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	<title>Arquivos Filosofia - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Essa tal liberdade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2020/01/20/essa-tal-liberdade-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2020 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E vou perder minha liberdade desse jeito? Ah, pare, quem ela pensa que é! &#8211; &#8220;Perder a liberdade&#8221;? &#8211; Sim, vem me colocando regras! O que ela pensa. &#8211; Talvez, que esteja em uma relação. &#8211; Sim, mas ela não é minha dona. &#8211; Não, mas não me parece isso que ela está propondo. &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/01/20/essa-tal-liberdade-2/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Essa tal liberdade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E vou perder minha liberdade desse jeito? Ah, pare, quem ela pensa que é!</p>
<p>&#8211; &#8220;Perder a liberdade&#8221;?</p>
<p>&#8211; Sim, vem me colocando regras! O que ela pensa.</p>
<p>&#8211; Talvez, que esteja em uma relação.</p>
<p>&#8211; Sim, mas ela não é minha dona.</p>
<p>&#8211; Não, mas não me parece isso que ela está propondo.</p>
<p>&#8211; Como não?! Querendo dizer que eu não posso mais fazer as minhas coisas como eu fazia antes.</p>
<p>&#8211; Ela está dizendo isso, ou dizendo que em uma relação com ela, ela desejaria que as coisas fossem diferentes?</p>
<p>&#8211; Se ela quer diferente, porque não procura outro cara?</p>
<p>&#8211; Quem sabe você deveria usar da sua suposta liberdade e procurar outra mulher então?</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; mas&#8230; e se eu quiser ficar com ela?</p>
<p>&#8211; Então vai ter que usar da sua liberdade para entender que com esta escolha vem estas consequências. E que é você quem está escolhendo isso para você. E não uma &#8220;pobre vítima&#8221; que está perdendo sua liberdade.</p>
<p>Um dos temas que mais gosto de trabalhar é a liberdade. Esta palavra e as crenças que dela surgem tem sofrido grande deturpação, o que faz com que as pessoas se comportem de maneira a &#8220;parecer&#8221; livres, quando, na verdade, a liberdade é uma questão de &#8220;ser&#8221; livre. E em relação à este tema as aparências enganam e muito.</p>
<p><span id="more-7009"></span></p>
<p>Quase todas as pessoas para quem pergunto: &#8220;o que é liberdade?&#8221;, respondem: fazer o que eu quero, quando quero. Já discorri sobre o tema deixando claro que isso é uma grande confusão com outra palavra: onipotência. A liberdade não tem nada a ver com a competência para executar determinado desejo ou aspiração, mas sim em ser livre para buscar por isso. Assim sendo, a liberdade não pode ter a ver com &#8220;fazer tudo o que quero, quando quero&#8221; por um outro fator: quem faz tudo o que quer quando quer, não pode, de verdade escolher, logo não pode ser livre.</p>
<p>Soa paradoxal dizer que quem faz tudo o que quer, quando quer não é livre? Pois é. Isso se deve à confusão que temos com a onipotência. Fazer tudo o que quer quando quer, envolve além da impotência, o impulso. Estas duas características sempre foram atribuídas aos deuses: poderosos e impulsivos. A impulsividade não faz de ninguém dono de sua escolha, mas sim, um servo dela. Com isso em mente, sabemos que para escolher de verdade é necessário o comprometimento. Liberdade e compromisso caminham de mãos dadas.</p>
<p>Porém em uma sociedade de consumo, confunde-se a escolha da pessoa livre (que envolve compromisso), com a escolha impulsiva (que tem a ver com o consumismo). Neste caso as pessoas acham que ser livre é ficar escolhendo a toda hora o que lhe traz mais vantagens e ponto. Como num grande supermercado da vida onde você joga fora uma lata de relacionamento e a troca por outro com o preço mais barato (pague um, leve dois). Isso é a deturpação da liberdade, pois a foca no impulso e não no compromisso.</p>
<p>Além disso o foco também está localizado no externo e nos prazeres, de forma exclusiva. Então o ato de escolher está ligado exclusivamente àquilo que está sendo oferecido. É óbvio que só podemos escolher com base naquilo que existe, porém, o interno também é algo que existe. Este é o caso de pessoas que inventaram o que existe hoje. Elas se dedicaram a criar carros, aviões e uma infinidade de coisas. Como elas não existiam antes, o que advém é que o compromisso foi com uma visão interna.</p>
