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	<title>Arquivos Família - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Onde está o seu lugar?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/08/18/onde-esta-o-seu-lugar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 21:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas sabe Akim&#8230; eu não sou bem vindo lá. &#8211; Como sabe? &#8211; As pessoas não me tratam da mesma forma que tratam meu irmão, por exemplo. &#8211; Entendo. O que te faz saber que isso é uma evidência de não ser bem vindo? &#8211; Não entendi. &#8211; Será que eles tratam você diferente &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/08/18/onde-esta-o-seu-lugar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Onde está o seu lugar?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas sabe Akim&#8230; eu não sou bem vindo lá.</p>
<p>&#8211; Como sabe?</p>
<p>&#8211; As pessoas não me tratam da mesma forma que tratam meu irmão, por exemplo.</p>
<p>&#8211; Entendo. O que te faz saber que isso é uma evidência de não ser bem vindo?</p>
<p>&#8211; Não entendi.</p>
<p>&#8211; Será que eles tratam você diferente por não quererem você lá ou por outro motivo?</p>
<p>&#8211; Não saberia dizer, nunca perguntei isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sentimento de pertencimento é básico ao desenvolvimento de uma boa saúde mental. Porém compreender qual o nosso lugar nem sempre é uma tarefa simples de resolver.</p>
<p><span id="more-6109"></span></p>
<p>O primeiro grupo no qual buscamos pertencimento é nossa família. Tratamos como &#8220;família&#8221; num primeiro momento as pessoas que estão perto de nós e oferecem abrigo, proteção e alimento. O sentimento de pertencer tem a ver com um determinado lugar que sentimos nos oferecer garantias em relação à nossa sobrevivência e depois à nossa auto estima.</p>
<p>Algumas vezes, para compreender o lugar que temos, é necessário abrir nossa visão e olhar além de nossa família nuclear. Nosso lugar pode estar compreendido quando olhamos a família ampla que inclui nossos tios e avós. O lugar de pertencimento nem sempre está onde achamos que está ou da forma que achamos que deveria estar. O que mascara isso são os conflitos que vão se colocando nas nossas relações ao longo da vida.</p>
<p>O lugar é conquistado de certa forma, pois envolve nosso esforço ativo em buscá-lo. Esta busca não é uma guerra aberta contra a família, pois nada tem a ver com isso. O conhecimento do lugar que ocupamos se dá pelos sentimentos reais sentidos e não por ideias pre concebidas do que deveria ou não ser.</p>
<p>Ao mesmo tempo o lugar é sentido e introjetado. Ao mesmo tempo que precisamos nos esforçar para ver onde estamos, também é importante relaxar para conseguir sentir o que precisa ser sentido. Este trabalho não é sempre fácil. Os conflitos mascaram as nossas intenções assim como a de outras pessoas. É comum que a verdade esteja logo diante de nossos olhos, mas lealdades mal empregadas e sentimentos possam nos impedir de vê-la.</p>
<p>A verdade é que o lugar é algo um tanto selvagem. Não se trata de ideologias ou conceitos sobre como ou o que deve ser feito, mas sim sobre o lugar que é possível se ter dentro de uma família. Olhar a família sem preconceitos é observar a maneira pela qual tudo está estruturado. Isso nos ajuda a compreender onde há lugar.</p>
<p>Um exemplo clássico é quando um filho morre. O próximo filho, quase que invariavelmente, irá ocupar o lugar deste que morreu. É uma questão de estrutura, não de conceitos. É o lugar que está disponível. Outro exemplo é o do primogênito, quando uma família não tem filhos, o primeiro que vier será o primogênito, não existe outro lugar para ele. Todas as expectativas sobre primogênitos recairão sobre ele.</p>
<p>Olhando a família como ela é, também eximimos de culpas aqueles que nela habitam ao nos darem o lugar que temos. Em muitos casos o lugar que recebemos era o único que poderíamos receber. Nosso desenvolvimento posterior reforça ou enfraquece o lugar e as características dele, mas é de lá que viemos. Agradecer o lugar e honrá-lo mesmo quando não gostamos dele é fundamental, pois este é o lugar de onde você veio, este, é o seu lugar.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Protetores da mamãe</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2017/11/13/protetores-da-mamae/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 09:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; é minha mãe! &#8211; Eu sei. &#8211; Então, como que eu vou dizer para ela: &#8220;não&#8221;. &#8211; Eu me lembro de que na última sessão você disse algo sobre a separação deles, você se lembra? &#8211; Sim, que eu não entendo porque eles não se separam. Ela até pode viver sozinha ou &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2017/11/13/protetores-da-mamae/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Protetores da mamãe</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; é minha mãe!</p>
