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	<title>Arquivos Inteligência Emocional - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>O mito da vontade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 09:21:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu não me sinto com vontade de fazer isso! &#8211; Eu sei. &#8211; Então&#8230; &#8211; Então? &#8211; Se eu não tenho vontade, como que vou fazer? &#8211; De onde nasce a vontade? &#8211; Como assim? &#8211; Ora, você me diz que não tem vontade, ok. Porém: como fazer para tê-la? &#8211; Não sei&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/11/11/o-mito-da-vontade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O mito da vontade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu não me sinto com vontade de fazer isso!</p>
<p>&#8211; Eu sei.</p>
<p>&#8211; Então&#8230;</p>
<p>&#8211; Então?</p>
<p>&#8211; Se eu não tenho vontade, como que vou fazer?</p>
<p>&#8211; De onde nasce a vontade?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Ora, você me diz que não tem vontade, ok. Porém: como fazer para tê-la?</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230;</p>
<p>&#8211; Sim e esse é o problema, qual a sua atitude frente à este não saber?</p>
<p>&#8211; Eu fico esperando me dar vontade</p>
<p>&#8211; Precisamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos planos são deixados de lado por &#8220;falta de vontade&#8221;. Porém a falta de vontade é realmente um problema ou é o resultado de uma maneira de encarar os fatos da vida?</p>
<p><span id="more-4644"></span></p>
<p>É importante perceber um fato sobre a &#8220;vontade&#8221;. Vontade não é algo que dá e passa, ou incontrolável ou ainda que não está sujeito à administração. Este é o primeiro erro que se comete. As pessoas bem sucedidas em usar a vontade sabem convocar em si o estado de vontade para fazer algo. É interessante notar que embora a vontade necessite de um objeto, o estado de vontade é mais um estado emocional de prontidão para a ação e não precisa de um objeto específico.</p>
<p>O segundo erro que as pessoas cometem é o medo. Muitas pessoas sentem medo ao pensar em seus sonhos, metas e desafios. Vivem esta emoção de uma maneira que as paralisa e, com isso, &#8220;perdem a vontade&#8221;. A vontade não é &#8220;perdida&#8221;, mas sim relegada à segundo plano. É uma proteção do organismo: se aquilo que desejo pode me ferir, melhor não sentir vontade. Então a pessoa aprende a sabotar-se.</p>
<p>Existe ainda o problema dos desafios do dia a dia. Há uma confusão entre perder a vontade e sentir-se cansado. Entre perder a vontade e sentir dor, por exemplo, ou deixar de sentir prazer. A vontade não implica na ausência de dor, realizar nossos sonhos não é, na prática, algo que é sempre prazeroso. Gostar de algo é diferente de não sentir dor com esta escolha. Mesmo aquilo que gostamos de fazer pode nos cansar, causar decepção ou dor. Perder a vontade é ma questão de escolha, já sentir dor, cansaço ou decepção são partes da vida, seguindo seus sonhos ou não você irá sentir estas emoções.</p>
<p>A vontade se mantém quando mantemos a meta clara em nossa mente. É muito comum que pessoas determinadas não fraquejem frente àquilo que desejam. Dizemos, por exemplo, que elas tem uma boa força de vontade. Como elas conseguem isso?</p>
<p>Em primeiro lugar tem uma imagem clara daquilo que querem. Elas sabem o que querem. Este saber não é dado à elas, elas constróem seus desejos, meticulosa e trabalhosamente. Dá trabalho sonhar de verdade, não é uma tarefe fácil criar um plano que consiga agradar todas as suas partes. Nem sempre consegue-se, na verdade, muitas vezes precisamos abrir mão de algumas coisas em detrimento de outras.</p>
<p>Seus critérios em relação àquilo que desejam são claros e realistas. Porque dificilmente vemos pessoas determinadas reclamando do trabalho que tem para conseguir o que querem? Porque elas sabem que vai dar trabalho. Enquanto a maior parte das pessoas acha isso &#8220;chato&#8221; ou &#8220;desmotivador&#8221;, eles encaram como algo natural e aprendem a valorizar os momentos de vitória que tem sobre os desafios e sobre o trabalho. Quem lida mal com o trabalho diz &#8220;finalmente acabou&#8221;, quem lida bem diz &#8220;agora sim, terminei, olhe como ficou bom&#8221;. O final do trabalho para o primeiro é um alívio (a retirada de algo ruim), para o segundo, um orgulho.</p>
