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	<title>Arquivos Critérios - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>O bom e o importante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2016 10:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim e se eu gosto? &#8211; Irrelevante. &#8211; Caramba! Como assim irrelevante? &#8211; Irrelevante oras, o seu gosto não tem nada a ver com o assunto que estamos tratando. &#8211; Como que não!? &#8211; Ora, é simples, você está falando sobre o que funciona para estudar, o que você faz e &#8220;gosta&#8221;, não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/09/09/o-bom-e-o-importante/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O bom e o importante</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim e se eu gosto?</p>
<p>&#8211; Irrelevante.</p>
<p>&#8211; Caramba! Como assim irrelevante?</p>
<p>&#8211; Irrelevante oras, o seu gosto não tem nada a ver com o assunto que estamos tratando.</p>
<p>&#8211; Como que não!?</p>
<p>&#8211; Ora, é simples, você está falando sobre o que funciona para estudar, o que você faz e &#8220;gosta&#8221;, não funciona, simples assim.</p>
<p>&#8211; Como você sabe?</p>
<p>&#8211; Como estão suas notas e apreensão do conteúdo?</p>
<p>&#8211; Péssimas.</p>
<p>&#8211; Por isso.</p>
<p>O que importa é bom? O que é bom é aquilo que importa? Afinal, há diferença entre  o que gostamos e o que é importante?</p>
<p><span id="more-5708"></span></p>
<p>Na cultura do consumo, a opinião ou o gosto do freguês é soberano, como dizem os franceses &#8220;le client es roi&#8221;. Porém, qualquer pessoa com um pouco de bom senso começa a perceber que essa exaltação traz mais prejuízos do que conquistas na vida prática. A questão de importância e gosto, é uma das baixas (militarmente falando) neste embate entre o consumismo e o bom senso.</p>
<p>Ocorre que &#8220;gosto&#8221; tem a ver com preferências pessoais que se refletem de maneira sensorial, ou seja, através de um dos seis sentidos (sim, seis, considero aqui a propriocepção como um sentido). Quando se fala em gosto, buscamos compreender o que a pessoa aprecia.</p>
<p>Por exemplo, quando alguém nos diz que gosta de jazz a pergunta correta não é &#8220;porque&#8221;, esta visa buscar uma causa para que a pessoa goste de jazz, porém isso não é necessário. A informação mais importante é obtida através da pergunta &#8220;o que você gosta no jazz&#8221;, a pessoa poderá, então, responder que adora o ritmo ou os acordes de determinado instrumento. Com estas informações podemos traçar um mapa daquilo que a pessoa gosta (este exercício é ótimo para quem não sabe dar presentes).</p>
<p>A questão da importância é completamente diferente. Quando alguém nos diz que leitura é importante para ela, a pergunta correta é: &#8220;para que ler é importante para você?&#8221;. Algo só pode ser importante se servir para outra coisa, em outras palavras, a importância não é um fim em si mesma, mas, sim, um meio. Considero que ler é importante para obter informações e, com elas, sou um psicólogo mais eficiente.</p>
<p>A importância de algo em nossas vidas se dá pelo tipo de vida que levamos e queremos levar. Assim não existem atividades que são importantes a priori, apenas aquelas que se tornam importantes à medida em que cumprem uma função, atendem à uma demanda ou possibilitam a realização de algo que desejamos.</p>
<p>É possível que algo que gostamos seja importante para nós e vice versa. Uma percepção não anula a outra, porém as duas são diferentes. Na falta de percepção dessa diferença é que reside o grande problema de hoje, pois as pessoas creem que aquilo que gostam é igualmente importante, mas a realidade não funciona assim.</p>
<p>No caso acima, por exemplo, a cliente tinha &#8220;hábitos de estudo&#8221; que não estavam melhorando suas notas. Recheou sua rotina de estudos de coisas que &#8220;gosta&#8221; como músicas, café e alguns alongamentos no meio do expediente. Porém, ela ficava tão focada nesses elementos que não estudava. Realmente importante, ou seja, algo que, de fato, causaria mudanças em suas rotinas de estudo era a capacidade de concentração.</p>
<p>Assim sendo, não importava se ela gostava de tomar café e ouvir música enquanto estudava, enquanto ela não estivesse concentrada em seus estudos não iria para frente. Particularmente aprecio café enquanto estou estudando, mas a concentração é realmente importante, entre o café e a concentração, fico com a segunda.</p>
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		<title>8 ou 80?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/01/29/8-ou-80/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2016 08:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo Akim. &#8211; Eu sei. Pensar de uma outra maneira é algo muito difícil para você. &#8211; Sim. &#8211; Como você faz para pensar de forma tão rígida? &#8211; Como assim? &#8211; Qual a maneira pela qual você cria este pensamento rígido? &#8211; Não sei. &#8211; Então reflita. Você é daqueles tipo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/01/29/8-ou-80/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">8 ou 80?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo Akim.</p>
