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	<title>Arquivos Auto conhecimento - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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	<lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2015 10:45:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Respeite suas dúvidas</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/06/01/respeite-suas-duvidas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 10:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não quero muito saber disso. Entendo. Não quer ou tem medo? É&#8230; tipo&#8230; sabe aquela coisa que você não sabe se quer saber? Sei sim. Então&#8230; eu fico me perguntando se estou no caminho certo, mas não sei direito. Tem medo de descobrir que não? É&#8230; tipo&#8230; medo, na verdade, de ver que joguei boa &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/06/01/respeite-suas-duvidas/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Respeite suas dúvidas</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/download-20.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3204" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/download-20.jpg" alt="download (20)" width="272" height="185" /></a></p>
<ul>
<li>Não quero muito saber disso.</p>
</li>
<li>
<p>Entendo. Não quer ou tem medo?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; tipo&#8230; sabe aquela coisa que você não sabe se quer saber?</p>
</li>
<li>
<p>Sei sim.</p>
</li>
<li>
<p>Então&#8230; eu fico me perguntando se estou no caminho certo, mas não sei direito.</p>
</li>
<li>
<p>Tem medo de descobrir que não?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; tipo&#8230; medo, na verdade, de ver que joguei boa parte de minha vida fora.</p>
</li>
<li>
<p>E não respondendo corre o risco de jogar a outra parte&#8230; será que não é uma pergunta que vale à pena?</p>
</li>
<li>
<p>Olhando por este viés&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas vezes queremos fugir das perguntas que nos veem à mente. Desejamos que elas não falem e nos incomodem. Enquanto lutamos contra elas gastamos uma boa dose de boa energia em coisas erradas. Ao invés de evitar as perguntas, porque não buscar compreendê-las? Em geral tememos as perguntas porque não buscamos compreendê-las. Tememos as respostas que podem trazer ou o que precisaremos fazer ao encontrar as respostas.</p>
<p>Algumas vezes nos fazemos perguntas num estilo &#8220;ou vai ou racha&#8221;, ou seja são perguntas cuja resposta é &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221; e elas, em geral, nos fazem ter medo da resposta. No entanto, poucas coisas na vida são radicias assim. Em geral estas perguntas falam de alguma coisa específica ou alguma outra reflexão que a pessoa deve aprofundar para compreender, verdadeiramente, qual a pergunta que deseja se fazer. Perguntas podem ser mal feitas e uma pergunta assim pode levar à problemas.</p>
<p>Assim sendo, o que fazer com nossas perguntas? Um dos primeiros pontos que busco tratar é compreender, verdadeiramente o significado da pergunta, ou seja, para que ela é importante? Porque esta pergunta e não outra? De que tema ela verdadeiramente está falando? Muitas vezes as pessoas projetam seus problemas e uma pergunta do tipo &#8220;será que meu casamento me faz feliz?&#8221; pode ser simplesmente uma projeção da certeza de que o seu trabalho não o está deixando feliz.</p>
<p>Compreender o tema e a importância da reposta (para que ela serve) nos guia para um fator importante quando nos fazemos uma pergunta: onde, realmente, queremos chegar. Saber que tipo de resposta desejamos nos leva a elaborar melhor as perguntas e encontrar soluções para nossos anseios. É no como faço a pergunta que reside o verdadeiro problema e não apenas na pergunta em si.</p>