<p>Em terceiro lugar, ela sabe que a desmotivação, a decepção fazem parte do trajeto. Quem nunca desejou abandonar seus sonhos? Porém existem critérios que definem quando abrir mão. Em geral eles são critérios com muito bom senso e envolvem uma perda muito grande para conquistar seus sonhos ou um preço muito alto para atingi-lo. Fora isso, eles param, respiram, lembram de seus sonhos e se dizem &#8220;vamos lá&#8221;. Arregaçam as mangas e voltam ao trabalho. Eles também sabem respeitar seus corpos e sabem a diferença entre preguiça e cansaço se permitindo descansar quando realmente seus corpos precisam.</p>
<p>Viver o seu trabalho desta maneira, seus sonhos é uma das maneiras de gerar uma vontade forte e inabalável. Espero que tenha ajudado você com isso.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Emoções e critérios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2015 11:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou com muito medo. &#8211; Mas porque, não queria ser pai? &#8211; Queria&#8230; mas sabe&#8230; é como se eu fosse perder algo entende? &#8211; O que, por exemplo? &#8211; Não me vejo mais com a mesma liberdade. &#8211; Sim&#8230; é verdade, a liberdade muda. &#8211; Então&#8230; isso me dá medo de perder. &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/10/28/emocoes-e-criterios/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Emoções e critérios</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou com muito medo.</p>
<p>&#8211; Mas porque, não queria ser pai?</p>
<p>&#8211; Queria&#8230; mas sabe&#8230; é como se eu fosse perder algo entende?</p>
<p>&#8211; O que, por exemplo?</p>
<p>&#8211; Não me vejo mais com a mesma liberdade.</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; é verdade, a liberdade muda.</p>
<p>&#8211; Então&#8230; isso me dá medo de perder.</p>
<p>&#8211; Entendo. Mas eu disse que sua liberdade muda, não que você a perde.</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; O que você vai ganhar sendo pai?</p>
<p>&#8211; O filho né? Sei lá&#8230; brincar com ele, cuidar dele acho que são coisas divertidas.</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; a sua liberdade muda&#8230; vai perder uma saída &#8220;na hora que me dá na telha&#8221;, mas vai ganhar o sorriso do seu filho quando brincar com ele.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; pensando assim&#8230;</p>
<p>&#8211; O que acontece?</p>
<p>&#8211; Parece que não fica mais tão assustador&#8230; estou pensando nas outras coisa que vão começar a acontecer&#8230; dá até ânimo.</p>
<p>&#8211; Ótimo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Num primeiro momento você se pergunta: o que emoções, tão subjetivas e imprevisíveis tem a ver com critérios? Será que elas são assim mesmo, tão imprevisíveis e subjetivas? Vem comigo.</p>
<p><span id="more-4625"></span></p>
<p>Emoções possuem o que chamamos de EEC, ou <strong>Estímulo Emocionalmente Competente.</strong> Este estímulo é que &#8220;dispara&#8221; a reação emocional em nós. Assim quando percebemos qual o EEC que dispara uma determinada emoção em uma pessoa, podemos ter um grau grande de certeza de que na presença daquele estímulo ela sentirá determinada emoção.</p>
<p>Por exemplo, a perda de um filho é um EEC muito poderoso (leia-se eficaz) para a espécie humana em relação à emoção da tristeza. Histórias de perdas em geral nos inspiram a sentir tristeza. Outro EEC conhecido é a presença repentina de um animal feroz que nos induz ao medo ou à surpresa. Mas existem outros EECs mais sutis e relacionado à história pessoal da pessoa, à sua percepção de um evento ou aos critérios que ela usa no seu dia a dia.</p>
<p>O caso acima, por exemplo, registra um homem sentindo medo de ter um filho. O medo advém da ameaça de &#8220;perder sua liberdade&#8221;. Neste caso existem dois elementos importantes: a valorização da liberdade e sua percepção como &#8220;poder sair à qualquer hora&#8221; junto com o fato de perceber a perda disso. Temos, então, o valor liberdade junto com o critério &#8220;perda&#8221;, o resultado é medo.</p>
<p>Quando trabalhamos flexibilizando a sua percepção do que é liberdade junto com a ideia de ganho ele passou a sentir-se mais animado em relação ao nascimento do filho. O valor da liberdade foi mantido e o critério de perda foi transformado em ganho o que, por si só, mudou a percepção da situação geral e o fez sentir-se de uma outra maneira.</p>