<p>&#8211; Eu sei. Pensar de uma outra maneira é algo muito difícil para você.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Como você faz para pensar de forma tão rígida?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Qual a maneira pela qual você cria este pensamento rígido?</p>
<p>&#8211; Não sei.</p>
<p>&#8211; Então reflita.</p>
<p>Você é daqueles tipo 8 ou 80? Que ou é de um jeito ou não é? O que se esconde atrás de tal atitude por vezes tão útil e por vezes tão inadequada é o tema do post de hoje.</p>
<p><span id="more-5026"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todos nós temos um &#8220;modelo de mundo&#8221;, ou seja, uma maneira particular pela qual percebemos e valorizamos o que existe no mundo, assim como aquilo que &#8220;vemos&#8221; no mundo. Elementos que não estão representados em nosso modelo de mundo não são analisados pela consciência, eles &#8220;não existem&#8221;, mesmo que &#8220;existam&#8221;. É óbvio dizer que cada um possui o seu e que compartilhamos um modelo de mundo social com elementos que são comuns à praticamente todas as pessoas.</p>
<p>Dificilmente temos um modelo fixo da realidade, nossas experiências vão nos mostrando partes do mundo que não pensávamos existir, mudanças de comportamento tanto nossas quanto dos outros nos fazem refletir sobre o que achávamos do mundo. As inconstâncias da vida, de forma geral, são responsáveis por nos fazer ampliar, recortar e modificar o modelo de mundo ao longo dos anos.</p>
<p>Por este motivo acima é que a maneira pela qual criamos o modelo é tão importante quanto o modelo em si. Se dou muito valor ao meu modelo e dificilmente me proponho a atualizá-lo, posso passar uma vida inteira tentando fugir de novidades e mudanças apenas para manter aquele modelo vivo. Por outro lado se sou flexível demais posso acabar confuso em relação à maneira pela qual vejo o mundo e nunca agindo com medo de um mundo muito mutante.</p>
<p>Pessoas que são 8 ou 80, em geral tem uma maneira de se relacionar com o seu modelo de mundo que é &#8220;ou/ou&#8221;. Elas desenham o modelo e se perguntam: isso que estou vendo na realidade está no modelo? Ou sim ou não. Se sim, a pessoa faz algo com aquilo se não faz outro algo. &#8220;Ou me agrada ou acho que estou sendo feito de idiota&#8221;, é um modelo no qual a pessoa idealiza agrados e valoriza isso como alguém que a considera, a ausência de agrados significa necessariamente ser feito de idiota.</p>
<p>Essas respostas no estilo ou/ou e a baixa flexibilidade na maneira de interpretar o que ocorre no mundo é o que torna as pessoas 8 ou 80. No caso que citei,, por exemplo, a pessoa refletia exatamente sobre isso: estar ou não sendo feita de idiota. Qual era o critério? Serviço não entregue no dia. Porém, o serviço precisava de tempo bom e estava uma semana chuvosa. Com raiva de estar sendo passada para trás a pessoa reclamou e o jardineiro disse que não tinha como fazer um bom serviço num dia de chuva.</p>
<p>Aceitar que isso poderia existir era o problema. No modelo de mundo dela prazos são elementos &#8220;sagrados&#8221; e era muito baixa a percepção dela de que algo poderia não estar dentro da agenda. Tentar elaborar um modelo de mundo no qual atrasos são possíveis e concretizar os critérios que ajudariam a pessoa a perceber quando está &#8220;ok&#8221; um atraso e quando o atraso é um sinal de &#8220;ser passado para trás&#8221; foram alguns dos elementos que trabalhamos para ajudar a pessoa a ficar em paz com o jardineiro.</p>
<p>Por outro lado, ser 8 ou 80 pode ser muito útil também. É o caso de situações em que você não pode mesmo abrir brechas e ter este pensamento digital é muito importante. Controle de qualidade, por exemplo, é uma situação na qual é ou não é, não se pode ter meios termos.</p>
<p>E você, no que é 8 ou 80?</p>
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		<title>Comparar e desvalorizar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/01/20/comparar-e-desvalorizar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 09:37:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; ele é muito melhor que eu nisso. &#8211; Se melhor = quantidade, concordo. &#8211; Então!! &#8211; Então o que? &#8211; Vê como eu me sinto um merda? Além de não conseguir ficar com as gúrias ainda tem ele do lado! &#8211; Não, não vejo. Pode me explicar como você faz para sentir-se &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/01/20/comparar-e-desvalorizar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Comparar e desvalorizar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; ele é muito melhor que eu nisso.</p>
<p>&#8211; Se melhor = quantidade, concordo.</p>
<p>&#8211; Então!!</p>
<p>&#8211; Então o que?</p>
<p>&#8211; Vê como eu me sinto um merda? Além de não conseguir ficar com as gúrias ainda tem ele do lado!</p>
<p>&#8211; Não, não vejo. Pode me explicar como você faz para sentir-se um merda com isso?</p>
<p>&#8211; Nossa Akim&#8230; tá eu lá sem nada e o cara lá pegando todas&#8230; quer que desenhe?</p>
<p>&#8211; Seria bom, porque eu gostaria de ver como esta característica te transforma num merda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas dizem se comparar com outras para saber se estão &#8220;bem&#8221; ou &#8220;mal&#8221; frente à vários critérios. Porém existe uma diferença grande e importante entre a comparação sadia e e desvalorização, você sabe qual é?</p>