<p>Portanto, o conceito de liberdade que temos hoje enquanto cultura, nos aprisiona nos impulsos consumistas que tanto queremos ver satisfeitos apenas para atestar (com profundo pânico sempre negado) que estas escolhas não saciaram nossa alma (e nem poderiam, visto que não foram gestadas pela alma). Os existencialistas já colocaram que somos livres para escolher as prisões nas quais vamos viver. A escolha consumista é triste não pelo fato do excessivo uso do capital para investir em coisas, mas sim, no fato de que essas coisas não refletem nada da essência da pessoa que não as escolheu, apenas as pegou porque era &#8220;black friday&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>O bom e o importante</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/09/09/o-bom-e-o-importante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2016 10:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim e se eu gosto? &#8211; Irrelevante. &#8211; Caramba! Como assim irrelevante? &#8211; Irrelevante oras, o seu gosto não tem nada a ver com o assunto que estamos tratando. &#8211; Como que não!? &#8211; Ora, é simples, você está falando sobre o que funciona para estudar, o que você faz e &#8220;gosta&#8221;, não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/09/09/o-bom-e-o-importante/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O bom e o importante</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim e se eu gosto?</p>
<p>&#8211; Irrelevante.</p>
<p>&#8211; Caramba! Como assim irrelevante?</p>
<p>&#8211; Irrelevante oras, o seu gosto não tem nada a ver com o assunto que estamos tratando.</p>
<p>&#8211; Como que não!?</p>
<p>&#8211; Ora, é simples, você está falando sobre o que funciona para estudar, o que você faz e &#8220;gosta&#8221;, não funciona, simples assim.</p>
<p>&#8211; Como você sabe?</p>
<p>&#8211; Como estão suas notas e apreensão do conteúdo?</p>
<p>&#8211; Péssimas.</p>
<p>&#8211; Por isso.</p>
<p>O que importa é bom? O que é bom é aquilo que importa? Afinal, há diferença entre  o que gostamos e o que é importante?</p>
<p><span id="more-5708"></span></p>
<p>Na cultura do consumo, a opinião ou o gosto do freguês é soberano, como dizem os franceses &#8220;le client es roi&#8221;. Porém, qualquer pessoa com um pouco de bom senso começa a perceber que essa exaltação traz mais prejuízos do que conquistas na vida prática. A questão de importância e gosto, é uma das baixas (militarmente falando) neste embate entre o consumismo e o bom senso.</p>
<p>Ocorre que &#8220;gosto&#8221; tem a ver com preferências pessoais que se refletem de maneira sensorial, ou seja, através de um dos seis sentidos (sim, seis, considero aqui a propriocepção como um sentido). Quando se fala em gosto, buscamos compreender o que a pessoa aprecia.</p>
<p>Por exemplo, quando alguém nos diz que gosta de jazz a pergunta correta não é &#8220;porque&#8221;, esta visa buscar uma causa para que a pessoa goste de jazz, porém isso não é necessário. A informação mais importante é obtida através da pergunta &#8220;o que você gosta no jazz&#8221;, a pessoa poderá, então, responder que adora o ritmo ou os acordes de determinado instrumento. Com estas informações podemos traçar um mapa daquilo que a pessoa gosta (este exercício é ótimo para quem não sabe dar presentes).</p>
<p>A questão da importância é completamente diferente. Quando alguém nos diz que leitura é importante para ela, a pergunta correta é: &#8220;para que ler é importante para você?&#8221;. Algo só pode ser importante se servir para outra coisa, em outras palavras, a importância não é um fim em si mesma, mas, sim, um meio. Considero que ler é importante para obter informações e, com elas, sou um psicólogo mais eficiente.</p>
<p>A importância de algo em nossas vidas se dá pelo tipo de vida que levamos e queremos levar. Assim não existem atividades que são importantes a priori, apenas aquelas que se tornam importantes à medida em que cumprem uma função, atendem à uma demanda ou possibilitam a realização de algo que desejamos.</p>
<p>É possível que algo que gostamos seja importante para nós e vice versa. Uma percepção não anula a outra, porém as duas são diferentes. Na falta de percepção dessa diferença é que reside o grande problema de hoje, pois as pessoas creem que aquilo que gostam é igualmente importante, mas a realidade não funciona assim.</p>
<p>No caso acima, por exemplo, a cliente tinha &#8220;hábitos de estudo&#8221; que não estavam melhorando suas notas. Recheou sua rotina de estudos de coisas que &#8220;gosta&#8221; como músicas, café e alguns alongamentos no meio do expediente. Porém, ela ficava tão focada nesses elementos que não estudava. Realmente importante, ou seja, algo que, de fato, causaria mudanças em suas rotinas de estudo era a capacidade de concentração.</p>
<p>Assim sendo, não importava se ela gostava de tomar café e ouvir música enquanto estudava, enquanto ela não estivesse concentrada em seus estudos não iria para frente. Particularmente aprecio café enquanto estou estudando, mas a concentração é realmente importante, entre o café e a concentração, fico com a segunda.</p>
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		<title>Prazer e liberdade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/06/08/prazer-e-liberdade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 13:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, é muito chato isso. &#8211; Ok, mas o que não é chato para você? &#8211; Como assim? &#8211; Você reclama muito, o que me faz ver que você é uma pessoa crítica, concorda? &#8211; Sim, sou muito. Não gosto de ver as coisas do jeito que são. &#8211; Exato, por outro lado, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/08/prazer-e-liberdade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Prazer e liberdade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, é muito chato isso.</p>