<p>&#8211; Eu sei.</p>
<p>&#8211; Então, como que eu vou dizer para ela: &#8220;não&#8221;.</p>
<p>&#8211; Eu me lembro de que na última sessão você disse algo sobre a separação deles, você se lembra?</p>
<p>&#8211; Sim, que eu não entendo porque eles não se separam. Ela até pode viver sozinha ou comigo se quiser, já falei isso para ela.</p>
<p>&#8211; Então&#8230; porque ela não se separa? Ela tem tudo o que precisa não tem?</p>
<p>&#8211; Essa pergunta parece pegadinha.</p>
<p>&#8211; E é. Ela tem tudo o que precisa.</p>
<p>&#8211; Ela só não quer?</p>
<p>&#8211; É.</p>
<p>&#8211; Porque Akim, não consigo entender.</p>
<p>&#8211; Consegue. Você não consegue aceitar.</p>
<p>&#8211; Porque ela escolheu meu pai&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os filhos sempre desejam servir à família. As crianças assumem fardos, culpas e obrigações por seus pais e irmãos porque os amam. Elas não tem outras referências e desejam pertencer ao grupo familiar. O amor, unido à estes elementos faz um &#8220;amar cego&#8221; e cria emaranhamentos fortes. Uma dinâmica comum são os &#8220;protetores da mamãe&#8221;.</p>
<p><span id="more-6800"></span></p>
<p>Filhos que protegem a mãe não evoluem. Esta frase dura precisa ser adequadamente entendida. Refere-se à uma dinâmica emocional e psicológica que coloca o filho como o protetor da mãe. Ora, se lhe cabe proteger a mãe, como ele poderá deixá-la? Como poderá &#8220;sair do ninho&#8221;? Não poderá. Esta é a verdade. A criança abdica de seu desenvolvimento para manter-se fiel à mãe protegendo-a contra o aquilo que julga lhe causar mal. A realidade deste &#8220;mal&#8221; ou a incapacidade da mãe em proteger-se são fatores que não são avaliados, ele se tornam inerentes à crença de que a mãe precisa ser protegida. A criança se arroga e se coloca acima da mãe e, muitas vezes, contra o pai.</p>
<p>Algumas vezes não e apenas a criança quem faz o movimento. A mãe também se coloca como vítima de sua própria vida e escolhas e deseja o filho como seu protetor. Desta forma o ciclo se fecha. Em geral, esta dinâmica traz o pai como vilão. Assim sendo, mãe e filhos precisam criar um &#8220;time&#8221; contra o pai. Aquele que protege a mãe precisa ferir e defendê-la do pai. Paradoxalmente, porém, a mãe deste tipo de dinâmica nunca deixa o convívio com o pai. Ela nunca se afasta. Mesmo em situações nas quais pode, financeiramente falando, se sustentar sozinha, ela permanece. Este dilema atordoa muitos filhos e filhas protetores. &#8220;Porque ela não se separa?&#8221;, me perguntam indignados. E ainda afirmam: &#8220;eu já disse que eles podem e até devem fazer isso&#8221;.</p>
<p>A pergunta traz à tona, de maneira disfarçada, a realidade oculta da relação entre os pais. O fato é que a busca da mãe deste tipo de dinâmica não é proteção, mas sim poder. Ela não deseja afastar-se do homem, deseja controlá-lo afim de que ele lhe sirva tal como quer. O controle e disputa pelo poder é o tema da relação entre eles. Nenhum dos dois cede, porém a mãe tenta trazer os filhos ao embate afim de &#8220;ganhar&#8221; a disputa. Obviamente, nenhum dos dois lado vence. O que ocorre é que o pai se afasta ainda mais, cria-se uma barreira de gelo entre a mãe e os filhos e o pai. As agressões podem ser tornar quentes ou frias, mas a distância se mantém. Paradoxalmente, esta distância é o que mantém a relação.</p>
<p>Assim sendo, os filhos protetores precisam ficar em guarda o tempo todo como guardiões dessa distância. Eles se intrometem no meio dos pais achando que vão mudar alguma coisa. Nunca o fazem. Com isso também não conseguem se desprender para viver a sua própria vida. O senso de culpa que guardam em segredo por atacar o pai os impede. Quando realizam a noção de que a mãe escolheu o pai e que é ela quem deve lidar com a relação, podem se libertar. A arrogância vivida até então se mostra em culpa por ter ido além de seu domínio como filho. Se a pessoa consegue assumir a culpa e sai do meio dos pais aceitando ambos como são e a relação deles tal como é, pode aceitar a vida que eles lhe deram. Com isso, pode partir.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Sacrifícios</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2017/05/12/sacrificios-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2017 11:54:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu deixei eles fazerem. &#8211; O que te motivou à isso? &#8211; Eu não queria arranjar encrenca sabe? &#8211; Sim. &#8211; Mas depois eles foram muito além, começaram a fazer arruaça e mexer em coisas que não deviam. &#8211; Deviam sim. &#8211; Como assim? &#8211; Ora, você permitiu, disse &#8220;deixo vocês fazerem isso&#8221;. &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2017/05/12/sacrificios-2/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sacrifícios</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu deixei eles fazerem.</p>