<p><span id="more-4933"></span></p>
<p>Comparar-se em relação à outras pessoas é uma atividade comum. Em geral percebemos que ela vem carregada de insegurança e um certo amargor em relação ao que o que compara não tem ou não está conseguindo. Outra vertente é a pessoa que está sempre se comparando com pessoas que ela julga estar (ou ser) em situação inferior. Este tipo de comparação cria hierarquias entre os &#8220;mais&#8221; e os &#8220;menos&#8221; e, por este motivo, as duas reações que descrevi acima ocorrem.</p>
<p>O problema da desvalorização ocorre quando &#8220;mais&#8221; e &#8220;menos&#8221; se tornam sinônimos de pessoa &#8220;melhor&#8221; ou &#8220;pior&#8221;. Ou seja, se a grama do meu vizinho é mais verde ele: (1) Tem a grama mais verde, (2) é uma pessoa melhor que eu, portante (3) eu sou uma &#8220;droga&#8221; mesmo (ou qualquer variação tais como: &#8220;não faço nada direito mesmo&#8221;, &#8220;não tenho chance&#8221;, &#8220;não sou digno&#8221;). Existe uma diferença grande entre admirar alguém que detém uma qualidade e julgar o seu &#8220;eu&#8221; por não possuir a mesma qualidade no mesmo &#8220;nível&#8221;.</p>
<p>A diferença é que, por exemplo, o fato do vizinho ter uma grama mais verde não quer dizer mais nada sobre ele além do fato de ele cuidar bem da grama. E não diz nada sobre você a não ser não cuidar tão bem da grama. Indo mais a fundo, é possível dizer que ele cuida da grama do jeito dele e você do seu e cada um obtém resultados diferentes e único à experiência de cada um. A competição que a comparação cria é sempre arbitrária porque definimos um determinado critério de forma aleatória.</p>
<p>Quando a comparação é &#8220;saudável&#8221; a pessoa consegue avaliar o critério sem interferir no aumento ou diminuição do seu &#8220;eu&#8221; ou do &#8220;eu&#8221; dos outros. Por exemplo: &#8220;Beltrano tem mais amigos que eu&#8221;. A comparação é dada pelo número de amigos. O que pode se seguir é: ele tem competências que eu não tenho, como ligar sempre para os amigos, estar comparecendo em eventos sociais e organizar estes eventos. Estas são as competências que fazem a diferença (aos olhos de quem está comparando).</p>
<p>A comparação &#8220;saudável&#8221; faz com que o comparador simplesmente compreenda que ele pode aprender com o outro e usar parte de sua estratégia para obter resultados semelhantes. Não é necessário diminuir meu eu e nem elevar o do outro para fazer isso. Neste caso temos uma pessoa que simplesmente compara e não hierarquiza-se no processo.</p>
<p>Já na comparação que é, na verdade, um processo de desvalorização temos que as características que o outro tem o fazem &#8220;mais&#8221; ou &#8220;melhor&#8221; enquanto que o comparador se faz pior frente à elas. &#8220;Eu nunca consigo amigos porque desse jeito não dá mesmo&#8221;, &#8220;eu sou meio anti social, porque as pessoas não são diferentes&#8221;. Neste momento um processo de vitimização pode acontecer junto com uma desvalorização pessoal deslocada por pegar a parte e tratar do todo.</p>
<p>Além disso muitas vezes perceber que outra pessoa é &#8220;melhor&#8221; que você em alguma coisa simplesmente fala sobre o seu estilo de vida. Existem pessoas que tem menos amigos porque são mais introspectivas e simplesmente sentem-se bem assim. É importante comparar-se com pessoas (se você realmente quer fazer isso) que possuem algo em comum com você ao invés de fazê-lo com pessoas diferentes do seu estilo de vida.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Avaliação</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/01/09/avaliacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 11:16:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu não posso sair fazendo as coisas dessa maneira. O que te impede? É que eu avalio muito bem as coisas. Será? Claro que sim, sempre acho os defeitos nas minhas escolhas. Mesmo quando não tem defeitos não é? &#8230; É&#8230; &#8220;Achar defeitos&#8221; é igual à avaliar? Não é? Acho que não&#8230; quem avalia tem &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/01/09/avaliacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Avaliação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/avpsicologica.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2830" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/avpsicologica.jpg" alt="avpsicologica" width="300" height="200" /></a></p>
<ul>
<li>Eu não posso sair fazendo as coisas dessa maneira.</p>
</li>
<li>
<p>O que te impede?</p>
</li>
<li>
<p>É que eu avalio muito bem as coisas.</p>
</li>
<li>
<p>Será?</p>
</li>
<li>
<p>Claro que sim, sempre acho os defeitos nas minhas escolhas.</p>
</li>
<li>
<p>Mesmo quando não tem defeitos não é?</p>
</li>
<li>
<p>&#8230; É&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>&#8220;Achar defeitos&#8221; é igual à avaliar?</p>
</li>
<li>
<p>Não é?</p>
</li>
<li>
<p>Acho que não&#8230; quem avalia tem critério, você não tem.</p>
</li>
<li>
<p>Como não?</p>
</li>
<li>
<p>Você &#8220;acha&#8221; defeitos, ou melhor dizendo cria eles não é?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; nunca está bom pra mim.</p>
</li>
<li>
<p>Pois é. Avaliar significa saber o que é bom ou não e porque, você não sabe fazer isso.</p>
</li>
<li>
<p>O que tenho feito então?</p>