<p>&#8211; Ok, mas o que não é chato para você?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você reclama muito, o que me faz ver que você é uma pessoa crítica, concorda?</p>
<p>&#8211; Sim, sou muito. Não gosto de ver as coisas do jeito que são.</p>
<p>&#8211; Exato, por outro lado, também não cria nada seu.</p>
<p>&#8211; Ai&#8230; doeu&#8230;</p>
<p>&#8211; Sim, doeu e incomodou não é?</p>
<p>&#8211; É!</p>
<p>&#8211; Se você se permitisse guiar por este incomodo que sentiu agora, o que faria com sua vida?</p>
<p>&#8211; Ah sei lá&#8230; peraí&#8230; eu acho que eu ia bolar um projeto e abrir tipo aquelas startup sabe?</p>
<p>&#8211; Porque não faz isso?</p>
<p>&#8211; (silêncio)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liberdade e prazer são dois temas extremamente populares em nossa cultura. Verdadeiras metas de vida, tornam-se uma ideologia e terminam por serem avaliadores da vida das pessoas, porém, até que ponto esses dois elementos são realmente compreendidos para serem usados dessa forma?</p>
<p><span id="more-5337"></span></p>
<p>Para a cultura Ocidental padrão a liberdade é confundida com onipotência. Embora eu já tenha falado sobre o tema em outro post, vale a pena lembrar que o mote da liberdade é &#8220;fazer o que eu quero, quando eu quero e do jeito que eu quero&#8221;, ora, isso não é liberdade, isso é onipotência. Podemos ficar apenas com o primeiro: &#8220;fazer o que eu quero&#8221; é onipotência, principalmente quando isso significa fazer tudo que eu quero.</p>
<p>O prazer é tido em nossa sociedade como a expressão máxima daquilo que se pode obter da vida. A sensação de prazer é vendida como algo que necessita estar presente para sabermos que a vida vale à pena. Em resumo, confundimos prazer com sentido de vida. O prazer enquanto sentido de vida é um problema pelo fato de que esta sensação sofre de uma consequência chamada &#8220;habituação&#8221;. A habituação, como o nome diz, nos faz parar de sentir um determinado estímulo como prazeroso por estarmos habituados à ele. É como comer todo dia a mesma comida: paramos de sentir o prazer que ela nos causa.</p>
<p>Assim, quando o prazer e a liberdade como metas de vida são encarados da maneira vista acima, criam-se expectativas que, simplesmente, não poderão ser alcançadas e irão gerar muita frustração. Sentir prazer o tempo todo, com tudo o que fazemos é uma meta irrealista e pobre, existem muitas emoções e sentimentos que podemos sentir ao nos jogarmos em uma tarefa que podem ser muito melhores que o prazer. Outro ponto é que o prazer é sensorial, porém, não necessariamente edificante. Em outras palavras é bom de sentir prazer, mas isso pode não acrescentar nada &#8211; e deixar você viciado na sensação.</p>
<p>A liberdade enquanto onipotência vai na mesma vertente, se você acha que &#8220;tudo pode&#8221;, irá se frustrar muito porque a vida lhe fornecerá muitos exemplos de onde e como você &#8220;não pode&#8221;. Porém a pessoa que tem a expectativa irrealista de &#8220;tudo poder&#8221; sentir-se-a fracassada e pode, até mesmo, deprimir frente à percepção de como a realidade funciona.</p>
<p>Assim, dois aprendizados se tornam fundamentais: aprender a lidar com a frustração (aceite: você não vai &#8220;poder fazer tudo o que quer&#8221;) e conhecer outras formas de satisfação além do prazer. Estes dois aprendizados fazem referência a maneiras mais realistas de encarar aquilo que buscamos quando falamos em liberdade e prazer.</p>
<p>A &#8220;liberdade&#8221; pode ser conceituada como a capacidade de fazer e lidar com escolhas. Assim, não é necessário fazer tudo o que quer para sentir-se livre, mas sim, sentir-se capaz de realizar escolhas com consciência. Epiteto, filósofo romano, nascera escravo e versa sobre a liberdade enquanto uma faculdade mental antes de ser um direito ou status social. Podemos pensar em Nelson Mandela que, mesmo tendo sido preso durante 25 anos, disse que, durante este tempo, estava se preparando para ser presidente.</p>
<p>Já a questão do prazer deve ser redefinida enquanto a capacidade de satisfação que é a sensação responsável pelo prazer. A excitação sensorial ocorre com oscilações de falta e excesso de estímulo. Se temos excesso de um determinado estímulo ficamos sobrecarregados, se temos falta, subdesenvolvidos. Porém o ponto é que é possível satisfazer-se em vários níveis por assim dizer, além do sensorial. Pessoas que realizam tarefas, muitas vezes tem desgaste ao invés de prazer e, mesmo assim, sentem satisfação ao final do processo. A questão é: o que lhe falta? Entrar em contato com a falta é que nos proporciona a sensação de satisfação quando conseguimos suprir a falta.</p>