<p>O que realmente responde as suas perguntas? Buscar compreender isso é buscar o significado como mencionei acima. A pergunta &#8220;Meu casamento me faz feliz?&#8221; Pode ter várias respostas e elas podem não responder a pergunta. Então um simples &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221;, por exemplo, pode não ser a resposta efetiva. Algumas vezes a pessoa quer outra coisa com a pergunta, esta do casamento, por exemplo, pode estar precisando de uma reposta sobre as escolhas da pessoa, assim uma pergunta mais adequada seria &#8220;escolhi bem minha relação?&#8221; e isso pode levar à &#8220;faço bem minhas escolhas?&#8221; que pode terminar, por fim em uma reflexão tal como: estou precisando viver minha vida de forma diferente, as escolhas que fiz não me servem inteiramente mais, então preciso de novas escolhas, horizontes desafios. E isso pode não ter nada a ver com a pergunta original.</p>
<p>Aprender a fazer esta progressão de profundidade no tema que se está trabalhando é fundamental para fazer boas perguntas, espero que este artigo tenha ajudado você com as suas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mundo interno</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/10/03/mundo-interno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2014 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Auto conhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe Akim&#8230; eu acho que eu estou com medo. Hum&#8230; o que te faz &#8220;achar&#8221; isso? Eu estou querendo algo, mas me sinto recuando, apreensivo com o que quero. Entendo, você sente que pode se ferir de alguma maneira se for atrás desse desejo? Sim. Me parece que o medo está &#8220;correto&#8221; e muito bem &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/10/03/mundo-interno/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Mundo interno</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/th.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2450" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/th.jpg" alt="th" width="222" height="300" /></a></p>
<ul>
<li>Sabe Akim&#8230; eu acho que eu estou com medo.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; o que te faz &#8220;achar&#8221; isso?</p>
</li>
<li>
<p>Eu estou querendo algo, mas me sinto recuando, apreensivo com o que quero.</p>
</li>
<li>
<p>Entendo, você sente que pode se ferir de alguma maneira se for atrás desse desejo?</p>
</li>
<li>
<p>Sim.</p>
</li>
<li>
<p>Me parece que o medo está &#8220;correto&#8221; e muito bem alocado. O que te faz achar que pode se machucar?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, eu já me envolvi antes, como você sabe&#8230; e foi muito difícil. Eu tenho um certo receio de relações&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Claro&#8230; vamos trabalhar com este medo então. Que bom que ele veio não é?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; eu me lembrei que você disse da última vez que era para eu ir com calma e ouvir meu medo&#8230; mas não deu naquele momento&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Que bom que agora está dando e você poderá, então, mudar isso em ti!</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aprender a criar contato com o &#8220;mundo interno&#8221; talvez seja uma tarefa árdua para muitas pessoas. Nem todos nós vivemos vidas que proporcionaram um desenvolvimento feliz e recompensador desta habilidade.</p>
<p>Quando o nosso desenvolvimento não proporciona os elementos adequados para que este contato seja bem sucedido, a pessoa pode desenvolver uma reação negativa ao que &#8220;vem de dentro&#8221; passando a negar ou desvalorizar aquilo que sente e que percebe. Obviamente esta é uma receita fácil para muitos problemas emocionais e até mesmo sociais, pois visto que nossas emoções influenciam a escolha de parceiros, delimitação de limites e o próprio desejo, não estar num contato fino com elas podem ocasionar em decisões mal tomadas.</p>
<p>Nestes casos não se pode forçar um contato, porque isso seria mais uma violência com a pessoa. É importante, antes disso que a pessoa entenda que é necessário este resgate e que a vida que viveu não é um determinante da vida que ela poderá levar. Sim, muitas vezes negar nosso mundo interior pode ser a saída para conseguirmos sobreviver emocionalmente, mas viver para sempre assim não é algo saudável e, com o passar do tempo e das experiências, em geral novas oportunidades de relações melhores se apresentam.</p>