<p>&#8211; O que te motivou à isso?</p>
<p>&#8211; Eu não queria arranjar encrenca sabe?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Mas depois eles foram muito além, começaram a fazer arruaça e mexer em coisas que não deviam.</p>
<p>&#8211; Deviam sim.</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Ora, você permitiu, disse &#8220;deixo vocês fazerem isso&#8221;.</p>
<p>&#8211; Mas não tudo né?</p>
<p>&#8211; Isso não foi colocado como cláusula. A cláusula foi: permito à eles fazerem isso para eu não arranjar encrenca. Você conseguiu isso?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Então não foi uma boa troca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sacrifício é um tema comum em nossa cultura. Abrir mão da própria vida ou felicidade em prol de uma recompensa para si ou para o outro é uma ideia enraizada na nossa maneira de pensar. Porém este raciocínio pode trazer mais danos do que benefícios.</p>
<p><span id="more-6451"></span></p>
<p>Muitos de meus clientes traziam nesta ideia a principal de suas queixas. Pais, filhos, amantes que abrem mão de suas felicidades pessoais afim de conquistar algo sempre trazem dor em seus relatos. A dor pode se tornar amargura e, por fim, depressão. A vida não vivida, ou seja, aquela da qual a pessoa abre mão, reclama o seu lugar ao passar dos anos. Se o sacrifício não foi feito da maneira correta, isso apenas trará problemas.</p>
<p>Este ato contém muito de amor. Porém, como já disse em outras postagens, o amor, por si só, não basta. Não é verdadeiro que o amor constrói tudo. Acreditar nisso é ser ingênuo. No caso do sacrifício, abrir mão de alguma coisa para que outra ocorre é, na verdade, um raciocínio do tipo causa-consequência. Nesse sentido é importante verificar se aquilo que se deseja como consequência realmente pode ser ligado à causa, no caso o sacrifício.</p>
<p>Em meu trabalho pouquíssimas vezes vi este raciocínio sendo alicerçado da forma correta. Em geral escuto coisas como: &#8220;não quero brigar com ninguém (causa) para não perder a minha paz (consequência)&#8221;, &#8220;eu não compro as coisas que eu quero (causa) para que eles aprendam o valor do dinheiro (consequência)&#8221; ou &#8220;não me importo em cuidar de mim (causa), mas queria que todos cuidassem de si (consequência). Basta olhar para estas relações para perceber que a causa não traz a consequência.</p>
<p>Todos os sacrifícios descritos acima são meras fantasias infantis. Criadas nas melhores intenções, porém sem pé na realidade. Esse é o problema com a maior parte dos sacrifícios: eles são baseados em fantasias inadequadas, geralmente, infantis. O ato do sacrifício leva à morte. A morte de algo que trará benção sobre aqueles que performaram o sacrifício. Assim sendo todo sacrifício é feito em prol de si e não do outro. Essa realidade é sempre negada por quem faz os sacrifícios, por mais que a pessoa deixe isso explícito.</p>
<p>Sacrifícios também são formas de lealdade para com alguém que amamos. É possível desejar abir mão de uma parte de nossa felicidade para trazer felicidade à outra pessoa ou buscar interferir em algum destino nefasto. Porém, novamente, o sacrifício apenas deseja evitar o inevitável. É a mesma barganha entre perder algo importante de um lado para ganhar algo de outro. Essa barganha não funciona porque ela está baseada em fantasias.</p>
<p>Assim sendo, ao invés de tentar, por meio destes sacrifícios, atingir algo é mais interessante lembrar da frase de Santo Agostinho: &#8220;reze como se tudo dependesse de Deus. Trabalhe como se tudo dependesse de você&#8221;. Assim sendo, é importante ter as atitudes corretas frente ao que queremos. Tomando os exemplos acima: se quer paz, aprenda a se defender, se quer filhos economicamente responsáveis, ensine-os à trabalhar, se quer que os outros se cuidem, de o exemplo. E acima de tudo: aprenda a deixar cada um com seu destino particular. Em geral queremos alterar o destino das pessoas ao invés de tomar conta do nosso. Essa invasão além de ser arrogante também nos faz ver o outro como incapaz e isso nunca ajudou ninguém.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Filho grande, filho pequeno</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/08/29/filho-grande-filho-pequeno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2016 10:35:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas e meu pai? &#8211; O que tem ele? &#8211; Ele não vai gostar disso. &#8211; Não, não vai. &#8211; Então? &#160; &#8211; Não vou estar desrespeitando ele? &#8211; Não sei, vai? É algo que você vai fazer contra ele? &#8211; Não. &#8211; Então? Há falta de respeito ou apenas divergência de opiniões? &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/08/29/filho-grande-filho-pequeno/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Filho grande, filho pequeno</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas e meu pai?</p>