<p>Assim, deixo dois desafios: (1) como se tornar livre dentro da rotina que você já possui? (2) o que falta em sua vida para alimentar sua alma? Responder estas duas perguntas significa entrar em contato com angústia criativa, uma forma específica desta sensação que é uma definição pessoal de liberdade que não envolve a crença em fazer tudo o que quero, mas sim, viver aquilo que há e não busca ir além do prazer enquanto sensação única de satisfação.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que é liberdade?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/01/22/o-que-e-liberdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2016 11:19:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Existencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Ser livre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Quero fazer o que eu quero, quando eu quero e do jeito que eu quero&#8221;. Isso é liberdade? Pense novamente. Analise, de fato, a frase acima &#8211; muito empregada pelas pessoas quando pensam em liberdade. Ela não demonstra a qualidade de um ser &#8220;livre&#8221; e sim de um ser onipotente, como Deus que tudo pode, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/01/22/o-que-e-liberdade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O que é liberdade?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Quero fazer o que eu quero, quando eu quero e do jeito que eu quero&#8221;. Isso é liberdade? Pense novamente.</p>
<p>Analise, de fato, a frase acima &#8211; muito empregada pelas pessoas quando pensam em liberdade. Ela não demonstra a qualidade de um ser &#8220;livre&#8221; e sim de um ser onipotente, como Deus que tudo pode, tudo sabe e está em tudo. Fazer o que quero (desejo ilimitado), quando eu quero (tempo ilimitado) e do jeito que eu quero (potência ilimitada) não são características de um ser livre e sim de um ser onipotente.</p>
<p>Mas ser livre não é ser capaz de tudo fazer? Não seria a liberdade um sinônimo de onipotência? Não. Seres onipotentes estão deslocados de um fator fundamental para a liberdade: a escolha. Seres livres são seres que escolhem, seres onipotentes não. Embora isso possa soar estranho o raciocínio é simples: seres onipotentes não precisam de escolhas, como eles &#8220;tudo podem&#8221;, eles simplesmente não precisam optar entre uma coisa e outra, eles simplesmente fazem, caso desejem outra coisa eles fazem porque são onipotentes e ilimitados.</p>
<p>Uma outra consequência acompanha seres que tudo podem. Esta consequência é, inclusive, um tema interessante dentro da filosofia e da mitologia. Ocorre que se o ser tudo pode, ele não precisa escolher, na verdade ele é &#8220;incapaz&#8221; de escolha quando esta vem acompanhada da noção de consequência. Se o ser tudo pode ele dominaria a escolha assim como a consequência da escolha, porém se isso ocorre não é uma escolha de fato, mas sim uma criação, uma determinação.</p>
<p>&#8220;Os deuses não escolhem, agem&#8221;. Por outro lado, estão presos à isso. Existem histórias na mitologia sobre a inveja dos deuses em relação aos humanos. A &#8220;inveja dos deuses&#8221; é a de que nós não sabemos do futuro, não sabemos o que vai ocorrer e, por isso, fazemos escolhas e mais tarde morremos. A ideia de que a vida é uma só e que tudo é momentâneo, que cada momento tem uma beleza específica é a inveja dos deuses, pois eles, pelo fato de tudo poderem, podem sentir todos os momentos em todos os momentos. Nós não e isso é algo que os deuses não tem.</p>
<p>Embora possa parecer paradoxal ao Ocidental padrão, quando você se dota de onipotência, você se abstém da escolha e, por este motivo, está distante, também da liberdade. Esta é a compreensão maior sobre a inveja dos deuses: os seres humanos são livres, os deuses não. A escolha é a essência da liberdade e não o poder ou o desejo. Ser livre é ser um ser de escolhas. Isso é diferente de ser um ser de desejos. A escolha pode estar motivada por um desejo, porém também pode estar motivada por uma razão ou uma situação e, mesmo assim, continua sendo uma escolha.</p>
<p>A liberdade, então, tem como base a escolha e esta tem como base o limite. Seres limitados precisam de escolhas justamente por não poderem fazer tudo o que querem, quando e como querem. A liberdade é uma característica do limite. O fato de que você não pode fazer tudo o que quer é justamente o fato que o torna livre e essa percepção vai na completa contramão do pensamento cotidiano do Ocidental.</p>
<p>Ser livre é fazer escolhas o que não significa nada em relação às consequências das escolhas (elas acontecerem ou não) e às motivações das escolhas (por desejo, por emoção, por razão ou situação). Alguns autores também compreendem que absorver as consequências da escolha que se faz é parte do atributo do &#8220;livre&#8221;, ou seja, seria livre aquele que além de escolher vivesse as consequências de suas escolhas. Para que eu concorde com tal colocação teríamos que falar em níveis de consequência: posso escolher casar e estar muito feliz com isso, à caminho do meu jantar romântico onde irei pedir minha futura esposa eu morro. Como não vivi o casamento não fui livre para escolher? Creio que não, a pessoa foi livre, escolheu e viveu a consequência de ter sentido uma emoção forte, por exemplo. Se isso for considerado como um &#8220;nível&#8221; (por falta de expressão melhor) concordo com o adendo.</p>
