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	<title>Arquivos Censura - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Religião, cultura e culpa</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/09/01/2320/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2014 16:02:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mas então eu entendi o seguinte: não adianta muito eu ficar querendo mudar isso. Hum, e porque? Me lembrei que está tudo escrito já, que Deus sabe o que irá acontecer, me basta aceitar e continuar. E aí eu me lembro de uma frase de Santo Agostinho: &#8220;Reze como se tudo dependesse de Deus. Trabalhe &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/09/01/2320/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Religião, cultura e culpa</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/censura.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2321" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/censura.jpg" alt="censurA" width="245" height="206" /></a></p>
<ul>
<li>Mas então eu entendi o seguinte: não adianta muito eu ficar querendo mudar isso.</p>
</li>
<li>
<p>Hum, e porque?</p>
</li>
<li>
<p>Me lembrei que está tudo escrito já, que Deus sabe o que irá acontecer, me basta aceitar e continuar.</p>
</li>
<li>
<p>E aí eu me lembro de uma frase de Santo Agostinho: &#8220;Reze como se tudo dependesse de Deus. Trabalhe como se tudo dependesse de você&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; mas ele sabe não sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Claro que sabe, mas&#8230; como ele sabe: porque ele já decidiu ou porque ele é onipresente e onisciente?</p>
</li>
<li>
<p>Como assim?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, você já viu uma criança que está prestes a fazer besteira? Ou um adolescente que está fazendo besteira num relacionamento e que você &#8220;sabe&#8221; que vai dar em besteira?</p>
</li>
<li>
<p>Sim.</p>
</li>
<li>
<p>Então, como você sabe: porque está escrito ou porque você está percebendo elementos que dizem à você que vai dar besteira?</p>
</li>
<li>
<p>Segunda opção.</p>
</li>
<li>
<p>Agora pensa que você tem acesso à todas as informações que você quer o tempo todo, que você pode se colocar na perspectiva de todos os seres e elementos o tempo todo&#8230; será que você precisa se dar o trabalho de escrever o destino de tudo para saber o que vai acontecer?</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; pensando assim&#8230; não. Se eu soubesse o que as pessoas pensam eu simplesmente saberia o que vão fazer e saberia &#8220;do futuro&#8221; é isso?</p>
</li>
<li>
<p>Sim. Afinal de contas&#8230; ele lhe deu livre arbítrio não é mesmo?</p>
</li>
<li>
<p>É verdade&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este post foi um pedido de uma das colegas e leitoras do blog. O caso acima me lembrou muito das perguntas que ela me fez como um delicioso &#8220;desafio&#8221; para um post. Para sair um pouco do padrão, vou colocar as perguntas dela aqui e respondê-las à meu modo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8220;Diga-me lá&#8230; até q ponto a culpa, introduzida por meio dos preceitos religiosos, pode interferir nas condições do ser humano em assumir suas decisões e escolhas?&#8221;</strong></p>
<p>Vamos fazer o caminho contrário: a culpa é uma emoção que denota dívida em geral adquirida por meio de um comportamento inadequado ou criminoso. A pessoa que é culpada possui um &#8220;pé preso&#8221;, uma dívida com alguém ou com uma sociedade porque cometeu (ou crê que o fez) um crime, um erro.</p>
<p>Esta emoção pode fazer com que a pessoa pare seus projetos pessoais porque não vê que ela seja &#8220;digna&#8221; de continuar com eles. Pode afetar a sua auto imagem de uma maneira negativa fazendo com que a pessoa se identifique como uma pessoa má ou ruim por ter cometido aqueles atos. Assim sendo a pior coisa que pode ocorrer com a pessoa &#8211; no meu ponto de vista &#8211; é quando ela se identifica com o papel de &#8220;culpado&#8221;, ou seja, quando ela assume como identidade algo que é do nível do comportamento.</p>
<p>A culpa &#8220;introduzida&#8221; por meio religiosos e culturais &#8211; assumo aqui a religião como um sistema de regras o qual as culturas também possuem &#8211; pode gerar esta identificação? Sim, pode. Toda religião possui um sistema de &#8220;pecados&#8221; (ou &#8220;crimes&#8221;) que podem fazer com que a pessoa assuma para si a identidade de &#8220;pecador&#8221; e, por meio disso, ela pode colocar-se à mercê de um terceiro ou de terceiros.</p>