</li>
<li>
<p>Desvalorizado, denegrido&#8230; porém não avaliado.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas confundem avaliar com denegrir. Avaliar não significa dizer o quão ruim está, significa ter critérios com os quais filtrar uma determinada ação ou produção. Isso significa, ainda, que, dependendo dos critérios uma mesma obra ou ato poderá ser &#8220;boa&#8221; ou &#8220;ruim&#8221;. Se você avaliar uma obra realista com critérios surrealistas ela não será uma boa obra. O mesmo vale para nossos comportamentos.</p>
<p>A primeira parte, então, é saber diferenciar o ato de denegrir e o de avaliar. Denegrir significa tomar algo (comportamento ou produção) e apontar defeitos. O ato de denegrir não se importa em ter uma ética ou um conjunto de critérios claros para realizar esta tarefa, ele apenas quer denegrir. Desta forma sempre encontrará um conjunto de critérios para denegrir aquilo que está sendo visto. O ato de avaliar, por outro lado, tem uma definição clara daquilo que se busca e sabe especificar exatamente o que é algo adequado ou não para o determinado fim.</p>
<p>Assim quando nos confrontamos com alguém que &#8220;avalia&#8221; o nosso comportamento ou com o nosso próprio pensamento temos que nos perguntar: o que é, especificamente, o &#8220;bom&#8221; nessa situação? Qual o critério que define como bom ou ruim, adequado ou inadequado aquilo que estou fazendo?</p>
<p>Se você não tem resposta para esta pergunta é importante saber que talvez você esteja simplesmente denegrindo a sua ação ou sendo denegrido por alguém que não sabe lhe informar, sequer, o que seria o bom para ela. Esta estratégia é a &#8220;defesa&#8221; contra a desvalorização. Quando solicitamos os critérios é como se perguntássemos para a pessoa ou para nós mesmos: você sabe mesmo avaliar isso? Quando a pessoa sabe, ela lhe apontará especificamente aquilo que percebeu e lhe dirá porque trata aquilo de uma maneira positiva ou negativa &#8211; abrindo, inclusive, a oportunidade de diálogo e negociação. Se, por outro lado, ela não tiver não saberá o que dizer.</p>
<p>Em relação ao nosso próprio comportamento é importante manter a mesma relação, ou seja, determinarmos os critérios pelos quais vamos avaliar o nosso próprio comportamento e produção para sabermos nos dizer se estamos indo num caminho adequado ou não. A partir disso podemos avaliar o que fazemos, como fazemos e, além disso, se os critérios que definimos são úteis ou não. Muitas vezes, como já afirmei em outras postagens, o nosso problema é exatamente o conjunto de critérios que usamos por serem rígidos ou abrangentes demais, por exemplo.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Limites da angústia</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/01/07/limites-da-angustia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 09:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; E aí eu me vi sozinha sabe? Sim. Me deu uma angústia terrível sabe? Sim. O que você fez com isso? À princípio eu fiquei muito desnorteada, eu não sabia o que fazer. Queria logo ligar para ele. Ligou? Não&#8230; eu me aquietei e pensei comigo: puxa vida, não posso ficar bem comigo mesma &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/01/07/limites-da-angustia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Limites da angústia</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/downloadmlklk.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2827" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/downloadmlklk.jpg" alt="downloadmlklk" width="224" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>E aí eu me vi sozinha sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim.</p>
</li>
<li>
<p>Me deu uma angústia terrível sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim. O que você fez com isso?</p>
</li>
<li>
<p>À princípio eu fiquei muito desnorteada, eu não sabia o que fazer. Queria logo ligar para ele.</p>
</li>
<li>
<p>Ligou?</p>
</li>
<li>
<p>Não&#8230; eu me aquietei e pensei comigo: puxa vida, não posso ficar bem comigo mesma durante um final de semana?</p>
</li>
<li>
<p>Ahh&#8230; olhe que interessante!</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; e daí, pensando nisso, eu fiquei bem melhor. Nem senti angústia, fiquei com saudades só, mas normal.</p>
</li>
<li>
<p>Ótimo!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das causas de muitas dores e problemas humanos é simplesmente uma questão de limite e critérios. Numa relação, por exemplo, se o limite que tenho em relação à ciúme é de que a pessoa com quem estou não pode falar com nenhuma pessoa do sexo oposto porque todas elas são potenciais problemas terei muitos problemas. Por outro lado se eu compreender que devo prestar atenção à uma série de fatores em conjunto tais como: pouco interesse na relação, descuido com elementos básicos, alto interesse em outras pessoas &#8211; ou em alguma em específico &#8211; ausências inexplicáveis, cobranças em exagero e nunca satisfeitas terei elementos mais concretos e precisos para que o ciúme seja um alerta importante ao invés de uma implicância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada um de nós possui limites e critérios estabelecidos para praticamente tudo o que ocorre em nossa vida intrapsíquica, muitos não possuem conhecimento ou