<p>Com isto em mente aprender a reconhecer estados sensoriais como frio, fome, calor, dor e prazer é o primeiro passo. Embora possa parecer algo simples, quando se passa muito tempo negando o contato com nossa realidade interna estes elementos se tornam estranhos. Como fazê-lo? Da maneira mais simples e poderosa: a partir da experiência. E é muito interessante porque isso demora um pouco a ocorrer, a pessoa deve passar por mais de uma experiência de tomar um banho quente, por exemplo, para aprender a ter contato com o efeito disso nela. Não se trata de saber que a água esta quente, mas sim de sentir o calor e a sua repercussão no nosso corpo, no nosso estado de espírito.</p>
<p>O contato com a respiração e com o corpo é um segundo passo importante. O corpo é &#8220;onde&#8221; vivemos, ele é o responsável pelas sensações que temos do mundo, assim sendo, nosso contato com ele é fundamental. A respiração tem uma ligação direta para com nossas emoções e estados psíquicos, assim quanto mais uma pessoa aprende a respirar melhor seu contato com o mundo interno. Novamente não é uma questão de saber, mas sim de perceber e se entregar às sensações.</p>
<p>Aí, então, temos o substrato para que a pessoa consiga falar de suas emoções, percebê-las e poder, lentamente, a agir com elas ao invés de negá-las ou desvalorizá-las buscando sempre uma imagem &#8220;forte&#8221; &#8211; que melhor se traduz por fria &#8211; de quem nada sente ou que não precisa se importar com o que sente. É um caminho que envolve ansiedade e um pouco de angústia que vem quando emoções mais fortes ou mais enraizadas começam a ser tocadas, mas que também envolve a descoberta do prazer e a sensação de amizade com as próprias emoções o que gera uma sensação de &#8220;eu&#8221; mais coesa.</p>
<p>É, também, uma construção. As pessoas costumam usar o termo descoberta, mas eu prefiro o termo construção porque se trata não de descobrir o que há lá dentro, mas sim de como a pessoa irá reagir aquilo e o que ela vai fazer dali em diante. Ela constrói o seu próprio eu ao invés de simplesmente descobrir algo que já está lá dentro (quem teria colocado &#8220;aquilo&#8221; lá?). Assim além de um desbravador das próprias sensações a pessoa é, também e preferivelmente uma criadora de si. E este processo é lindo de se ver.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<item>
		<title>Auto-percepção</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/09/11/auto-percepcao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 10:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Então, fiz o exercício que você me pediu. &#8211; E aí, como foi? &#8211; Foi meio estranho até, eu fui eu mesmo do jeito que eu sou e fiquei olhando para as pessoas depois que eu agia. &#8211; Isso, muito bom e o que você percebeu? &#8211; Fui vendo que a maneira que eu &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/09/11/auto-percepcao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Auto-percepção</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Então, fiz o exercício que você me pediu.<br />
&#8211; E aí, como foi?<br />
&#8211; Foi meio estranho até, eu fui eu mesmo do jeito que eu sou e fiquei olhando para as pessoas depois que eu agia.<br />
&#8211; Isso, muito bom e o que você percebeu?<br />
&#8211; Fui vendo que a maneira que eu falo com as pessoas é o mesmo jeito que eu não gosto no meu pai! Foi muito estranho perceber isso.<br />
&#8211; Hum, muito bom hein?<br />
&#8211; É&#8230; não sei se foi bom, foi estranho.<br />
&#8211; Claro, é normal sentir estranheza num momento como esse. A percepção foi muito diferente da imagem que você tinha de você?<br />
&#8211; Sim. Nunca pensei que eu falava daquele jeito. Agora entendo porque minha namorada fica magoada comigo de vez em quando.<br />
&#8211; Perfeito, agora me diga o que você quer fazer com isso?</p>
<p>Perceber o nosso comportamento, pensamento, emoções e suas consequências é o primeiro passo para a mudança.<br />
O trabalho de auto-percepção é um fundamento para qualquer tipo de terapia. Seja o foco o comportamento, os pensamentos ou as emoções é necessário perceber o que acontece conosco e como acontece antes de poder realizar alguma mudança e, muitas vezes, perceber que não existem mudanças a serem feitas.</p>