<p>Assim sendo ele decide que não é digno, responsável o suficiente, inteligente o suficiente para tomar decisões sozinho e busca sempre auxílio para validar aquilo que ele deseja e eximir-se da responsabilidade plena de pecar (ou errar) novamente. Um exemplo caricato deste tipo de identificação tem a ver com o personagem &#8220;Ned Flanders&#8221; do programa &#8220;The Simpsons&#8221; que sempre busca uma avaliação do pastor da Igreja para cada ação tomada de maneira espontânea.</p>
<p>Respondendo, então, o &#8220;ponto&#8221; no qual a culpa interfere seria, para mim relativa à quanto a pessoa se identifica com o papel de pecador ou criminoso, com o quão negativa esta imagem é, com a sua percepção de expiação do pecado ou recompensa da culpa e com o quanto ele percebe esse processo como algo pessoal ou como algo que deve vir de fora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8220;Até que ponto este sentimento, introjetado por meio da religiosidade, pode causar dor, angústia e sofrimento?&#8221;</strong></p>
<p>A culpa, em geral é uma emoção que causa dor, angústia e sofrimento. Creio que a percepção moral que a própria pessoa possui do que fez, sua percepção de possibilidade de reparação do erro, sua maneira e presteza em executar esta reparação e o quão prejudicial sua ação foi interferem na intensidade da dor, da angústia e do sofrimento.</p>
<p>Dor, é uma emoção que lembra o processo físico da dor. Na verdade sabemos que a dor emocional é sentida no mesmo local que a dor física no cérebro humano. Assim sendo a dor que se sente tem a ver com o ato e a pessoa pode sentir muita dor por ter feito algo que ela mesma considera errado.</p>
<p>A angústia tem a ver com o apego que ela tem a este sistema moral. Quanto mais apegada, em geral, mais a pessoa se angustia pelo fato de que o seu ato vai contra o que ela prega para si. Este vácuo entre crença e ato gera o vazio da angústia que precisa de uma resposta evolutiva para ser dissolvida.</p>
<p>O sofrimento entra em sintonia com a dor e a angústia. A ideia é que sofrer é uma atitude passiva, ele mantém-se enquanto a pessoa compreender que é totalmente indefesa em relação ao que lhe causa a dor. Muitas vezes a sensação de sofrimento permanece na pessoa, porém de uma maneira que não interfere em sua vida, pelo contrário, pode até mesmo servir de auxiliar em momentos futuros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8220;Até que ponto o homem deixa de ser responsável por si mesmo para evitar sentir-se culpado?&#8221;</strong></p>
<p>Até o ponto em que ele tem a competência para lidar com a culpa: quanto mais competência, menos ele precisa &#8220;não se responsabilizar&#8221;. Quanto menos competência ele possui, mais medo ele tem das consequências de seus atos, de assumir o que fez e conseguir mudar isso mais tarde e, por esta razão ele precisa fingir para si que não foi responsável pelos seus atos. Que a culpa é de outra pessoa ou entidade já que falamos de religião. Porém a própria religião coloca que o livre arbítrio é incondicional, ou seja, o homem sempre será responsável por seus próprios atos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para fechar gostaria de deixar aqui o <a href="http://wp.me/p29dKV-n4">link para um post sobre culpa </a>que escrevi tempos atrás que pode ajudar muito na compreensão desta emoção e na relação dela com a religião.</p>
<p>Gostaria, também, de agradecer a minha colega Maria pelas perguntas e pela oportunidade de pensar sobre este tema e convidar você leitor à enviar suas dúvidas e sugestões de temas aqui para o blog das gotinhas!</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Qualidades</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/11/22/qualidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 12:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu não entendo Akim, para que falar sobre o que eu faço bem? Não tenho que falar da parte ruim para melhorar? &#8211; Claro que sim e vamos falar sobre isso, mas faça um esforço, me conte sobre o que você é bom. &#8211; (Silêncio) É difícil sabe? Eu não sei direito falar &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/11/22/qualidades/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Qualidades</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu não entendo Akim, para que falar sobre o que eu faço bem? Não tenho que falar da parte ruim para melhorar?</p>
<p>&#8211; Claro que sim e vamos falar sobre isso, mas faça um esforço, me conte sobre o que você é bom.</p>
<p>&#8211; (Silêncio) É difícil sabe? Eu não sei direito falar sobre isso.</p>