<p>&#8211; O que tem ele?</p>
<p>&#8211; Ele não vai gostar disso.</p>
<p>&#8211; Não, não vai.</p>
<p>&#8211; Então?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; Não vou estar desrespeitando ele?</p>
<p>&#8211; Não sei, vai? É algo que você vai fazer contra ele?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Então? Há falta de respeito ou apenas divergência de opiniões?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O respeito pelos pais é importante, mas quando é que respeito se torna dependência? Quando a relação de proximidade se mostra, na verdade, uma relação que impede o crescimento?</p>
<p><span id="more-5772"></span></p>
<p>Quem lhe diz como é ser filho? Se seus pais ainda são os responsáveis pelo que é ser filho, você é o que chamo de &#8220;filho pequeno&#8221;. Há um momento em que todos nós somos filhos pequenos, ou seja, estamos aprendendo a ser gente e a ser filho. São nossos pais quem nos instruem a respeito disso, eles nos ensinam o que é ser um bom filho e como agir para ser uma boa pessoa.</p>
<p>Com o passar do tempo, espera-se que a pessoa aprenda a desenvolver percepções próprias, alheias a vontade dos pais. Quando uma pessoa consegue pensar por si só, agir e assumir as consequências de suas ações dizemos que ela está se tornando adulta. Este é o desenvolvimento esperado para o ser humano: sair de uma condição de absoluta dependência para uma de interdependência com outros seres humanos e de responsabilidade pela sua sobrevivência.</p>
<p>Isso vale, também, para os papéis que a pessoa desempenha. O papel de filho é um deles, muitas pessoas são percebidas como adultos, mas quando chegam na casa dos pais, voltam a ser crianças. Tornar-se um &#8220;filho grande&#8221;, significa assumir uma visão pessoal do que é ser um bom filho ou não. Não é mais o pai quem diz o que é ser um bom filho, mas o próprio filho. Assumir a sua própria noção daquilo que é ser um filho é preparar-se para se tornar pai ou mãe.</p>
<p>O &#8220;filho pequeno&#8221; é aquele adulto cuja atitude frente aos pais ainda está subordinada aos pais. O filho grande é aquele que se apoderou de sua atitude frente aos pais. Muitas relações com pais são nocivas no sentido de que de alguma forma a pessoa nunca cresce. Nesse sentido, o carinho que existe entre pais e filhos se torna perigoso porque exige algo impossível: que a criança seja sempre criança. É perigoso porque cria uma ilusão que alimenta um estado de dependência que não é desejável no adulto.</p>
<p>Lembrar da infância e celebrar o tempo passado com o que ele teve de bom, entendendo que ele terminou e deu lugar à novas fases que também trouxeram coisas boas é um caminho saudável para o desenvolvimento humano. Manter a ilusão de que &#8220;tudo voltará a ser como antes&#8221; é nutrir dependência e uma expectativa irrealista que nega o presente e o futuro como condições da vida assim como aquilo que pode vir de bom desses momentos temporais.</p>
<p>Tornar-se um filho grande não tem a ver apenas com as características materiais como morar fora de casa e sustentar o seu estilo de vida. Envolve as questões emocionais de assumir-se adulto, em ver os pais como pessoas que estão envelhecendo e não são mais os pais de antigamente, lidar com possíveis culpas e medos em sair de casa e em organizar um novo papel de filho que não lhe permite mais ser dependente dos pais, mas, interdependente com eles.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Contribuindo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 10:08:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mas Akim eu não aguento mais! Eu sei! Eu realmente sei! Então!? O que eu faço!? Você está disposta à deixar eles resolverem seus problemas? Ou ainda vai ficar de galinha choca? Eu não consigo!! Eles não sabem se acertar! Também concordo, mas ficar acertando eles por eles também não é ajuda-los. É, na melhor &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/08/22/contribuindo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Contribuindo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<li>Mas Akim eu não aguento mais!</li>