<p>Como se faz isso?</p>
<p>Existem várias formas para melhorar a sua auto-percepção dependendo do que você quer perceber. Então, o primeiro passo é dar um foco: sobre o que você quer prestar atenção? Um comportamento? Um dado tipo de emoção? Um pensamento? Como você reage à um determinado tipo de situação? O efeito que você causa nos outros com o seu jeito de falar, de andar ou de olhar? A pessoa pode escolher focos muito simples como a sua respiração, que é o que se faz em meditação, por exemplo: ela foca a sua atenção em perceber os movimentos do seu corpo enquanto respira, não faz críticas e nem julgamentos, apenas descreve para si mesma o que está percebendo. Este é o segundo ponto: seja descritivo sem elaborar julgamentos sobre o que está percebendo, não procure mudar ou adaptar o comportamento faça tal como ele é e descreva para si o que percebe.</p>
<p>Uma vez que determine o foco &#8211; o &#8220;o que&#8221; &#8211; é importante passar à prática. Se você quer perceber um comportamento seu, coloque-se em situações nas quais ele ocorre, passe a emitir o comportamento e descreva para si o que percebe. Depois de vivenciar o episódio você também pode pensar nele em sua casa, lembrando do que ocorreu e do como ocorreu para aumentar a sua percepção. Pensamentos e emoções também podem ser percebidos desta forma: na hora em que ocorrem ou em retrospecto &#8211; como foi da última vez que senti ou pensei isso? o que estava acontecendo no momento?</p>
<p>Elementos que são interessantes de serem percebidos: o seu estado de humor antes e depois, pensamentos que teve antes e depois, como estava a sua semana ou o seu dia naquela situação, se você estava com a saúde em bom estado ou não, se tinha algum tipo de problema em outra área ou não, como fica o seu corpo nestas situações (tensões, prender a respiração, aumento da circulação do sangue, tonturas), os efeitos que foram causados e como você reage á estes efeitos.</p>
<p>Perceber &#8220;à nós mesmos&#8221; é algo muito importante e complexo, aos poucos vamos encaixando peças e mais peças para formar um modelo maior para informar à nós sobre como nos comportamos porém com dados colhidos de maneira mais assertiva, pesquisada de fato. Desta forma é prazeroso pensar que somos assunto para uma vida toda!</p>
<p>Abraço<br />
Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O corpo fala</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/05/27/o-corpo-fala/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2013 11:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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		<category><![CDATA[Corpo]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Corporal]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E eu fico muito tenso com isso &#8211; Sim, você tende a se fechar todinho não é mesmo? &#8211; Sim. &#8211; Percebe que a sua respiração trava, os seus olhos ficam vagos e e teu peito se fecha quando acontece isso contigo? &#8211; Agora que você falou&#8230; estou sentindo isso agora&#8230; parece que eu &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/05/27/o-corpo-fala/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O corpo fala</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2013/05/27/o-corpo-fala/">O corpo fala</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E eu fico muito tenso com isso</p>
<p>&#8211; Sim, você tende a se fechar todinho não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Percebe que a sua respiração trava, os seus olhos ficam vagos e e teu peito se fecha quando acontece isso contigo?</p>
<p>&#8211; Agora que você falou&#8230; estou sentindo isso agora&#8230; parece que eu saio do chão&#8230;</p>
<p>&#8211; Exato, levante-se então, vamos fazer um exercício&#8230;</p>
<p>&#8211; Ok.</p>
<p>&#8211; Fique de pé, com os pés um do lado do outro e coloque o peso do seu corpo na parte da frente do pé, e use seus dedos como se estivesse agarrando o chão com eles.</p>
<p>&#8211; Ok</p>
<p>&#8211; Sinta como se você estivesse agarrado ao chão e &#8220;empurrando&#8221; o seu corpo para cima com sua pernas.</p>