<p>Nossas emoções respondem aos EECs assim como aos critérios que empregamos em nossas vidas. Quando mudamos os critérios ou lhe damos um novo entendimento isso afeta a maneira pela qual o mesmo EEC é percebido em nossa mente e isso modifica a resposta que damos à ele, inclusive a resposta emocional. Perceber os critérios que usamos em nosso dia a dia é uma maneira muito eficaz de saber como podemos administrar melhor nossas reações emocionais.</p>
<p>A tristeza, por exemplo, tem a ver com perdas. Assim se sou uma pessoa que tende a perceber aquilo que está perdendo, a tendência é que eu sinta mais tristeza do que outras. Se sou uma pessoa que encontra perigo em tudo a tendência é que eu seja uma pessoa que sente muito medo, ansiedade ou raiva, visto que ameaça é um critério importante para estas emoções (você nunca vai ver alguém com medo de algo que não o ameace de alguma maneira).</p>
<p>Modificar critérios, aprender a empregá-los de uma maneira diferente, flexibilizá-los (como fizemos acima) são algumas das estratégias que nos ajudam a trabalhar com nossos critérios e, por conseguinte, com nossas emoções. Outro caminho é perceber as emoções e sentimentos que você mais sente e, com isso, buscar o critérios que as nutrem e, então, empregar as estratégias citadas acima.</p>
<p>Que critérios são importantes para você?</p>
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		<title>Exploradores e aventureiros</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/10/26/exploradores-e-aventureiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 11:01:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas sabe Akim&#8230; antes era muito mais fácil para mim fazer minhas escolhas. &#8211; Ah é, hum&#8230; e porque será? &#8211; Ah, eu não me importava sabe? Deu, deu, não deu&#8230; &#8211; Entendi&#8230; você não se importava com as consequências. &#8211; Sim. &#8211; Então era um inconsequente? &#8211; Como assim? &#8211; Ora, você não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/10/26/exploradores-e-aventureiros/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Exploradores e aventureiros</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas sabe Akim&#8230; antes era muito mais fácil para mim fazer minhas escolhas.</p>
<p>&#8211; Ah é, hum&#8230; e porque será?</p>
<p>&#8211; Ah, eu não me importava sabe? Deu, deu, não deu&#8230;</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; você não se importava com as consequências.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Então era um inconsequente?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Ora, você não se importava com as consequências. Quer dizer, escolhia algo, mas não estava comprometido com os resultados disso.</p>
<p>&#8211; É.</p>
<p>&#8211; E agora, você ainda escolhe as coisas sem compromisso ou a sua escolha, agora, advém de um desejo de realmente alcançar algo?</p>
<p>&#8211; A segunda opção&#8230;</p>
<p>&#8211; Pois é, daí que, agora, você pensa mais antes de agir. Deixou de ser inconsequente, amadureceu.</p>
<p>&#8211; Nunca tinha pensado nisso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas quando começam a se tornar adultas sentem-se perdidas em relação às suas escolhas a ao peso que as mesmas possuem em sua vida. Sentem estar &#8220;perdendo sua vida&#8221; ou &#8220;sua essência&#8221; ao abrir mão de elementos de sua juventude. Também ocorre que ao sentir uma vida com critérios mais definidos entendem que estão ficando rígidos e velhos. Será isso mesmo?</p>
<p><span id="more-4614"></span></p>
<p>A imagem do aventureiro é romântica, o homem que vai, sem rumo ou compromisso, seguindo apenas o seu desejo sem respeito por regras ou imposições. A imagem é romântica e desejada porque causa naquele que a vê uma suposta imagem de independência assim como de onipotência. Poder fazer tudo o que se quer, quem não deseja isso, é por este motivo que a inconsequência e os aventureiros são tão românticos em nossa sociedade.</p>
<p>Porque &#8220;suposta&#8221; imagem? Na maior parte dos casos, na verdade o aventureiro é alguém com problemas de adaptação. Sua natureza não tem nada a ver com &#8220;independente&#8221; e sim com um problema grave em conseguir manter relações e compromissos de longo prazo, muitas vezes associados com &#8211; pasmem &#8211; baixa auto estima. Além disso, ninguém é onipotente por mais que passe esta imagem.</p>
<p>Aventura é o que temos quando somos jovens. Ela é ótima, apaixonante e nos ensina muita coisa. Porém, num determinado momento a aventura precisa amadurecer ou correr o risco de ficar imatura o resto da vida. Quando o aventureiro amadurece ele se torna várias coisas: desde um explorador até um &#8220;chefe de tribo&#8221;. A questão, portanto, é aprender a evoluir. O medo que os jovens sentem está ligado à não compreender no que estão se tornando e, com isso, desejar &#8211; pelo medo &#8211; voltar ao estágio anterior.</p>