<li>Eu sei! Eu realmente sei!</li>
<li>Então!? O que eu faço!?</li>
<li>Você está disposta à deixar eles resolverem seus problemas? Ou ainda vai ficar de galinha choca?</li>
<li>Eu não consigo!! Eles não sabem se acertar!</li>
<li>Também concordo, mas ficar acertando eles por eles também não é ajuda-los. É, na melhor das hipóteses se ajudar&#8230; a diminuir a tua angústia.</li>
<li>Ai&#8230; é muito complicado isso&#8230;</li>
<li>É simples, na verdade. Deixará ou não eles se virarem?</li>
<li>É&#8230; simples e difícil!</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Talvez um dos aprendizados mais importantes que as pessoas podem ter em terapia é que elas contribuem para os resultados que estão tendo em suas vidas.</p>
<p>Aprender isso significa aprender a se responsabilizar. A responsabilidade não é sinônimo de culpa, mas sim de uma reação de causa e efeito sobre o que a pessoa fez e o resultado que isso lhe trouxe em determinado contexto. Embora você possa dizer: mas isso é meio óbvio, a a verdade é que usei este tema em praticamente todos os atendimentos que fiz. Porque?</p>
<p>Ocorre que aquilo que está dando errado em nossas vidas nem sempre está muito consciente para nós. Agimos no piloto automático do aprendizado que tivemos ao longo da vida. Assim as contribuições que damos para a nossa própria tragédia, neste sentido, nem sequer são percebidas por nós, fazem &#8220;parte do jogo&#8221;.</p>
<p>A teoria dos jogos ajudou muito a compreensão de dinâmicas familiares dentro da psicologia. Compreender que cada um dos componentes de uma família faz parte de um jogo (chamado família ou &#8220;dinâmica familiar&#8221;) nos ajuda a buscar compreender o sentido do comportamento de cada uma das pessoas. Aí é que a coisa se torna divertida porque ao invés de analisarmos apenas um indivíduo isoladamente, o vemos dentro de um sistema. Aquilo que a pessoa faz tem implicações para ela e para o grupo.</p>
<p>Então é que a pessoa que é a mais prestativa pode, por exemplo, ser a pessoa que está guardando um segredo da família. Ela carrega a família nos ombros, mas isso não faz bem nem para ela e nem para a família que permanece dependente dela. Esta dependência, é, por outro lado, a força que essa pessoa tem porque, sem isso, imagina que a família poderia se desintegrar e ela terminar sozinha. O dilema que ela vive é o de nunca ter tempo para si, estar sempre preocupada com os outros, porém enquanto ela mantém o segredo com ela, fazendo com que ninguém possa saber daquilo e tornem-se dependentes dela, acaba por contribuir com o seu próprio &#8220;inferno pessoal&#8221;.</p>
<p>O interessante é que o oposto é também verdadeiro. Ou seja, se por um lado temos um ciclo vicioso que mantém o jogo funcionando em torno de algo que é nocivo para todos, é possível, também, criar bons ciclos ou ciclos virtuosos que tornem o jogo uma dinâmica alegre e funcional visando o desenvolvimento de cada um dos integrantes e da família como um todo. O que é uma família virtuosa? Ninguém ousaria dizer hoje, existem certas discordâncias em torno desta questão, porém alguns itens são consenso.</p>
<p>Um deles que é o que eu sempre adoto como ponto fundamental é o da individualização. Ou seja, podemos entender que uma família está indo numa boa direção quando seus membros conseguem ter um desenvolvimento pessoal pleno e ser respeitado em sua individualidade constituindo uma relação com os outros membros da família. Ser uma pessoa individual, respeitar a individualidade do outro e conseguir relacionar-se com ela de alguma maneira, eis o ponto.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Não é estranho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 11:54:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu não sei o que fazer com as minhas meninas&#8230; elas não me respeitam! É muito interessante ouvir você dizendo isso sabia? Ah é, porque? Bem, até onde você me conta de você, na sua empresa você é respeitadíssimo não é mesmo? Sim&#8230; lá eu sou, mas em casa&#8230; O que você faz na &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/04/25/nao-e-estranho/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Não é estranho?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/mnlogo.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-1782" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/mnlogo.jpg" alt="MNLOGO" width="393" height="293" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Eu não sei o que fazer com as minhas meninas&#8230; elas não me respeitam!</p>
</li>
<li>
<p>É muito interessante ouvir você dizendo isso sabia?</p>
</li>
<li>