<p>&#8211; Certo</p>
<p>&#8211; Cruze as mãos atrás da cabeça e incline o seu corpo para frente, usando as pernas para empurrar o seu corpo, sinta a sua coluna se alongando&#8230; ótimo&#8230; quando a dor do alongamento diminuir um pouco solte as mãos para frente, deixe seus olhos abertos e respire bem profundamente&#8230;</p>
<p>&#8211; (ele executa)</p>
<p>&#8211; Sente suas pernas com um leve tremor?</p>
<p>&#8211; Sim</p>
<p>&#8211; Ótimo!</p>
<p>&#8211; (permanece um tempo na posição)</p>
<p>&#8211; Agora suba bem devagar, use suas pernas para levantar o seu corpo, deixe a cabeça relaxada e desenrole a coluna a partir do quadril. Ótimo&#8230; como está?</p>
<p>&#8211; Nossa&#8230; quando eu falei que estava tenso não conseguia perceber a solução do meu problema, agora parece que eu voltei para Terra, relaxei e está claro o que eu tenho que fazer sabe?</p>
<p>&#8211; Perfeito!</p>
<p>Nosso corpo não apenas fala, ele respira, se emociona, pensa. Quando ouço o argumento de que é no cérebro que as coisas realmente acontecem eu pergunto: e o cérebro é o que? Um alienígena dentro de nós? Cérebro é corpo, um amontoado de células.</p>
<p>No entanto, saber disso é uma parte do negócio a outra parte está ligada em saber como transformar esta informação em algo concreto, como no exemplo que dei acima. A pessoa estava muito &#8220;tensa&#8221; e  tinha &#8220;saído do chão&#8221;, ela não estava mais em contato consigo, precisava defender-se da situação emocional que estava causando aquilo tudo e fazia isso &#8220;saindo do chão&#8221; e tensionando, como se fosse uma bolha de chumbo flutuando no espaço.</p>
<p>Ao fazer aquele exercício conhecido como &#8220;grounding&#8221; a ideia foi trazê-lo para terra novamente ao mesmo tempo em que eu o ajudava a relaxar. Ao usar as pernas para se sustentar a pessoa aprende a &#8220;dar-se a própria sustentação&#8221; e com isso a &#8220;solução&#8221; começou a ficar mais clara.</p>
<p>A forma pela qual usamos nosso corpo altera nossa percepção, nossa emoção e nosso pensamento. Se você duvida, corra  durante uma hora e perceba como isso altera o seu estado de humor, ou então tensione todo o seu corpo durante um minuto e tente fazer a apreciação de alguma coisa: uma música, um copo de vinho ou de um quadro. Agora faça o contrário: relaxe, faça um groundig e então aprecie. Nossa mente e emoções afetam nosso corpo, a parte bacana disso é que o contrário também é verdadeiro e com isso temos duas vias para o auto-conhecimento e para a mudança!</p>
<p>Um benefício extra que este tipo de visão proporciona é que o seu contato com a sua saúde fica aumentado. Ao perceber mais o seu corpo você se torna naturalmente mais exigente de uma &#8220;qualidade somática&#8221; de vida. Dificilmente vai ficar inerte ao perceber um excesso de tensão, ou uma falta dela; provavelmente vai querer cuidar mais da sua saúde o que só traz benefícios.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Viste nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>P.S: para trazer este conhecimento na prática a Akim Neto Psicologia Clínica estará realizando a partir de junho um Grupo de Consciência Corporal, confira no link:</p>
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		<title>O que eu quero?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 11:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Akim eu não quero mais viver desse jeito! Não dá mais! &#8211; Ótimo! Concordo contigo! &#8211; Me ajude a sair dessa! &#8211; Ok, vamos lá então: o que você quer viver? &#8211; Como assim? &#8211; Bem, para sair dessa você precisa saber para onde quer ir! Senão, acaba ficando onde está por ser mais &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/03/04/o-que-eu-quero/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O que eu quero?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Akim eu não quero mais viver desse jeito! Não dá mais!</p>
<p>&#8211; Ótimo! Concordo contigo!</p>
<p>&#8211; Me ajude a sair dessa!</p>