consciência, deles, porém estão lá. Muitas vezes simplesmente ao perceber que tem um critério ou limite inadequado a pessoa já faz grandes mudanças. Eles funcionam como protocolos que norteiam a nossa vida, nossa percepção do que ocorre assim como as possíveis soluções que podemos nos oferecer, ao mudar um deles, mudamos junto todos estes elementos e, muitas vezes, é só o que precisamos: novas opções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O exemplo acima mostrou uma pessoa que tinha um limite muito forte: toda vez que se via só, pensava que estava fazendo algo de errado com sua vida. A presença de pessoas era um critério para saber que ela estava bem. O problema é que &#8220;estar bem&#8221; é algo que é mais saudável com o foco na própria pessoa e não em outras pessoas. Assim sendo, quando ela se diz &#8220;puxa, não posso ficar bem sozinha&#8221;, ela está alterando um limite e um critério (limite: o significado de ficar bem sozinho, critério: a presença de outros significa que estou vivendo &#8220;certo&#8221; x estou vivendo bem sozinho).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pergunta é: para que isso é tão importante? Para que a presença do outro é tão importante? Para que mostrar que você se esforça é importante? Para que saber que você é o melhor é importante? Para que ter muito dinheiro é importante? Saber a importância daquilo que buscamos nos dá a resposta que nos ajuda a perceber o critério que estamos usando para perceber a vida tal como percebemos e, consequentemente, vive-la. Em geral, repetimos a pergunta várias vezes até que ela as respostas comecem a se integrar num looping, nos mostrando que chegamos ao ponto central.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para que você mantém aqueles comportamentos inadequados que já até sabe como mudar? Para que insistir nos mesmos erros? Para que fugir daquelas escolhas que vão te dar uma vida melhor? À que critérios você tem servido? Que limites tem dado para a sua vida? Eles tem sido bons? Convido você à descobrir mais sobre você e ir ainda além, ainda melhor!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Critérios</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/11/24/criterios-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 10:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes era fácil pra mim, eu pensava no que ia me divertir mais e ia sabe? Sim&#8230; o que mudou agora? Não sei direito&#8230; As suas experiências com estas diversões te ensinaram muitas coisas? Sim sim&#8230; boas e ruins. Claro, e com isso você aprendeu o que? Que nem sempre ir pela diversão é divertido, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/11/24/criterios-2/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Critérios</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/qualificacao-fornecedores.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2631" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/qualificacao-fornecedores.png" alt="qualificacao-fornecedores" width="329" height="282" /></a></p>
<ul>
<li>Antes era fácil pra mim, eu pensava no que ia me divertir mais e ia sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; o que mudou agora?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei direito&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>As suas experiências com estas diversões te ensinaram muitas coisas?</p>
</li>
<li>
<p>Sim sim&#8230; boas e ruins.</p>
</li>
<li>
<p>Claro, e com isso você aprendeu o que?</p>
</li>
<li>
<p>Que nem sempre ir pela diversão é divertido, irônico não?</p>
</li>
<li>
<p>E verdadeiro! Então, se esse &#8220;critério&#8221; não é o único, qual ou quais outros precisam ser levados em consideração também.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; bom&#8230; eu acho que companheirismo e tipo&#8230; &#8220;ser gente fina&#8221; entende?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei o que é isso para você, mas podemos detalhar melhor isso mais tarde.</p>
</li>
<li>
<p>Ok</p>
</li>
<li>
<p>Então, para você &#8220;ir&#8221; para uma relação hoje, além da diversão que a pessoa proporciona você precisa que ela seja companheira e &#8220;gente fina&#8221;?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Ok&#8230; pensando, então, nessas pessoas com quem você se relaciona e nesses critérios&#8230; o que muda?</p>
</li>
<li>
<p>Nossa&#8230; pensando nesses critérios fica muito mais claro sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Ótimo!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como elaborar um critério?</p>
<p>Um critério é uma afirmação que define a importância de algo para a pessoa em relação à um determinado tema. Quando uma pessoa diz, por exemplo: &#8220;entre uma pessoa atraente e uma divertida, prefiro a divertida&#8221; ela está nos dando várias informações sobre como ela seleciona um parceiro. A primeira é que a atratividade da pessoa é importante (e isso é diferente de &#8220;beleza&#8221;) o segundo é que a pessoa ser &#8220;divertida&#8221; (seja lá o que isso significa para quem seleciona) também é um critério importante e a terceira é que o critério &#8220;diversão&#8221; está acima do critério &#8220;atratividade&#8221; numa lista hierárquica, ou seja, diversão tem um valor maior do que atratividade.</p>