<p>Para finalizar esta reflexão me é importante porque, ao entender a liberdade como a capacidade de ser limitado e de, por este motivo, ter que fazer escolhas, compreendo mais sobre a minha ação no mundo e da amplitude doo meu poder neste mundo. Também relaxo mais sobre a liberdade que tenho e passo a perceber até onde é possível &#8220;ser livre&#8221;, ou seja, até onde me é possível escolher? Reflexão aguda que não abarca apenas o termo de quantidade, integra, também, a noção de qualidade: qual a qualidade da liberdade que tenho? Ela se reflete apenas no quanto consigo fazer alterações no mundo ou ela também se aplica a elementos sutis que afetam o meu ser e estar no mundo?</p>
<p>E, para você, o que é ser livre?</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Dor e infelicidade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/12/09/dor-e-infelicidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2015 09:58:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas&#8230; porque comigo? &#8211; Porque, o que? &#8211; Ah Akim&#8230; isso tudo sabe? &#8211; Porque não com você? &#8211; Nossa&#8230; como assim? &#8211; Ora&#8230; tem algo que te prive de viver algo ruim? &#8211; Não, mas sei lá&#8230; &#8211; Entendo que é difícil, mas é isso&#8230; faz parte da vida a dor. &#8211; Eu &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/12/09/dor-e-infelicidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Dor e infelicidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas&#8230; porque comigo?</p>
<p>&#8211; Porque, o que?</p>
<p>&#8211; Ah Akim&#8230; isso tudo sabe?</p>
<p>&#8211; Porque não com você?</p>
<p>&#8211; Nossa&#8230; como assim?</p>
<p>&#8211; Ora&#8230; tem algo que te prive de viver algo ruim?</p>
<p>&#8211; Não, mas sei lá&#8230;</p>
<p>&#8211; Entendo que é difícil, mas é isso&#8230; faz parte da vida a dor.</p>
<p>&#8211; Eu sei&#8230; mas é dolorida.</p>
<p>&#8211; É. Mas lembre-se: é &#8220;só&#8221; isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nenhuma religião ou escola filosófica nega a dor. Todas ensinam maneiras de como lidar com ela. A tragédia, a tristeza e a dor são fatos da vida, como você lida com isso?</p>
<p><span id="more-4860"></span></p>
<p>O término de uma relação ou a morte de uma pessoa querida são exemplos de eventos que consideramos trágicos e dolorosos. Perder um emprego ou ficar doente, passar necessidade ou buscar por algo que é necessário, mas que não se encontra são outros exemplos de problemas doloridos que enfrentamos. Todos os seres deste planeta passam por dificuldades e privações, não sendo a espécie humana a única privilegiada com a emoção da tristeza e a sensação de dor.</p>
<p>A percepção da dor no mundo é um &#8220;senso comum&#8221; em todas as culturas, mitologias, religiões e sistemas filosóficos. O trabalho destes sistemas é buscar uma maneira de compreender ou de justificar a dor que nos ajude a suportá-la e forneça ferramentas para lidar com ela tanto &#8220;na prática&#8221; quanto internamente.</p>
<p>Saber que a dor existe não é um grande feito você pode pensar, porém, a percepção da dor como parte da nossa realidade o é. Não significa apenas em saber &#8211; intelectualmente &#8211; que a dor existe, mas sim em processar esta realidade psicologicamente. Compreender que a dor, a tristeza existirão em sua vida, não importa o que você faça é algo que pode ser tanto (ou mais) assustador que a própria morte.</p>
<p>A aceitação da dor e da tristeza parece ser, então, um ponto fundamental para o desenvolvimento psíquico pelo fato de que, ao aceitá-la, também aceitamos o real. Porém, frente à isso, como não esmorecer?</p>
<p>A pergunta que nos salva é, paradoxalmente, porque esmorecer? Em outras palavras: porque é necessário que, frente à percepção de que a dor e a tristeza existem, eu preciso perder minhas forças, preciso me desesperar ou temer o próximo momento em que sentirei isso? Não há ligação entre o fato de perceber a dor e evitar a vida, pelo menos, não uma ligação necessária.</p>
<p>O engodo escondido na pergunta é de que, na presença da dor, você deve evitar a vida. Isso coloca a tristeza e a dor como elementos &#8220;estranhos&#8221; à vida, como se fossem &#8220;errados&#8221;, porém a sua presença está muito além da vida humana e não é necessário que achemos uma &#8220;razão&#8221; para a dor pelo simples fato de ela não estar &#8220;errada&#8221;. Ela, apenas, é.</p>
<p>Porém, como falei acima, ela é dolorida. Aí é que está, o nosso problema: queremos evitar a dor e viver a vida. É um paradoxo visto que faz parte da natureza da vida ser dolorida vez ou outra. Negar a tristeza e a dor é, também, negar a vida. Por outro lado afundar-se na dor também é negar a vida porque retira dela a probabilidade do prazer e da alegria.</p>