<p>&#8211; Sim, é bem mais fácil para você falar sobre o que você não gosta em você não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Mas se você só olha para isso o tempo todo, como você se vê enquanto pessoa?</p>
<p>&#8211; Um fracassado.</p>
<p>&#8211; E você gosta de se ver assim?</p>
<p>&#8211; Não, óbvio.</p>
<p>&#8211; E como você reage à esse jeito de se ver?</p>
<p>&#8211; Eu me escondo né? Foi o que vimos semana passada.</p>
<p>&#8211; Exato, você se esconde e não quer que ninguém veja isso, fica na defensiva.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; E como você se defende?</p>
<p>&#8211; Fugindo.</p>
<p>&#8211; Que é a parte &#8220;ruim&#8221; não é mesmo?</p>
<p>&#8211; É.</p>
<p>&#8211; E se você tivesse coisas boas para falar sobre você, será que precisaria se esconder tanto? Ou fugir tanto?</p>
<p>&#8211; Acho que não&#8230; talvez eu enfrentasse mais as coisas&#8230; se eu acreditasse nisso&#8230;</p>
<p>&#8211; Exato&#8230;</p>
<p>Água parada mata.</p>
<p>Sempre digo esta frase para meus clientes. Uma qualidade não reconhecida e não empregada causa tanto &#8211; ou mais &#8211; dano que um &#8220;defeito&#8221;. A questão é que culturalmente somos educados para tentar &#8220;melhorar&#8221; aprimorando nossos defeitos ao invés de &#8220;ir além&#8221; utilizando nossas qualidades.</p>
<p>É comum as pessoas se apegarem aos defeitos e não usarem suas forças e virtudes em detrimento disto o que é um grande erro. Ora, se a pessoa é ótima em matemática, por exemplo, mas não é tão boa em língua portuguesa porque ela deve inutilizar seu conhecimento em matemática por causa da falta de conhecimento em língua portuguesa? Não deve, pelo contrário, as facilidades devem ser utilizadas e comemoradas.</p>
<p>A ideia comum é que temos que ter um ser humano completo: o que adianta tirar 10 em matemática e 5 em línguas? É o argumento comum. Bem, à meu ver adianta muito afinal de contas existem inúmeras situações &#8211; e profissões &#8211; nas quais a matemática é muito mais importante do que o conhecimento em línguas. Além disso nenhuma pessoa torna-se excelente em tudo, em geral, tendemos a buscar mais conhecimento sobre algo que nos é importante.</p>
<p>O mesmo vale para as forças e virtudes humanas. O ser não precisa ser excelente em todas as virtudes existentes, ele pode viver uma vida muito rica e completa com poucas &#8211; os especialistas falam em 5. O grande problema é que ao não usarmos nossas virtudes deixamos de expressar quem somos, ao fazê-lo não valorizamos o nosso eu e com isso destruímos a auto-estima e isso pode causar graves problemas.</p>
<p>Me lembro de um rapaz que atendi: ele era muito bom escritor, porém não era bom em matemática. O pai era o contrário, porém a cobrança &#8211; por motivos óbvios &#8211; recaia sobre o estudo da matemática. Durante anos este rapaz se culpou por não ser bom em matemática o que lhe fazia não ter tempo para se ocupar em escrever e valorizar o que escrevia. Durante sua terapia incentivei-o a escrever e parar de se ocupar tanto da culpa por não ser bom em matemática. Algum tempo depois ele escreveu um livro e com o sucesso resolveu iniciar outro projeto, sentia-se muito feliz e integrado consigo por estar  fazendo &#8220;algo que sempre deveria ter feito&#8221;.</p>
<p>Cada ser humano possui as suas qualidades e partes suas que não são tão bem desenvolvidas. Tão importante quanto melhorar algumas das partes não desenvolvidas para melhorar a qualidade de vida é se dar a qualidade de vida com base no que a pessoa já faz bem, nas qualidades que ela já possui. Não fazer isso causa dois problemas: ter que segurar as qualidades dentro de si e se culpar por &#8220;não ser tão bom em&#8230;&#8221;.</p>
<p>Quais são as suas qualidades, forças e virtudes? Como você tem usado elas no seu trabalho, nos seus relacionamentos, na sua vida em geral?</p>
<p>Não deixe o que existe de bom dentro de você morrer ou ficar jogado de lado, cada parte de si que você deixa de lado é uma parte da sua felicidade que morre dentro de você.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Censura</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/08/30/censura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2013 11:30:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não sei se consigo mais. &#8211; Porque? &#8211; Estou cansado de tentar cara&#8230; eu me sinto muito mal se faço ou se não faço. Se eu não faço acho que deveria ter feito e se faço me sinto mal por fazer. &#8211; Entendo. Que emoção é esse &#8220;sinto mal por fazer&#8221;? &#8211; Sei lá, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/08/30/censura/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Censura</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não sei se consigo mais.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Estou cansado de tentar cara&#8230; eu me sinto muito mal se faço ou se não faço. Se eu não faço acho que deveria ter feito e se faço me sinto mal por fazer.</p>