<p>Aprender a lidar com as consequências de suas escolhas é o que o aventureiro não sabe fazer. Por isso ele se mantém imaturo, ele necessita de uma aventura, se ela não vem entedia-se, perde o sentido pela vida, não sabe o que fazer. Sua &#8220;essência&#8221; é dependente do meio externo: alguém que o convide para uma festa, um evento na cidade, um curso que apareça, alguma coisa que o faça entrar em movimento, porém o movimento interno é pequeno, frágil ou inexistente.</p>
<p>Quando compreendemos que as escolhas possuem consequências as escolhas mudam de nível. Não é que fica &#8220;mais difícil&#8221;, mas é que deixamos de nos guiar pelo impulso &#8211; característica dos jovens e aventureiros. No entanto, quando se aprende a lidar com as consequências e emoções que ela traz, desde o orgulho até a culpa &#8211; a pessoa aprende a brincar nesta nova esfera.</p>
<p>O aprendizado gerado por este amadurecimento, inclusive, envolve a compreensão de quando uma aventura é importante na vida. Não se perde a espontaneidade como muitos alegam, mas sim, toma-se consciência dela enquanto algo que acontece conosco e não algo que precisa &#8211; necessariamente &#8211; guiar cada passo de sua vida. Aprender com a espontaneidade envolve saber quando não usá-la e é necessária muita maturidade para compreender isso como uma escolha saudável e não apenas como um ato de repressão.</p>
<p>O explorador, ao contrário do aventureiro, busca pela aventura com consciência. Ele não precisa ser jogado nela, ele a busca enquanto que o aventureiro precisa contar com a sorte. Ao buscar ele ambiciona, ele vê o longo termo e se prepara, busca amigos, professores, competências, entende seus limites e, então vai até o horizonte. Ele avalia &#8211; ao invés de julgar &#8211; e sabe posicionar-se frente à aventura que escolhe. Ele tem um fim, sabe aproveitar oportunidades e guia-se unindo instinto, emoções e razão. Isso é um adulto.</p>
<p>E você precisa ser salvo do seu marasmo pela aventura, ou sabe onde achá-la?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vida e criatividade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/10/12/vida-e-criatividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2015 09:51:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Então, perdi minha motivação. Ah é? E onde você perdeu ela? Não sei direito&#8230; O que aconteceu? Bem&#8230; é que o meu projeto lá teve um revés sabe e eu não imaginava que teria esse tipo de coisa. Entendo. E daí, o que fez com a sua motivação? Bem&#8230; perdi um pouco. Perdeu, ou mudou &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/10/12/vida-e-criatividade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Vida e criatividade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Então, perdi minha motivação.</li>
<li>Ah é? E onde você perdeu ela?</li>
<li>Não sei direito&#8230;</li>
<li>O que aconteceu?</li>
<li>Bem&#8230; é que o meu projeto lá teve um revés sabe e eu não imaginava que teria esse tipo de coisa.</li>
<li>Entendo. E daí, o que fez com a sua motivação?</li>
<li>Bem&#8230; perdi um pouco.</li>
<li>Perdeu, ou mudou o jeito de ver o seu projeto?</li>
<li>É&#8230; meio que o segundo&#8230; tipo, eu imaginava que fosse tudo dar certo.</li>
<li>Pois é, você só esqueceu de combinar com o resto do mundo isso não é?</li>
<li>É verdade&#8230;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Encontrar a felicidade. Encontrar motivação. Falando desse jeito parece que essas &#8220;coisas&#8221; são como um celular que você esquece em algum lugar e depois acha, ou encontra. Mas será que é assim?</p>
<p>Obviamente não. Não encontramos a felicidade, motivação ou até mesmo o amor. Estes estados são todos construídos. Todos conhecemos pessoas que conseguem pegar o evento mais interessante, mais legal e torná-lo um fardo pesado e sem graça. Chamamos estas pessoas de chatas, rabugentas ou pessimistas. A verdade é que não é que &#8220;elas são&#8221; assim, mas sim é que elas agem de uma determinada maneira que faz com que a vida seja vista por elas daquela maneira.</p>