<p>Não há nada para &#8220;fazer&#8221; com a dor e a tristeza no sentido de &#8220;concertá-las&#8221; ou arrumar suas naturezas ou a evitá-las por completo. Apenas podemos perceber aquilo que era importante e se foi, ou aprender com a dor o que ela tiver para ensinar. Não é errado sentir tristeza e nem dor, elas são a mostra que de você está vivo, assim como a alegria e o prazer. Afirmar o trágico em nossas vidas, por mais paradoxal que possa ser, também nos coloca dentro da vida. Afirmar-se mesmo durante o trágico, mesmo durante a dor é afirmar a vida que existe em você.</p>
<p>E, por fim, por mais doloroso que possa ser, saiba: isso também passará.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 10:41:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estou com medo. Hum, do que? Daquele menino que estou saindo sabe? Ã&#8230; sei sim&#8230; Porque &#8220;ã sei..?&#8221; Porque será? Você sabe, não sabe? &#8230; eu to gostando dele&#8230; não queria&#8230; Porque? Porque eu já me fudi muito com isso! Nem me fale, eu sei bem disso&#8230; Então! Então o que? Qual o problema? Não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/09/12/amar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Amar?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/coracao-partido.png"><img loading="lazy" class="alignnone  wp-image-2376" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/coracao-partido.png" alt="coracao-partido" width="226" height="184" /></a> <a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/images-17.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2377" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/images-17.jpg" alt="images (17)" width="273" height="185" /></a></p>
<ul>
<li>Estou com medo.</p>
</li>
<li>
<p>Hum, do que?</p>
</li>
<li>
<p>Daquele menino que estou saindo sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Ã&#8230; sei sim&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Porque &#8220;ã sei..?&#8221;</p>
</li>
<li>
<p>Porque será? Você sabe, não sabe?</p>
</li>
<li>
<p>&#8230; eu to gostando dele&#8230; não queria&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Porque?</p>
</li>
<li>
<p>Porque eu já me fudi muito com isso!</p>
</li>
<li>
<p>Nem me fale, eu sei bem disso&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Então!</p>
</li>
<li>
<p>Então o que? Qual o problema? Não tá aqui inteira?</p>
</li>
<li>
<p>&#8230; Ai&#8230; sei lá&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Que tal ir lá e ver como vai ser&#8230; usar a tua terapia para te ajudar caso precise? Ao invés de ficar temendo uma pessoa que você foi à anos atrás?</p>
</li>
<li>
<p>Ai&#8230; tá&#8230; eu sei&#8230; não acho que estou gostando dele por acaso&#8230; acho que tá na hora de sair do casulo&#8230; mas me dá medo</p>
</li>
<li>
<p>Quem disse que não ia ter?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; ninguém&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&#8220;Amor é a ferida que só pode ser curada pelo mesmo bálsamo que causa a ferida&#8221;. Bill Moyers</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amar é perigoso? Sim, é.</p>
<p>Acho importante começar este post sendo sincero. Amar não traz garantias de nada, não resolve nada, não cria nada. Amar é &#8211; como disse um poeta &#8211; simplesmente amar. Porque amar? As dores do amor são tão grandes, as decepções tão dolorosas e a insegurança que vivemos tão profunda que&#8230; para que amar? Várias pessoas já passaram pelo meu consultório com esta dúvida cruel que se torna insuportável quando a pessoa além de ter a dúvida ainda sente dentro dela&#8230; amor.</p>
<p>Em geral nos defendemos de amar com argumentos variados os quais, no entanto, se resumem no seguinte: dor e segurança. Trocando em miúdos: porque amar se posso me machucar? Porque amar se o amor do outro não é garantido?</p>
<p>A primeira ideia trabalha com a nossa noção de auto proteção, ou seja, o problema do amor é justamente que estou aberto à ele, sem defesas &#8211; ou, pelo menos, com menos defesas que o habitual. Ao estar aberto à amar, estou vulnerável e posso ser facilmente machucado. Este argumento traz, consigo a seguinte refutação: o problema é o afeto ou a relação que traz problemas consigo? Ou seja, o problema está no amor ou nas atitudes de uma ou outra pessoa? Em meu consultório sigo a ideia de que o problema não é o amor, mas sim o como amo.</p>
<p>É possível estar aberto e entregue e, ao mesmo tempo, sentir a dor de uma decepção, ser ferido e se curar. O &#8220;controle&#8221; está em nos ocuparmos de nós quando isso ocorre. O afeto do amor pode permanecer, mas a rotina da relação não. Isso é o que nos dói de fato. Aquilo que mais dói no final de uma história é a história que não poderemos mais contar. Assim sendo o afeto do amor não é, em si um problema, mas sim a &#8220;competência&#8221; com a qual entramos neste jogo.</p>