<p>O que nos faz ter uma afirmação ou um adjetivo como um critério à ser seguido é a nossa relação com ele, assim como a expectativa que temos sobre o que aquilo irá nos trazer. Num outro exemplo podemos imaginar que uma pessoa escolha ser autônomo ao invés de profissional registrado porque ele &#8220;gosta de horários flexíveis&#8221;. A expectativa da pessoa é que ao escolher uma atividade por este critério ela irá ter acesso à algumas coisas como, por exemplo: &#8220;quero poder sair do trabalho e ir para casa ver meu filho&#8221;, &#8220;quero poder ter a liberdade de cancelar a agenda num dia em que precise mesmo disso&#8221;, &#8220;quero escolher os horários que trabalho porque de manhã eu não funciono&#8221;.</p>
<p>O critério sempre está buscando algo, isso é fundamental de ser levado em consideração porque muitas vezes o critério elegido pela pessoa pode não trazer aquilo que ela quer. Se o critério em uma atividade profissional for, por exemplo, &#8220;estabilidade financeira&#8221; a escolha por uma atividade autônoma é perigosa. Muitas vezes as pessoas insistem em escolhas erradas por causa dos critérios que estão usando.</p>
<p>O primeiro passo para elaborar um critério, então é entender o que você deseja com a experiência. Se eu quero viajar e quero descansar, posso eleger como um critério um local afastado do agito da cidade, contato com a natureza e no campo. Posso também, ter a ideia de ir à um SPA. O critério possui uma função que é nos fazer entrar em contato com a experiência de uma maneira que nos satisfaça. Por esta razão que é importante saber o que se quer: para elaborar um critério adequado.</p>
<p>O segundo passo é ter uma hierarquia bem estrutura do critério mais importante para o menos importante. Isso é necessário no caso &#8211; quase sempre presente &#8211; de eu ter de fazer concessões. O que eu preciso &#8220;realmente&#8221;, o que é secundário, terciário e o que é &#8220;bônus&#8221;? Muitas pessoas nunca encontram um bom parceiro afetivo porque consideram tudo como primário e inegociável. Saber aquilo que é mais e menos importante também nos abre para viver novas experiências.</p>
<p>Isto é, inclusive, algo muito importante: ninguém é igual ao longo da vida. Assim sendo, nossas necessidades, desejos e preferências mudam ao longo do tempo. Quando isso muda, o que queremos da nossa experiência de vida também muda e, com isso, mudam os critérios. Perceber que um critério não mais nos satisfaz ou não é mais útil é importante assim como organizar um novo critério para organizar a sua experiência. Poderíamos entender que &#8220;isso&#8221;, a &#8220;manutenção&#8221; é o terceiro passo, pois tudo na vida é um processo e muitas vezes os critérios que valem para o começo dele não valem para algum tempo depois, em relacionamentos, por exemplo, isso é facilmente notado.</p>
<p>Com estes passos você poderá trabalhar com critérios de uma maneira bem simples e interessante. Espero que seja proveitoso para vocês!</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Conceitos flexíveis</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/03/05/conceitos_flexiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 10:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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		<category><![CDATA[Controle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Porque eu faço isso desse jeito? &#8211; Ao invés de perguntar &#8220;porque&#8221;, me diga &#8220;para que&#8221;, qual a finalidade disso que você faz? &#8211; Não sei direito&#8230; acho que é importante fazer isso porque me sinto seguro ao fazer isso. &#8211; Ah entendi, quando você faz isso sente-se seguro e quando não faz sente-se &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/03/05/conceitos_flexiveis/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Conceitos flexíveis</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Porque eu faço isso desse jeito?</p>
<p>&#8211; Ao invés de perguntar &#8220;porque&#8221;, me diga &#8220;para que&#8221;, qual a finalidade disso que você faz?</p>
<p>&#8211; Não sei direito&#8230; acho que é importante fazer isso porque me sinto seguro ao fazer isso.</p>
<p>&#8211; Ah entendi, quando você faz isso sente-se seguro e quando não faz sente-se inseguro é isso?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Ótimo, perfeito. O que estes procedimentos que você faz geram como resultado que lhe dá a segurança que você tanto aprecia?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; depois que faço isso eu percebo a casa limpa, o cheiro da louça limpa e do chão eu me sinto seguro.</p>
<p>&#8211; Perfeito. A segurança que você sente tem a ver com estes detalhes, ótimo!</p>
<p>&#8211; Mas é meio bobo isso não é?</p>
<p>&#8211; O que?</p>
<p>&#8211; Eu me sentir seguro com isso.</p>
<p>&#8211; Não cabe à mim julgar isso, mas me diga, esses sinais são os único que podem ajudar você a se sentir seguro? Ou seja, já teve alguma situação em que a sua casa não estava desse jeito e você sentiu-se seguro?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Ótimo, então é possível ter a casa desarrumada e sentir-se seguro?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Perfeito, o que eu te pergunto então é que outros sinais você pode ter para sentir-se seguro?</p>