<p>Criar felicidade, criar motivação, criar amor, criar bons relacionamentos. Tudo isso pressupõe uma característica fundamental: criatividade. Existe um ditado que diz que quando a gente acha que tem as respostas e vida vem e muda as perguntas. Uma maneira de encarar este ditado é pensar &#8220;poxa, que droga, é bem assim mesmo, nunca podemos ficar seguros de alguma coisa&#8221;, a outra maneira é entender que se a vida não mudasse as perguntas, o jogo do viver terminaria. Ela faz isso, justamente para que possamos continuar criando novas maneiras de expressar o nosso &#8220;eu&#8221;.</p>
<p>Ser criativo envolve, no entanto, saber muito bem o que se quer, ter um conhecimento pleno daquilo que é importante para você. Porque? Porque é em cima disso que se cria. A criatividade não é um leque sem um fim, pelo contrário, ela é uma ferramenta que visa concretizar-se de alguma forma. Como concretizar com comportamentos, atitudes e pensamentos o que eu desejo de uma relação? O como eu gostaria de me sentir em relação às atividades que tenho no meu dia a dia? Em relação ao como eu gostaria de lidar com situações difíceis?</p>
<p>Ter criatividade, neste contexto é o oposto daquilo que chamamos &#8220;omissão de escolha&#8221;. Um exemplo muito comum da omissão de escolha é a bebida. Muitas pessoas bebem como uma maneira de mudar o seu estado de humor: relaxar, se descontrair e se divertir. O problema é que para muitas (muitas mesmo) a bebida não é uma escolha, mas sim uma omissão de escolha porque, na verdade, ela é a única forma pela qual a pessoa sabe se divertir e relaxar. No consultório sempre escuto, com uma voz atribulada, a pergunta: &#8220;mas como vou me divertir sem beber nada?&#8221; Este é o caso em que a pessoa perdeu o contato com sua criatividade, ela só sabe uma forma de conseguir se divertir. Em outras palavras: sem bebida, sem diversão.</p>
<p>Quem não bebe acha estranho ouvir isso porque sabe como fazer para se divertir sem beber. Para esta pessoa a bebida é mais uma opção de divertimento e ela pode, verdadeiramente, escolher se prefere relaxar e esquecer dos problemas para se divertir na festa bebendo, ou praticando um pouco de respiração, ou cantando bem alto uma música que o alegre ou ainda descarregando a tensão em exercícios físicos. Todos estes comportamentos são várias formas de alcançar a mesma coisa: o relaxamento mental que possibilita a diversão (neste exemplo da bebida).</p>
<p>Para encerrar, então, convido você à pensar nos situações que vive e pensar nas respostas que dá à elas. Situações em que você se sente bem ou mal, que tem facilidade ou dificuldade. Pense em várias outras possibilidades de resposta que você pode ter na mesma situação. Você não precisa necessariamente testar &#8211; embora fosse interessante fazê-lo, quem sabe o que pode acontecer? &#8211; porém o simples fato de exercitar isso o deixará mais apto à reagir quando a vida realmente precisar da sua criatividade.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O medo bem vindo</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/09/14/o-medo-bem-vindo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 10:37:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Sabe Akim, tenho me sentido apreensivo. &#8211; Com o que? &#8211; Não sei&#8230; na verdade, não é nada em específico. &#8211; Hum, com o que pode ter a ver então? &#8211; Eu estava pensando&#8230; tenho ficado mais leve ultimamente. &#8211; Sim. &#8211; E estou achando que esta apreensão tem a ver com isso sabe? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/14/o-medo-bem-vindo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O medo bem vindo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Sabe Akim, tenho me sentido apreensivo.</p>
<p>&#8211; Com o que?</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230; na verdade, não é nada em específico.</p>
<p>&#8211; Hum, com o que pode ter a ver então?</p>
<p>&#8211; Eu estava pensando&#8230; tenho ficado mais leve ultimamente.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; E estou achando que esta apreensão tem a ver com isso sabe?</p>
<p>&#8211; De que maneira você está ligando as coisas?</p>
<p>&#8211; Eu acho que é um medo, medo de estar me desfazendo da minha tensão entende?</p>
<p>&#8211; Como se você estivesse receoso em &#8220;abandonar&#8221; a sua defesa?</p>
<p>&#8211; Tipo isso.</p>
<p>&#8211; Ou, os medos que aquela defesa &#8220;jurou&#8221; proteger se manifestando quando ela começa a ser desmontada?</p>