<p>Ah é, porque?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, até onde você me conta de você, na sua empresa você é respeitadíssimo não é mesmo?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; lá eu sou, mas em casa&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>O que você faz na empresa que não faz em casa?</p>
</li>
<li>
<p>Imponho respeito?</p>
</li>
<li>
<p>Sim, mas, de que forma?</p>
</li>
<li>
<p>Ah&#8230; sei lá&#8230; pensando bem&#8230; no trabalho eu sou claro com as regras e quero vê-las cumpridas, já em casa sou meio manteiga derretida sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Claro que sim, derrete todo o respeito que elas poderiam ter com você não é mesmo?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; bem&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>A sua família precisa de você meu caro! Precisa saber que você quer ser respeitado, tem boas ideias com regras boas para serem seguidas. Suas filhas precisam da sua orientação, e não estão dando o respeito à você, porque você não está entregando isso à elas!</p>
</li>
<li>
<p>Entendi&#8230; só fazer a mesma coisa do trabalho em casa?</p>
</li>
<li>
<p>Só assumir o seu papel de &#8220;merecedor de respeito&#8221; e aí sim fazer a mesma coisa, que tal?</p>
</li>
<li>
<p>Parece bom&#8230; vou fazer!!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é estranho que tem pessoas que tem comportamentos ótimos no trabalho e não em casa? Ou até, pessoas que organizam a vida pessoal, de um marido e mais três filhos, mas não desenvolvem a sua vida profissional por &#8220;falta de organização&#8221;? Não é interessante que temos comportamentos muito bons em uma área os quais deixamos só lá sem levar para as outras?</p>
<p>Se você se identificou com isso, este post é para você!</p>
<p>Pensemos no seguinte: em primeiro lugar o contexto no qual estamos faz toda a diferença para nós. Muitas pessoas aprendem que trabalho é lugar para trabalhar e em casa para descansar. Obviamente com esta concepção fica difícil levar comportamentos do trabalho para casa e vice-versa. Esta crença limita o &#8220;tráfego&#8221; de comportamentos e recursos mesmo que sejam úteis. Assim pare um minuto para pensar sobre como você pensa os diferentes ambientes nos quais vive. Casa é lugar para fazer o que? Trabalho? Clube? Biblioteca? Café? Como você pensa cada um dos lugares poderá dar uma dica preciosa do que te faz não levar ou trazer alguns comportamentos importantes de um lugar para outro.</p>
<p>Pode ser o caso, também, da pessoa se identificar de maneiras diferentes. Lá no meu trabalho eu sou &#8220;o rei do pedaço&#8221;, mas em casa minha mulher me trata como seu eu fosse &#8220;o cara que joga o lixo para fora&#8221;. Ou então, &#8220;no meu trabalho as minhas colegas me respeitam pelas minhas conquistas&#8221;, mas meu marido me diz que eu sou &#8220;a mulherzinha&#8221; dele. Como numa peça de teatro, diferentes identidades &#8211; ou papéis &#8211; pedem comportamentos específicos para quem o interpreta. Se a pessoa &#8220;veste&#8221; o personagem, também será difícil ter o mesmo comportamento em contextos diferentes. Quem é você em casa? No trabalho?</p>
<p>Outro caso não tem a ver com o comportamento, mas sim pela forma pela qual ele é executado. Um sargento aposentado, por exemplo, pode ter problemas em se adaptar à sua casa se ele achar que irá dar ordens à mulher e aos filhos. Porém se o comportamento de &#8220;ordem e disciplina&#8221; for ajustado às regras da vida civil ele poderá ter uma bela oficina em casa, poderá ajudar a mulher à organizar as compras do mercado, arrumar as roupas e a organização com maestria o churrasco da família.</p>
<p>É importante, também, dar um parâmetro importante sobre este tema: o mais importante não é comportamento em si, mas sim o benefício que ele irá trazer à pessoa e às pessoas com quem ela convive depois de executado. Foi como eu disse ao pai do exemplo: as filhas estava precisando dele, mas ele não estava dando à elas algo importante: limites. Se ele o fizesse todos teriam muito à lucrar na situação. Esta noção de ganho é importante de ser pensada, pois, muitas vezes as pessoas não tem um comportamento adequado por comodismo, ou seja, se criaram num ambiente em que o comportamento não era executado e nunca pararam para pensar no quanto ele poderia ser útil e necessário. No caso do pai acima isso era verdadeiro: seu pai nunca lhe dera bons limites e ele nunca entendeu a função disso para a criação de filhos, embora ele mesmo tenha se tornado uma pessoa com bons limites.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Ninho vazio</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/07/03/ninho-vazio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2013 11:23:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Síndrome do ninho vazio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Estou meio chateada com o meu filho sabe? Meio desesperada com muitas coisas na verdade&#8230; &#8211; Me conte o que ocorre com ele &#8211; Ele não para mais em casa&#8230; na verdade&#8230; neste último feriado ele nem ficou com a gente, foi lá para a casa da namorada sabe? &#8211; Sei&#8230; aquela namorada que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/07/03/ninho-vazio/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ninho vazio</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Estou meio chateada com o meu filho sabe? Meio desesperada com muitas coisas na verdade&#8230;</p>