<p>&#8211; Acho que mais importante do que a casa é se eu estou em dia com os meus negócios e com o meu estudo.</p>
<p>&#8211; Perfeito, então como seria associar estes dois elementos à mais além dos que você já usa?</p>
<p>&#8211; Eu ficaria ainda mais flexível eu acho.</p>
<p>&#8211; Perfeito!</p>
<p>Todos temos elementos que são importantes em nossas vidas. Referenciais que nos dizem se somos bons, ruins, se estamos bonitos, se a nossa casa está arrumada, se nossa relação está boa. Todos estes referenciais falam à respeito de algo que é importante para nós, assim sendo, se percebo um cheiro de lavanda em minha casa e vejo o chão sem nenhuma sujeira entendo que a minha casa está limpa e &#8220;casa limpa&#8221; é algo de importante valor para mim, pois me diz que sou uma pessoa asseada e confiável.</p>
<p>Esta conexão &#8220;cheiro de lavanda&#8221; = casa limpa = pessoa asseada é o que chamamos de &#8220;equivalência&#8221;, ou seja, algo que tem o mesmo valor de outra coisa sendo que esta &#8220;coisa&#8221; não tem relação específica direta. O que o cheiro de lavanda tem a ver com confiança, por exemplo? Nada, a não ser a associação que criamos. Todos nós temos essas associações e elas nos ajudam a organizar o nosso mundo, o problema é que, por vezes estas associações podem ser limitantes demais ou frouxas demais.</p>
<p>Por isso é importante refletir sobre estas associações. Começamos isso nos perguntando para que queremos o que queremos, ou, para que um determinado procedimento é importante. Por exemplo, para que as coisas &#8220;tem que ser&#8221; desse jeito? Qual a finalidade? Depois que compreendemos qual a finalidade é importante sabermos como percebemos que estamos atingindo isso. O &#8220;cheiro de lavanda&#8221;, por exemplo, é uma referência. Sabendo dessas referências podemos nos perguntar se não existem outras referências ou se o resultado que esperamos da referência (no caso do cheiro de lavanda, o status de pessoa confiável) não pode ser atingido de outras formas, ou até, se a referência que temos é adequada (novamente: o que cheiro de lavanda tem a ver com confiança?)</p>
<p>Quando nos perguntamos isso aprendemos a flexibilizar alguns conceitos que temos sobre nós e sobre nossa rotina. Além disso podemos chegar até à nos perguntar sobre nossos valores, mas isso é outra história&#8230;</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>O medo em dizer: &#8220;eu quero&#8221;</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/13/o-medo-em-dizer-eu-quero/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2014 14:30:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Prioridades]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não sei como fazer isso. &#8211; Oras, simplesmente diga o que quer, qual o problema em fazer isso? &#8211; Ah&#8230; bem&#8230; se eu soubesse que ele ia aceitar, nenhum, mas ele quase nunca aceita. &#8211; Entendi e qual o problema com isso? &#8211; Bem, ele pode dizer que não quer e eu não consigo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/01/13/o-medo-em-dizer-eu-quero/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O medo em dizer: &#8220;eu quero&#8221;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não sei como fazer isso.</p>
<p>&#8211; Oras, simplesmente diga o que quer, qual o problema em fazer isso?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; bem&#8230; se eu soubesse que ele ia aceitar, nenhum, mas ele quase nunca aceita.</p>
<p>&#8211; Entendi e qual o problema com isso?</p>
<p>&#8211; Bem, ele pode dizer que não quer e eu não consigo dizer que quero ir mesmo assim, ou mesmo sem ele.</p>
<p>&#8211; Entendi, pelo jeito vai ter que aprender. Me diga: quanto de valor tem o seu desejo para você?</p>
<p>&#8211; Eu coloco pouco eu acho.</p>
<p>&#8211; E a companhia dele?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; acho que eu coloco muito valor na companhia dele&#8230; e muito pouco no que eu quero&#8230;</p>
<p>&#8211; Sim, e agora a pergunta mais importante: a companhia dele conseguirá prover você do que você quer sempre?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Então&#8230;</p>
<p>&#8211; Então tenho que aprender a medir melhor o valor que as coisas tem para mim&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos clientes dizem sentir medo em expressar o seu desejo. Medo está intimamente ligado à ignorância. Ignorância é o &#8220;não saber&#8221;.</p>
<p>Pense se você consegue ter medo de algo que você domina, de uma situação ou comportamento no qual você possui confiança? É muito difícil. Em geral sentimos o medo quando não sabemos como lidar com alguma situação.</p>
<p>O problema do medo é que muitas vezes associamos um evento à outro e acabamos &#8220;sentindo medo da coisa errada&#8221;. O caso acima é um destes exemplos. A pessoa não tinha medo de dizer o que queria, mas sim de, ao dizer, perder a companhia do namorado. E porque ela sentia medo disso embora percebesse que o desejo dela lhe era importante? Pois &#8220;ficar com o namorado&#8221; era algo mais valorizado do que &#8220;seguir meu desejo&#8221;.</p>