<p>&#8211; É&#8230; bem isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um tema pouco explorado, mas extremamente comum em relação ao medo é que ele pode ser um bom sintoma. Em muitos casos quando o medo surge é sinal de que a pessoa está lidando bem com sua neurose, aprendendo a se desvincilhar dela. Mas, porque a pessoa sente medo de algo supostamente &#8220;bom&#8221;?</p>
<p><span id="more-4455"></span></p>
<p>Em primeiro lugar é importante compreender porque nos defendemos emocional e psiquicamente. A nossa vida é composta por desafios internos e externos. Quando um desafio surge é necessário desenvolvermos competências para lidar com eles. Porém, algumas vezes, os desafios são intensos demais ou prolongados demais &#8211; e nós despreparados demais &#8211; então, aprendemos a nos defender. A defesa é uma maneira de mantermos nossa integridade com os recursos emocionais e psíquicos que temos disponíveis.</p>
<p>Defender-se, então, é algo &#8220;bom&#8221;, ou seja, possui uma função de manter e proteger a integridade do organismo. O que ocorre, é que muitas vezes com os recursos que temos a defesa que organizamos tem um custo que nos priva de outras possibilidades de desenvolvimento. Junto com isso, como a defesa funcionou uma vez, a nossa tendência é manter o comportamento. Então temos uma solução que embora nos limite, nos protege e mantemos esta solução para que evitemos problemas.</p>
<p>Quando um processo de terapia se inicia, muitas vezes é porque esta defesa atingiu um &#8220;limite funcional&#8221; ou seja, os novos desafios da vida precisam de mais respostas e a defesa criada anteriormente não dá conta daquilo tudo ou está atrapalhando o desenvolvimento de novas competências.</p>
<p>Durante o processo a pessoa aprende novas maneiras de lidar com o mundo e consigo mesma. A velha resposta começa, lentamente, a se perceber desnecessária e a pessoa começa a pensar que não mais precisa da sua velha defesa. Quando isso ocorre, ela começa a desorganizar a resposta antiga, porém, ao fazer isso, a pergunta que seu inconsciente faz é &#8220;vai se livrar de algo que funcionou tanto tempo? E se &#8220;x&#8221; acontecer?&#8221;.</p>
<p>Nesse momento o medo aparece &#8220;do nada&#8221;. Este, no entanto, é um medo &#8220;bom&#8221; (não que os outros sejam ruins). Bom pelo fato de que ele está se apresentando como que para &#8220;expurgar&#8221; algo, para limpar. E não é apenas a defesa, mas principalmente aquilo que gerou a defesa. Como assim?</p>
<p>Ocorre que para eu manter uma resposta por um tempo muito longo, preciso manter o aprendizado durante um tempo muito longo. E se o aprendizado é, na verdade, errôneo? Ou disfuncional? Ou foi importante numa época, mas agora não é mais &#8211; ou até atrapalha?</p>
<p>Por exemplo: uma pessoa aprende que tudo o que faz é ruim e mal feito, aprende a defender-se tornando-se uma pessoa pouco expressiva. Na terapia pode aprender que tem o seu valor, que o que faz é importante e, com isso aprender a se expor. Porém este aprendizado pode lhe causar medo, visto que deverá contrapor o aprendizado passado o qual é disfuncional. Assim, ela irá limpar esta ideia compreendendo, por exemplo, que seus pais não sabiam lhe valorizar (assim como, talvez, nunca foram valorizados) e esta nova percepção irá lhe permitir limpar uma memória dando a ela um novo significado que, agora, pode ajudá-la a ter uma vida mais completa e rica &#8211; e talvez a ajudar seus pais.</p>
<p>Quais os medos que você precisa limpar em você?</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Apreciação e felicidade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/08/31/apreciacao-e-felicidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2015 16:43:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu não estou satisfeito sabe? Com o que? Ah&#8230; com a minha vida. Está tudo um saco. Hum, me conte o que está um saco? Tudo. Tudo? Bem, semana passada você estava me dizendo que esteva feliz da vida com seu carro novo! É&#8230; bom&#8230; Então não é &#8220;tudo&#8221;. O que, de fato, está te &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/08/31/apreciacao-e-felicidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Apreciação e felicidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<li>Eu não estou satisfeito sabe?</li>
<li>Com o que?</li>
<li>Ah&#8230; com a minha vida. Está tudo um saco.</li>
<li>Hum, me conte o que está um saco?</li>
<li>Tudo.</li>
<li>Tudo? Bem, semana passada você estava me dizendo que esteva feliz da vida com seu carro novo!</li>
<li>É&#8230; bom&#8230;</li>
<li>Então não é &#8220;tudo&#8221;. O que, de fato, está te chateando?</li>