<p>&#8211; Ok, vamos lá então: o que você quer viver?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Bem, para sair dessa você precisa saber para onde quer ir! Senão, acaba ficando onde está por ser mais cômodo!</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; sei&#8230; bom&#8230; eu só sei que eu não quero mais o que estou vivendo!</p>
<p>&#8211; O que, especificamente você não quer mais?</p>
<p>&#8211; Não quero mais esse marasmo que a minha vida está sabe? Tudo igual o tempo todo! Até a minha angústia já tem hora marcada!</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; e o que você quer viver ao invés de viver este marasmo?</p>
<p>&#8211; Acho que estou precisando de paz&#8230;</p>
<p>&#8211; Paz? Como é paz para você?</p>
<p>&#8211; Sabe&#8230; pensando aqui com você o que eu preciso é de um momento no meu dia que eu possa ficar sem fazer nada, só me sentar na poltrona e fazer algo que eu não faço faz anos: sonhar um pouco.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; como era isso?</p>
<p>&#8211; Quando eu era mais piá eu fazia isso: saia da escola, da faculdade e sentava um pouco para sonhar com a minha vida e sabe o que? Desses sonhos que saiu o que eu sou hoje!</p>
<p>&#8211; Olhe só que maravilha! Me parece então que você está precisando entrar em contato com seus sonhos novamente&#8230; quem sabe para definir o “round 2” da sua vida?</p>
<p>&#8211; Cara&#8230; é isso mesmo né? Faz todo sentido&#8230; filhos indo&#8230; vida indo&#8230; emprego indo&#8230; acho que consegui atingir boa parte do que eu queria e agora? Agora&#8230; sonhar de novo!</p>
<p>&#8211; Perfeito!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aristóteles definia a inteligência como a medida que alcança um objetivo, para ele a lógica aplicada “a nada” não era inteligência, pois, ao final, não atingia um objetivo.</p>
<p>Muitas pessoas me procuram no consultório dizendo que querem viver vidas diferentes, que não aguentam mais as coisas como estão e querem uma solução para isso.</p>
<p>A pergunta: o que você quer? É a pergunta que redireciona a mente e o raciocínio da pessoa para um novo caminho: de buscar seus desejos, de criar o seu caminho.</p>
<p>Saber o que não se quer é o primeiro passo para a mudança o segundo que vai começar a concretizar a mudança é responder: o que eu quero.</p>
<p>Supor que se a pessoa não quer mais um estilo de vida o que ela quer é o contrário é muito simplista, ela pode estar querendo uma outra coisa totalmente diferente.</p>
<p>E é buscando responder a pergunta “o que quero” que ela vai desenvolver a resposta. Uma pessoa pode estar cansada de um emprego, por exemplo, mas supor que ela quer um novo emprego pode ser falso, ao pesquisar dentro de si ela pode compreender que o que a incomoda é a forma pela qual lida com seu atual emprego, e, fazendo mudanças em sua rotina ela vai voltar a apaixonar-se pelo mesmo cargo, na mesma empresa. Outros podem querer mudar de área e alguns podem estar precisando de uma atividade extra que mexa com a sua criatividade e com isso, resolver o “problema do emprego”.</p>
<p>Responder esta pergunta requer conhecer-se, checar seus medos e angústias, crenças que limitam sua percepção, adquirir habilidades, aprender e ir à novos lugares, perceber-se de uma forma nova, confiar nas suas competências e entender o que o desejo que você quer colocar no mundo fala sobre você. Como não tem certo e nem errado é uma das perguntas mais difíceis de ser respondida e causa, geralmente, uma grande angústia pois ao afirmar: “eu quero&#8230;” estamos criando um compromisso que precisará de uma resposta.</p>
<p>Muitas pessoas tem medo dos seus desejos, outras acham que não são capazes e terminam por se contentar com o que a vida lhes colocar na frente, porém, mais cedo ou mais tarde, o desejo da pessoa começa a gritar dentro dela buscando expressão. Nesses momentos a pessoa busca aprender novas formas de viver, para expressar este desejo e vivê-lo de forma plena. Deixar o medo guiar seus desejos é colocá-los na gaveta, mas saiba: eles ficarão lá se mexendo e fazendo barulho e, durante a noite, eles vão perturbar o seu sono.</p>
<p>Para fechar quero deixar a seguinte pergunta para o leitor: e você, o que quer?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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