<p>O segundo pressuposto que fala da segurança trata da ideia de que ao se abrir a pessoa deseja receber algo em troca disso: a certeza de que será respeitada e &#8220;ressarcida&#8221; em sua entrega. O problema com esta ideia é que o amor e o amar não são uma relação de compra e venda na qual está pressuposto que o dar envolve um receber. O ato de amar não é um mercado. É um ato de entregar e quando entregamos, damos. Nos damos ao amor, nos entregamos ao amor e ao amar.</p>
<p>Novamente a questão da vulnerabilidade se instala e a pessoa busca esta segurança, esta compensação: &#8220;bem, já que eu fiz isso, pelo menos&#8230;&#8221; Mas não funciona assim, esta não é a regra do amar. Se o que você quer é segurança, faça um seguro, não ame. Segurança se confunde com certeza neste contexto e certezas é tudo o que o amar não oferece. Oferece sim muitas aventuras e oportunidades, muitas dúvidas e desafios, porém a ideia de conforto e segurança, num prazo longo matam a sensação de amar.</p>
<p>O problema desses argumentos em relação ao amor é que eles buscam no amor e no amar algo que este não tem à oferecer. Se ele não tem à oferecer, como pode-se buscar isso nele? É como ir numa pizzaria e querer comprar lá uma BMW, não tem isso lá. Mas então, como lidar com o desejo de amar, com o sentimento de amor. Porque amar, se amar é algo tão inseguro e tão complexo?</p>
<p>Bem&#8230; porque não?</p>
<p>Toda vez que entramos num jogo de futebol, por exemplo, sabemos que um ganha e o outro perde. Isso não nos impede de jogar. A questão fica assim: o amor não me dá o que eu achava que ele deveria dar&#8230; devo, então me afastar do amor? Não. Não necessariamente pelo menos. Quem sabe brincar com ele, jogar o jogo e aprender com ele algumas coisas?</p>
<p>A filosofia trágica trabalha com a noção de aceitação da vida. Tal como é. Não se deve negar o horror da vida ou tentar maquiá-lo para parecer mais palatável aos nossos sentidos. Não, a vida é isso: trágica, dura e horrível. O amor é duro, trágico e horrível também. A pergunta que coloco é: porque não amar mesmo sendo isso algo que pode nos machucar? Medo de se machucar? Mas a vida também oferece isso, então, não vamos viver? A pergunta sobre o amor é injusta à meu ver porque tentamos colocá-lo como algo que deveria atender às nossas pendengas afetivas, mas isso é muito mesquinho. Ele é o que é com todo o doce e todo o amargor.</p>
<p>O amor machuca? Sim. Porque amar então? Porque não? Porque não ir mesmo assim e afirmar esta realidade? Isso é o trágico: a afirmação daquilo que há. Tanto o doce e belo e prazeroso e extasiante quanto o horrível e destrutivo e nojento. Quanto mais dizemos &#8220;sim&#8221; a experiência do amor &#8211; seja ela qual for &#8211; mais podemos nos apaixonar por ele, mais podemos viver e aprender com ele tal como é, sem as nossas ilusões de como ele deveria ser e mais com a realidade do que ele é.</p>
<p>E é aí que temos em Coríntios que o amor nada sofre, não se ensoberbece e não conhece a dor. O amor é o amor a &#8220;outra coisa&#8221; é a experiência que temos das nossas relações. O amor é algo além disso, amar é algo além disso, mas é nesta experiência que conhecemos &#8211; por seremos humanos &#8211; a dor, a ganância, a soberba, mas o amor, em si é algo além porque ele engloba tudo isso, ele não é apenas uma coisa ou outra, mas sim todas elas.</p>
<p>Para nós, humanos, a maior proximidade que temos com isso é quando escolhemos o amor em nossas vidas. A escolha é o que nos tira da atenção que damos aos &#8220;sobes&#8221; e &#8220;desces&#8221; da roda da fortuna e nos coloca em contato com o centro dela. É o verdadeiro sentido do voto de casamento &#8220;na pobreza e na riqueza, na saúde e na doença eu escolho &#8220;você&#8221;. &#8220;Você&#8221; é o meu centro, quando optamos pelo amar e pelo amor nós o tornamos o centro de nossas vidas, nós nos conectamos com ele e daí sim, amamos.</p>
<p>Bem&#8230; é o que eu vivo&#8230;</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Identidade e processo</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/07/26/identidade-e-processo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 11:56:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Tenho pensado sobre mim &#8211; Hum, isso é bom, no que você tem pensado? &#8211; Eu acho que tenho pensado e agido, na verdade sabe? &#8211; Sei, mas fale um pouco mais sobre isso. &#8211; É que você me conhece e sabe que eu sou uma pessoa que tende à não falar o que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/07/26/identidade-e-processo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Identidade e processo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Tenho pensado sobre mim</p>
<p>&#8211; Hum, isso é bom, no que você tem pensado?</p>
<p>&#8211; Eu acho que tenho pensado e agido, na verdade sabe?</p>
<p>&#8211; Sei, mas fale um pouco mais sobre isso.</p>