<p>&#8211; Me conte o que ocorre com ele</p>
<p>&#8211; Ele não para mais em casa&#8230; na verdade&#8230; neste último feriado ele nem ficou com a gente, foi lá para a casa da namorada sabe?</p>
<p>&#8211; Sei&#8230; aquela namorada que convidou ele para morar junto com ela?</p>
<p>&#8211; Essa mesma! Ele não tem idade para isso&#8230; E ele fica me enfrentando sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim&#8230; porque será?</p>
<p>&#8211; Porque ele é um mal-agradecido, fiz tudo por ele, dediquei a minha vida e agora recebo isso: jantar na casa da namorada!</p>
<p>&#8211; E a sua vida, como está?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; A SUA vida&#8230; sabe, aquela que não tem a ver com o seu filho&#8230;</p>
<p>&#8211; Ah Akim, nem sei mais o que é isso&#8230; depois que eles nasceram, nunca mais tive vida própria&#8230;</p>
<p>&#8211; Então, acho que o seu filho está dizendo que está na hora de você voltar à ter</p>
<p>&#8211; Ele me disse isso</p>
<p>&#8211; Porque não encarar isso como um elogio? Sabe: ele foi tão bem educado que agora está conseguindo ir sozinho para a vida, alçar voo do ninho da águia mãe para fazer o dele e a águia mãe é você! Quem sabe ela não merece uma recompensa &#8211; dada por ela mesma &#8211; nesta fase da vida para comemorar o sucesso?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; nunca pensei desse jeito&#8230;</p>
<p>Eu faço uma comparação tosca &#8211; tosca mesmo &#8211; entre filhos e empresas. Se uma empresa depois de uns 4, 5 anos ainda precisa do fundador do mesmo jeito que precisava no primeiro ano alguma coisa está errada, com filhos é a mesma coisa: se a criança mantém a dependência dos pais enquanto o tempo vai passando, algo está errado, pois a ideia é que ela vá se tornar cada vez mais independente.</p>
<p>Os filhos crescem e se desenvolvem e quanto melhor o trabalho for feito, mais eles terão vontades próprias, mais eles terão desejos e mais eles vão concretizar os seus sonhos. Isso no entanto, culminará em um momento no qual o filho diz aos pais: &#8220;vou voar&#8221;. E aí o tal do &#8220;ninho&#8221; fica com um passarinho à menos.</p>
<p>Esta é uma fase importante e que gera um certo estresse no sentido de que toda a família precisa se adaptar à nova fase. Muitas famílias tendem à sabotar o processo, colocar dificuldades e desqualificar as iniciativas pessoais da pessoa o que é problemático. Famílias que trabalham bem com este momento geralmente possuem uma percepção clara de que o fato do filho desejar sair de casa não tem relação pessoal com os progenitores, apenas faz parte do processo.</p>
<p>No caso que citei acima coloquei uma redefinição que acho muito útil nestes momentos que diz que o filho sair de casa deve ser algo comemorado, pois quer dizer que tudo está correndo muito bem. Assim como o dono da empresa pode relaxar e ir atrás de outros horizontes quando a empresa anda sem ele! Apoiar o filho em suas primeiras tentativas fora de casa é algo importante. Apoiar não quer dizer &#8220;fazer por&#8221;, mas sim estar presente como um porto seguro, como um conselheiro, como alguém com quem contar e permitir que a pessoa faça o seu caminho. Poder sair de casa sem raiva, sem culpa e sabendo que estão todos torcendo por você é a melhor forma de fazê-lo. Mas&#8230; e quem fica?</p>
<p>Quem fica &#8211; os pais &#8211; devem saber que este momento chegará e o que ele representa para eles agora. A saída dos filhos pode ser entendida como a fase na qual as pessoas vão começar a modificar a forma de viver. Quanto mais os pais abdicaram da vida pessoal e marital em função dos filhos maiores serão os problemas para quem fica, pois a sua identidade de &#8220;pai&#8221; ou &#8220;mãe&#8221; acaba ficando muito forte, muito enraizada e a pessoa sofre muito com a saída dos filhos, acha-os injustos e fica com raiva de um processo que é natural. Para estas pessoas é importante lembrar que sair de casa é algo esperado e que ele deve sempre tomar conta de sua própria vida: ter hobbies, atividades, amigos, interesses pessoais independente dos filhos. Para quem é muito enraizado nos filhos pense da seguinte forma: o que aconteceria se seu filho morresse? &#8211; Não, não desejo isso para ninguém, é apenas exercício mental &#8211; quando alguém morre temos que retomar nossas vidas, reencontrar nosso sentido de viver por mais difícil que isso seja.</p>