<li>Ah Akim&#8230; é que não estou conseguindo ir direito nos estudos sabe?</li>
<li>Sei. Está incomodado com isso?</li>
<li>Sim.</li>
<li>Que bom! Que tal dizer que isso te incomoda então, ao invés de está tudo uma droga?</li>
<li>É&#8230; é mais o que eu realmente estou sentindo.</li>
<li>Perfeito, então vamos trabalhar com isso, mas antes, quero que faça um tour mental no que está dando certo na sua vida.</li>
<li>Ok&#8230; é&#8230; tem bastante coisa.</li>
<li>Ótimo, agora vamos focar, estudos&#8230; o que mudar?</li>
</ul>
<p>A felicidade é um sonho de todos. Todos temos critérios do que nos tornaria felizes como uma casa, uma conta bancária maior ou a possibilidade de viajar todos os anos. Mas até que ponto tudo isso é realmente necessário à felicidade?</p>
<p>Por mais que essas coisas todas despertem sensações e emoções prazerosas em nós, convém lembrar de outro fato: em geral, após termos uma vitória ou conquista, a sensação de bem-estar que ela provoca não dura muito tempo. Ela dura, na verdade, o tempo suficiente para que nosso cérebro se habitue com o novo padrão de vida. Uma vez que isso ocorra, ter um milhão na conta ou ter mil reais soa para o nosso cérebro como &#8220;a minha conta&#8221;, ou seja, da mesma maneira.</p>
<p>É óbvio que não descarto aqui as possibilidades que esta diferença tem. Ela é importante, porém o foco da discussão aqui é que aquilo que se ganha não mantém um estado emocional durante muito tempo. &#8220;E existe algo que faz isso?&#8221;, você pode perguntar. Sim, existe. Inclusive, esta é uma das chaves que se estuda muito em relação ao tema felicidade.</p>
<p>Estudos do psicólogo John Gottman mostram que um exercício muito simples é capaz de aliviar sintomas de depressão leve e moderada num prazo de até duas semanas. Anota-se, ao final do dia, num caderno coisas boas pelas quais a pessoa passou. Este pequeno ato é capaz de atenuar sintamos e muitas pessoas mantém este registro por longos períodos pelo seu benefício. Chama-se isso de exercício da gratidão.</p>
<p>A gratidão é uma emoção que sentimos ao obter alguma dádiva de alguém ou de alguma força superior na qual a pessoa creia. Esta emoção possui um componente importantíssimo que é seu fundamento: perceber algo de bom em sua vida e apreciar este algo. A gratidão é impossível sem esta percepção. Esta apreciação é uma das chaves que se tem estudado na nossa busca pela felicidade.</p>
<p>Pessoas que são felizes em geral tendem a apreciar suas vidas, suas rotinas, amigos, parceiros e bens. A apreciação necessita de contato com aquilo que temos. Ao apreciar valorizamos aquilo que já existe. Este valor que se vai atribuindo aquilo que já existe é importantíssimo para que a sensação de bem-estar e felicidade exista. No consultório, por exemplo, recebo muitas pessoas que simplesmente não conseguem olhar para o que possuem e fazem de bom. Entre dez atitudes positivas e uma meio negativa, esta última assume um valor maior que as outras dez.</p>
<p>Apreciar é extrair da experiência toda a sua essência. Entre beber uma taça de vinho e apreciar uma taça de vinho existe muita diferença. Apreciando conhecemos muito mais os detalhes do vinho, apreendemos suas características e tornamos nossa experiência muito maior. É comum que ao degustar um vinho as pessoas bebam menos, inclusive, pelo fato de a experiência ser tão interessante que os sentidos ficam saturados pela informação.</p>
<p>Assim, se você quer ser feliz, é importante aprender a apreciar aquilo que tem. O contra argumento é dizer que isso faz a pessoa ficar acomodada. O argumento é falso por dois motivos: em primeiro lugar o medo de não atingir metas pode ser tão paralisante que a pessoa nunca dá um passo fora do seu quadrado. Em segundo apreciar não significa não desejar mais experiências. A diferença é que se dá valor à cada experiência ao invés de passar por cada um delas rapidamente como num fast food.</p>
<p>Então, aprecie sua vida. Seus amigos, sua família, suas posses atuais. Aprenda a dar valor ao que há para que você possa sonhar com aquilo que realmente deseja e ir atrás com ainda mais convicção.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>A importância da flexibilidade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/07/17/a-importancia-da-flexibilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 11:49:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, o que você quer dizer? &#8211; Que você está muito rígido, não consegue flexibilizar o comportamento. &#8211; Quer que eu não faça nada, é isso? Deixe ela montar em mim! &#8211; Não, nada a ver com isso. &#8211; Então o que? &#8211; Simples: de que outras maneiras você pode ser atendido no &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/07/17/a-importancia-da-flexibilidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">A importância da flexibilidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/flexibilidade.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3552" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/flexibilidade.jpg" alt="Flexibilidade" width="426" height="284" /></a></p>