<p>&#8211; É que você me conhece e sabe que eu sou uma pessoa que tende à não falar o que quer, não brigar pelo que quer e tenho pensado no que aconteceria se eu fizesse o contrário</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; E daí que tenho feito&#8230; vem aquela pergunta: porque não dizer ou fazer isso agora?</p>
<p>&#8211; E como tem sido a experiência?</p>
<p>&#8211; Um tanto revigorante, um tanto frustrante e um tanto angustiante</p>
<p>&#8211; Uau, altamente intenso não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; revigorante quando eu faço e aquilo me nutre; frustrante quando não faço ou quando faço e não gostei do que fiz, quando a coisa parece que não bate entende como?</p>
<p>&#8211; Entendo</p>
<p>&#8211; E é daí que vem a angustia, porque fica aquele vazio do tipo: &#8220;tá não era isso, então o que é?&#8221;</p>
<p>&#8211; E como você tem respondido?</p>
<p>&#8211; Às vezes não respondo, às vezes vem a ideia de fazer outra coisa e algumas vezes venho a entender que não tem nada para fazer, mesmo!</p>
<p>&#8211; Que experiência rica hein? Me parece que você está buscando um profundo contato contigo mesmo, com o que você é e com o que está nascendo ai dentro.</p>
<p>&#8211; Pois é, é como eu me sinto&#8230; é ao mesmo tempo forte e frágil entende?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>Somos aquilo que consumimos, gostamos, usamos e praticamos ou somos o processo que cria isso?</p>
<p>A pergunta não vai ser respondida neste post, na verdade, quero deixar você leitor justamente com a dúvida, mas isso não me impede de fazer algumas reflexões&#8230;</p>
<p>É impossível para o ser humano viver sem estar identificado à uma imagem de si, do mundo, de como as coisas são. Esta identificação é o que nos dá senso de &#8220;eu&#8221; e nos individualiza. Porém este &#8220;eu&#8221;, longe de ser estático tem se mostrado cada vez mais  &#8211; através das pesquisas &#8211; um processo com pontos mais rígidos e alguns pontos altamente flexíveis. Assim, cabe a pergunta sobre quem realmente somos a identidade ou o processo.</p>
<p>Talvez a pergunta capciosa possa ser respondida com uma outra pergunta: seria a identificação e o processo duas entidades distintas?</p>
<p>Podemos pensar que somos aquilo que fazemos, que pensamos, que consumimos ou podemos pensar que somos o processo que cria em nós o pensamento e as ações. Também é plausível refletir que ambos são uma só coisa aparecendo de maneiras diferentes para nós ao longo do tempo. Algumas pessoas mais velhas, ao olharem em retrospectiva para suas vidas percebem que tudo o que ocorreu deveria ter ocorrido exatamente daquela forma, como se uma &#8220;orquestra invisível&#8221; estivesse tocando uma sinfonia já escrita, como se um processo grandioso estivesse presente o tempo todo, porém só perceptível em retrospecto. Esta é a hipótese que nos fala sobre a possibilidade de que aquilo com o que nos identificamos e aquilo que cria a nossa identidade sejam um só processo, com etapas diferentes. Como isso funcionaria?</p>
<p>Especulo que podemos entender que aquilo com o que nos identificamos é a parte final do processo, a cristalização na qual vamos para a experiência concreta: nossos gostos, nossos pensamentos, nossas ações são elementos tão concretos e rígidos &#8211; no sentido de que uma vez pensado, pensado está; ou uma vez tomada uma ação, tomada está &#8211; que representam o final de um processo evolutivo. O ápice de toda uma estruturação interna que culminou no que nos identificamos hoje.</p>
<p>O outro lado da moeda é algo que é mais imperceptível e tem a ver com as experiências que vamos tendo com o que nos identificamos hoje, com a repercussão que isso tem dentro de nós e com as ideias que surgem em nossa mente. Este processo está validando, questionando e pedindo por novas identificações o tempo todo. Isto é o que nos move em direção às mudanças que fazemos em nossas vidas &#8211; e estamos fazendo isso o tempo todo. Assim esta é a parte fluída, a parte onde o &#8220;eu&#8221; é algo ainda indiscriminado, algo &#8220;maior&#8221;, em ebulição buscando uma forma de ser expresso e, quando encontra, torna-se identidade.</p>
<p>O grande ponto, no entanto, é o seguinte: consigo perceber minhas identificações e meu processo e me entregar à ele? Ou boicoto aquilo que sou e aquilo que busca expressar-se em mim &#8211; note que quando coloco &#8220;aquilo em mim&#8221; quero dizer que é &#8220;algo&#8221; que não sou &#8220;eu&#8221; no sentido de que ainda não me identifiquei com aquilo, sendo assim embora esteja dentro de mim ainda não sou eu. Creio que o processo terapêutico é fundamental para ajudar a pessoa à exercitar este processo de ser e tornar-se &#8211; ou vir-a-ser como preferem os existencialistas.</p>
<p>Pergunte-se: quantas vezes você já boicotou algo que estava nascendo em você? E se você deixasse aquilo vir? Quantas vezes você menospreza aquilo que você é hoje? E se você valorizasse? Obviamente a experiência do &#8220;eu&#8221; é algo sem fim, porém isso não implica dizer que não possui finalidade. Aproveite!</p>
<p>Abraço</p>
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