não enfrentar algo que a pessoa não gosta em si ou que teme. Assim o desejo de limpeza é justificado. Akim, você não considera que eu deva limpar de mim algo que temo? Não, nem sempre. Porque não aprender com aquilo, por exemplo? Medo em sua maioria das vezes é, simplesmente, uma falta de competência para lidar com uma situação ou então uma supervalorização do possível resultado negativo que isso pode lhe trazer. O mesmo vale para todas as emoções ditas negativas &#8211; classificação que eu, particularmente, tenho repulsa.</p>
<p>O caso da auto estima, por exemplo. Na cultura higiênica existe uma simplificação da auto estima como a capacidade de gostar de tudo em mim. Fala-se apenas em alta ou baixa auto estima. Esta percepção é, por demais, simplória. Estimar, que é o ato de dar valor, está muito além de dar um valor alto ou baixo. Posso dar o valor de &#8220;querido&#8221;, por exemplo. Posso dar o valor de &#8220;tenho que cuidar&#8221;. Isso são tipos de valores e influenciam a auto estima. Daí que se vou apenas por uma lógica de limpeza eu preciso fazer cortes que além de serem desnecessários, muitas vezes criam mais problemas do que soluções.</p>
<p>Digamos, que eu estou me vendo gordo. A ética da limpeza do self me diz que eu tenho que melhorar logo isso. Limpar, corrigir, ir além. Isso, em geral, gera uma sensação de inadequação na pessoa. Ela começa a brigar contra a sua característica e emprega o discurso segundo o qual ela precisa melhorar aquilo para ter uma boa auto imagem e, por conseguinte, uma boa auto estima. Como vou me valorizar me achando gordo? A pessoa pergunta. Bem, com a lógica atualmente em voga, você realmente não consegue.</p>
<p>Porém, se você for ousado, pode-se perguntar: porque não me valorizar estando gordo? Por exemplo: olho para mim gordo, percebo a gordura em minha cintura, peito e coxas, percebo a falta de tônus na minha musculatura e talvez até alguns problemas de saúde ocasionados por isso. Porque não posso me valorizar assim? Tenho que estar em boa forma e boa saúde para me valorizar ou isso é o resultado do fato de eu me valorizar?</p>
<p>Posso sim, olhar para mim nessa situação e me dar o seguinte valor, por exemplo: &#8220;quero cuidar de mim&#8221;, &#8220;mereço sentir saúde em mim&#8221;. Isso também são tipos de valores. Isso influencia a auto estima e não são necessárias mudanças, nem limpezas de traumas passados e nem nada. Apenas aceitar amar-se tal como é. E, sempre importante ressaltar, amar não significa manter do jeito que está. Ao desejar dar ao que vejo o valor &#8220;mereço me cuidar&#8221; vou manter-me sempre me cuidando em várias áreas de minha vida e isso é o meu ato de amor.</p>
<p>Minha mensagem ao leitor é: calma. Não se apresse querendo mudar e nem se exija mudanças. Não tome como ponto de partida o final de uma jornada. Aprenda a olhar para o que você é hoje, do jeito que está e amar isso que é com tudo o que você considera ruim ou negativo. Auto estima tem a ver com isso também. É dar valor ao que vejo de mim e não com o que &#8220;deveria ver em mim&#8221;. Aprenda a se dar vários tipos de valor e verá como isso irá aumentar a sua auto estima e melhor, torná-la mais rica.</p>
<p>O efeito colateral é criar uma sensação de paz interna. Uma ausência da pressa que temos hoje em dia de ser sempre melhor. A ausência desta pressão, ao contrário do que se pensa, não cria comodismo, mas sim cria espaço para que a pessoa consiga executar as mudanças que realmente são importantes para ela. Não se apresse, acalme-se, valorize o que há e isso será o seu substrato para novas mudanças crescerem e para as velhas assumirem novos lugares na gigantesca e rica floresta que é o seu mundo interno.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2013 13:25:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Tenho muita raiva dela! &#8211; Eu imagino. &#8211; Como é que pode a pessoa sempre passar a perna em outra! &#8211; Pois é&#8230; na verdade eu fico me perguntando como que uma pessoa consegue se permitir levar a pior toda a vez?! &#8211; (Silêncio) Tá&#8230; o que você quer dizer com isso? &#8211; Simples: &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/05/03/defesa/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Defesa</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Tenho muita raiva dela!</p>
<p>&#8211; Eu imagino.</p>
<p>&#8211; Como é que pode a pessoa sempre passar a perna em outra!</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; na verdade eu fico me perguntando como que uma pessoa consegue se permitir levar a pior toda a vez?!</p>
<p>&#8211; (Silêncio) Tá&#8230; o que você quer dizer com isso?</p>
<p>&#8211; Simples: para toda vez que ela te passou a perna, teve você aceitando estar com ela novamente.</p>
<p>&#8211; O que eu deveria fazer?</p>
<p>&#8211; O que, de fato?</p>
<p>&#8211; Eu não consigo dizer &#8220;não&#8221; para ela sabe?</p>
<p>&#8211; Sei&#8230; daí que você não se defende dela adequadamente não é mesmo?</p>
<p>&#8211; É&#8230; e eu sei o que ela vai fazer&#8230; quer dizer o que ela quase sempre faz&#8230;</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; Daí você vai e diz para ela que &#8220;ganhou uma bolada&#8221; o seu bônus pelo trabalho que você fez e ela rapidinho vai fazer você usar o seu dinheiro para pagar as contas dela&#8230;</p>
<p>&#8211; É&#8230; tenho que aprender a dizer o &#8220;não&#8221;.</p>
<p>&#8211; Exato!</p>
<p>&#8220;Defender-se&#8221; é uma atitude básica de sobrevivência emocional. Às vezes pode parecer rude, mas quando olhamos à longo prazo rapidamente percebemos que é, na verdade, algo simples e fundamental puro &#8220;bom-senso&#8221;.</p>
<p>Defender-se é preciso pois não são todos que pensam exatamente o mesmo que nós. Nada de errado com as diferenças, porém o fato é que algumas diferenças podem nos causar danos &#8211; de forma direta ou indireta &#8211; e, por esta razão é importante saber como nos abrir e onde &#8211; ou com quem &#8211; nos abrir. Nos defender significa saber o que é importante para nós e saber como manter o que é importante para nós através dos nossos comportamentos. É uma atitude ativa que envolve responsabilidade pela nossa saúde emocional.</p>
<p>O caso que relatei acima é um simples &#8220;dizer não&#8221;. A pessoa pode passar sem dizer o &#8220;não&#8221;, a conseqüência, no caso dela, é que depois que realizava a &#8220;ajuda&#8221; ela sentia-se como uma otária. O que não era de se admirar, pois a pessoa nunca agradecia e, mais tarde até debochava da sua ajudadora. Quando passou a dizer o &#8220;não&#8221; sentiu-se mais auto-confiante e &#8220;dona-de-si&#8221;. Aprendeu a se defender desta e de outras pessoas que abusavam da sua &#8220;boa-vontade&#8221;. Aprendeu o valor que ser uma pessoa &#8220;boa&#8221;, &#8220;honesta&#8221; e &#8220;solicita&#8221; tem e passou a se relacionar com pessoas que sabem como valorizar isso, ao invés de viver com pessoas que queriam apenas sugar isso.</p>
<p>E você, está precisando defender-se de alguma situação?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Viste nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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