<p>&#8211; Entendo. Que emoção é esse &#8220;sinto mal por fazer&#8221;?</p>
<p>&#8211; Sei lá, é como se eu estivesse cometendo um crime e fosse culpado por isso saca?</p>
<p>&#8211; Claro</p>
<p>&#8211; E daí ao mesmo tempo, porra: é só o que eu quero fazer meu! Não precisava ser desse jeito!</p>
<p>&#8211; Não, não precisava. Me diga: que crime você está cometendo?</p>
<p>&#8211; Sei lá&#8230; ser eu mesmo?</p>
<p>Muitas pessoas se sentem &#8220;presas&#8221; como se não devessem ou não pudessem fazer o que querem. O que acontece? Porque algo tão simples quanto o desejo de ser feliz ou de fazer algo bom para si torna-se um problema para alguns de nós?</p>
<p><span style="font-size:13px;line-height:19px;">Obviamente muitas respostas podem ser dadas para resolver esta questão, vamos explorar uma delas.</span></p>
<p>Algo que vejo com uma certa freqüência no consultório são pessoas que aprenderam a censurar as suas próprias ideias, valores e desejos. Um ato, muitas vezes aprendido com os pais ou com um tutor e que a pessoa passa a reproduzir com uma perfeita semelhança. A atitude básica é a de desejar algo, imaginar alguma coisa para fazer e então começar um processo sistemático de censura deste desejo. A pessoa pode fazer isso de várias formas: pode imaginar as pessoas ficando braba com ela ou desaprovando o que ela fez ou quer fazer, pode pensar que ela seria mais importante em outra atividade, que ela não merece fazer aquilo por algum motivo qualquer, pode dizer-se coisas negativas sobre ela ou sobre o desejo de modo a querer se afastar do desejo, pode lembrar-se do pai, mãe ou figura importante que lhe ensinou a censurar e imaginar essa pessoa censurando.</p>
<p>Uma vez que a pessoa inicia este processo geralmente ela termina em dois caminhos: o primeiro &#8211; mais óbvio &#8211; é se afastar do desejo, o segundo é fazer e depois culpar-se por ter feito o que desejava. Tanto um quanto o outro geram uma sensação interna de pressão e culpa muito intensas que a pessoa tem que manejar de alguma forma. Uma válvula de escape é a depressão, na qual a pessoa sucumbe e não consegue mais desejar; outra muito comum é começar a servir aos outros muito mais do que a si próprio. Tanto uma quanto a outra, com o tempo, fazem a pessoa &#8220;desaprender&#8221; a desejar e é muito comum que a sensação de &#8220;preguiça&#8221; venha quando a pessoa quer fazer alguma  coisa ou pensa em fazer algo; quando não a preguiça temos a culpa e o medo. A culpa é como se ela estivesse devendo algo para alguém ao desejar, o desejo fica associado à algo errado; o medo, torna-se óbvio no mesmo contexto, só que ao invés da culpa a pessoa deseja apenas não ser punida, a expressão &#8220;desculpe por existir&#8221; resume a sensação de uma certa forma.</p>
<p>É importante aprender a observar de forma precisa a censura: seu conteúdo &#8211; o que a pessoa se diz ou pensa -, a forma pela qual ele aparece &#8211; é algo que eu me digo, imagino meu pai dizendo isso para mim, me dá uma sensação ruim -, e a nossa reação frente à isso &#8211; minto e faço mesmo assim sentindo culpa depois, não faço, finjo para mim mesmo que o desejo não é tão importante? Observar nossas reações nos ajuda a perceber como a censura está estruturada dentro de nós e esse é o primeiro passo para possíveis mudanças.</p>
<p>Uma delas ocorre quando as pessoas começam a olhar o conteúdo do que se dizem e percebem que ele não faz muito sentido para a pessoa hoje. Algumas vezes ficamos com ideias que nos parecem tolas, mas como não as questionamos continuamos seguindo-as e deixamos que uma ideia inadequada seja a linha mestra da nossa vida. Outra ocorre quando a pessoa percebe que ela tem que se dar a &#8220;liberdade&#8221; ao invés de esperar que alguém venha fazer isso por ela, outras podem ser comportamentos como aprender a dar limites aos outros.</p>
<p>Quando este processo começa a pessoa vai para um outro ponto: começa a valorizar suas necessidades e desejos e com isso passa a agir em prol da melhora da sua qualidade de vida. Obviamente isto também pode tornar-se um ciclo virtuoso &#8211; e esse é o objetivo final &#8211; dentro do qual estar bem e fazer o bem se tornam os principais objetivos.</p>
<p>Abraço</p>
<p>visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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