<p>Assim, para todas as famílias é importante de pensar antecipadamente neste momento para que ele seja o que é: a demonstração de que o filho cresceu e o sistema familiar pode comemorar isso! Os pais devem sempre ter as suas vidas particulares e maritais para que a saída do filho seja meno dolorosa possível e mais alegre possível!</p>
<p>Abraço</p>
<p>visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>A vida da família</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/02/22/a-vida-da-familia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 13:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Fases de vida da família]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Vida em família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marido (Mo) &#8211; Pois é Akim, agora estou entendo o que você está me dizendo&#8230; e concordo contigo sabe? A gente não teve muito tempo mesmo para ser marido e mulher&#8230; Esposa (Es) &#8211; É&#8230; o nosso filho veio bem cedo&#8230; eu&#8230; a gente ama ele, de verdade, mas nunca tivemos mesmo o tempo para &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/02/22/a-vida-da-familia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">A vida da família</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2013/02/22/a-vida-da-familia/">A vida da família</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Marido (Mo) &#8211; Pois é Akim, agora estou entendo o que você está me dizendo&#8230; e concordo contigo sabe? A gente não teve muito tempo mesmo para ser marido e mulher&#8230;</p>
<p>Esposa (Es) &#8211; É&#8230; o nosso filho veio bem cedo&#8230; eu&#8230; a gente ama ele, de verdade, mas nunca tivemos mesmo o tempo para nós dois nos curtirmos&#8230; até os noivinhos do nosso bolo de casamento: a noiva estava grávida no bolo!</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; e agora o garotão está numa fase de abrir as asas e alçar voo não é?</p>
<p>Mo &#8211; É&#8230;</p>
<p>Es &#8211; Sim&#8230; e agora, como nós ficamos?</p>
<p>&#8211; Então gente, o que vocês entendem que devem fazer agora? Os conflitos de vocês tem a ver com a vida natural da família: os filhos crescem e se vão, logo, os pais devem fazer o que?</p>
<p>Mo &#8211; bom&#8230; acho que se a gente não se aproveitou antes está na hora de fazer isso agora não é?</p>
<p>&#8211; O que vocês acham?</p>
<p>Es &#8211; Eu acho que vai ser um tanto difícil, mas acho que é isso mesmo&#8230; eu fiquei muito tempo como mãe&#8230; nem sei se sei ser mulher de novo!</p>
<p>Mo &#8211; Sabe sim&#8230; a gente aprende junto!</p>
<p>&#8211; Opa, que bacana! É isso mesmo, gostei que você falou isso (esposa), vai ser um desafio de fato o importante é vocês buscarem nesse desafio a intimidade de vocês.</p>
<p>Es &#8211; É, eu entendo acho até que com o tempo vai ficar divertido.</p>
<p>Falamos de fases da vida&#8230; geralmente pensamos em pessoas quando pensamos isso, no entanto famílias também possuem &#8220;fases da vida&#8221;. Cada fase marcada por &#8220;tarefas&#8221; específicas que devem ser realizadas quando buscamos a criação de um ambiente e um relacionamento saudável e feliz.</p>
<p>A família que apresentei aqui estava em uma fase na qual o filho estava &#8220;alçando voo&#8221;, ou seja, indo criar o seu mundo. Os problemas da família decorriam disso porque precisavam renegociar o estilo de vida que levavam até agora, questões como dormir fora de casa, dinheiro, casa própria, trabalho se tornam importantes neste momento da vida e é importante que sejam discutidas e negociadas.</p>
<p>Junto com isso um outro fator: o casal que até então tinham sido muito &#8220;pai e mãe&#8221; agora poderiam ser mais &#8220;marido e mulher&#8221;. É interessante, mas aqui também existem novas negociações e novos limites: cada um dos dois envelheceu, teve novos aprendizados e talvez deseje elementos diferentes de uma relação do que à 20 anos atrás. Tudo isso faz o casal precisar desenvolver uma nova intimidade, novas atividades e interesses.</p>
<p>Qual a fase na qual a sua família se encontra? Começando a vida à dois? Bebe à caminho? Filhos pequenos ou já crescidinhos? Filhos indo embora? Pense na sua família como se fosse uma pessoa e você vai começar a perceber que ela possui fases e que cada fase precisa de um cuidado específico isso ajuda muito a entender e resolver pequenos problema do cotidiano.</p>
<p>Abraço</p>
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