<p>Assim sendo, com o que ela não sabia lidar, o que, de fato, não conseguia fazer de forma adequada? Priorizar suas necessidades. Para ela qualquer coisa era menos importante do que a companhia do namorado, fica fácil perceber o quanto isso é frágil e a tornava frágil. Com esta pessoa, em específico tivemos que trabalhar para que ela pudesse dar um valor mais adequado às suas necessidades &#8211; incluindo a companhia do namorado &#8211; de forma que ela pudesse cuidar de si em uma maneira à estar bem na sua relação com o namorado.</p>
<p>De uma forma geral tenho visto que quando as pessoas tem medo em expressar o que desejam elas também não sabem ao certo quanto aquele querer é importante para elas, por isso fica a dúvida. Quando a pessoa pensa no que quer e no porque não faz fica uma dúvida entre qual dos dois é mais importante. Enquanto esta dúvida se mantém é muito difícil assumir uma posição, mas quando fica claro qual é mais importante a pessoa, em geral, resolve logo a sua situação.</p>
<p>Como você valoriza as suas prioridades? Coloca os outros e suas necessidades sempre em primeiro lugar? Nunca escuta ninguém? Qual a melhor forma de priorizar as nossas necessidades? Deixo as perguntas para vocês refletirem!</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Hierarquia de critérios</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/10/19/hierarquia-de-criterios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2012 11:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Critérios]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E então meu caro&#8230; eu fiquei preocupado com não ter feito aquelas coisas. Eram importantes para mim sabe? &#8211; Sei sim, mas me conte, o que será que aconteceu para você não fazê-las? &#8211; Eu não sei&#8230; quando vi estava lá e não fiz nada que eu queria. &#8211; Lembre do momento em que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/10/19/hierarquia-de-criterios/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Hierarquia de critérios</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E então meu caro&#8230; eu fiquei preocupado com não ter feito aquelas coisas. Eram importantes para mim sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim, mas me conte, o que será que aconteceu para você não fazê-las?</p>
<p>&#8211; Eu não sei&#8230; quando vi estava lá e não fiz nada que eu queria.</p>
<p>&#8211; Lembre do momento em que você desistiu ou no qual você ficou &#8220;empacado&#8221; entre uma coisa e outra.</p>
<p>&#8211; Ok.</p>
<p>&#8211; O que você pensou? O que você se disse nesse momento?</p>
<p>&#8211; Não sei ao certo, mas pensei que minha família não iria aprovar o que eu queria fazer por um lado e que eu tinha responsabilidades por outro.</p>
<p>&#8211; E daí fazer algo que você &#8220;simplesmente&#8221; queria não batia com a pressão de se sair bem com a família ou com as suas outras responsabilidades?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Perfeito. Podemos dizer, então, que a sua família e as suas responsabilidades entraram em conflito com o seu desejo é isso?</p>
<p>&#8211; É, pode-se dizer assim.</p>
<p>&#8211; Ok, olhe que bacana: você está em um momento no qual se responsabilizar por você é importante e, ao mesmo tempo, terá que reavaliar, ou melhor, re-valorizar alguns outros pontos da sua vida: família e responsabilidades.</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Simples: se fossemos imaginar uma hierarquia me parece que &#8220;família&#8221; e &#8220;responsabilidades&#8221; estariam em cima de &#8220;pessoal&#8221; não é mesmo?</p>
<p>&#8211; (Risos) Ah tá, entendi, é bem assim mesmo! Eu estou em último lugar nesse sentido.</p>
<p>&#8211; Ótimo, o que temos que trabalhar agora é em uma re-hierarquização dos seus critérios entende? Para que o lado &#8220;pessoal&#8221; possa ser expresso sem culpa, com convicção.</p>
<p>&#8211; Entendi!</p>
<p>Criamos nossa vida dando prioridades à alguns temas: família, empresa, amor, profissão. Ao longo dos anos é natural que alguns destes temas sofram alterações em suas importâncias. Isso pode ocorrer por situações que a pessoa passou &#8211; algumas pessoas, depois de um ataque cardíaco que quase os mata colocam a família e os relacionamentos num patamar mais alto que o trabalho &#8211; por mudanças naturais do ciclo da vida &#8211; um casal que coloca a critério &#8220;filho&#8221; em primeiro lugar logo após o nascimento da criança &#8211; ou por mudanças nos objetivos pessoais &#8211; num processo de terapia, por exemplo, a pessoa descobre o prazer em ser mais solta e deseja mudar a forma de trabalhar dando mais valor ao critério &#8220;satisfação pessoal&#8221; do que ao critério &#8220;dinheiro&#8221; ou &#8220;status&#8221;.</p>
<p>Quando estas situações ocorrem é necessário colocar os critérios novamente na balança e negociar consigo próprio o que se quer com cada um deles, mudando muitas vezes a forma de pensar e de se comportar de maneira que &#8211; ao final da negociação &#8211; todos os critérios sejam satisfeitos dentro da uma perspectiva nova de vida que a pessoa criou para si.</p>
<p>Existem várias formas de realizar este processo e cabe ao terapeuta ajudar a pessoa a chegar ao consenso entre suas várias &#8220;partes&#8221; ou em relação aos seus vários critérios de forma que ela faça mudanças de forma pró-ativa e responsável, &#8220;sabendo o que está fazendo&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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