<p>&#8211; Mas Akim, o que você quer dizer?</p>
<p>&#8211; Que você está muito rígido, não consegue flexibilizar o comportamento.</p>
<p>&#8211; Quer que eu não faça nada, é isso? Deixe ela montar em mim!</p>
<p>&#8211; Não, nada a ver com isso.</p>
<p>&#8211; Então o que?</p>
<p>&#8211; Simples: de que outras maneiras você pode ser atendido no que é importante para você?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você quer que ela seja &#8220;companheira&#8221;, ok, mas ela deixou claro que estar o tempo todo disponível à você não é uma opção. De que outra maneira você pode senti-la como companheira que não essa?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A flexibilidade é uma característica importante para nossas vidas, mas compreender o que de fato é ser flexível é igualmente importante para que não se cometam erros de comportamento que prejudicam a vida ao invés de ajudá-la.</p>
<p>A primeira coisa que ser flexível não é, é ficar &#8220;engolindo sapo&#8221;. Em geral quando dizemos à alguém: &#8220;seja flexível&#8221;, a réplica vem à galope: &#8220;você quer que eu fique quieto frente à isso?&#8221; ou &#8220;não quer que eu faça nada?&#8221;. Este tipo de atitude vem de uma falta de compreensão sobre o que é flexibilidade e confunde flexibilidade com falta de atitude. Bem, flexibilidade é tudo, menos falta de atitude. Muito pelo contrário, para se ter esta característica é importante estar muito bem fundamentado em suas crenças e prioridades.</p>
<p>Em geral, o que ocorre é que as pessoas encontram uma forma de atender suas necessidades e desejos e se fincam nesta maneira como a única possível de obterem o que querem. Início do desastre. Porque? Porque ou elas levam sorte ou terão uma vida muito pouco rica. Em geral pessoas que são muito rígidas nas suas maneiras de atingir seus objetivos são mais infelizes e brigam muito com os outros por causa desta rigidez. Elas, também, não adquirem um auto conhecimento bom o suficiente para saber de que outras maneiras podem se satisfazer.</p>
<p>Flexibilidade é a habilidade que lhe permite ter vários comportamentos para atingir o mesmo fim. Ter flexibilidade, portanto, significa saber muito bem o que se quer. Saber o que é importante naquilo que se quer e entender quais são as maneiras possíveis de atingir este fim. A pessoa, para desenvolver a flexibilidade precisa ser criativa e ter foco firme (ou seja, longe da ideia de ser fraca ou não saber o que deseja). O foco é onde ela precisa chegar, a criatividade é o que a faz ter vários meios para atingir isso.</p>
<p>O primeiro passo é conhecer muito profundamente aquilo que queremos. As pessoas, em geral, tem noções vagas do que querem e do que é importante para elas nisso. Por exemplo: dizemos que queremos pessoas companheiras. Porém &#8220;companheira&#8221; se dá de que forma? Para que isso é, realmente importante? Uma coisa é uma pessoa que vá com você fazer compras, outra é uma pessoa que compartilhe suas emoções. Estes dois comportamentos bem distantes podem ser sinônimos de &#8220;companheira&#8221; e é muito óbvio imaginar que estes dois estilos de companheira atendem necessidades muito específicas.</p>
<p>O caso acima, por exemplo, traz uma pessoa que desejava disponibilidade integral além de exclusividade como sinônimos de &#8220;companheira&#8221;. Fácil perceber que eram critérios difíceis de serem atendidos. Porém, indo afundo percebemos que estes dois elementos eram uma forma de dizer que ele queria ser reconhecido por quem era. Ora, isso é mais fácil que disponibilidade integral, porém, de que maneiras perceber que ele poderia ser reconhecido? Começamos a compreender que ele poderia ter uma pessoa que soubesse elogiar e validar positivamente seus comportamentos em casa &#8211; onde ele era mais sensível &#8211; como fazer café e arrumar a cama.</p>
<p>Assim sendo passamos de uma pessoas que precisava ser o tempo todo disponível e gostar &#8220;apenas&#8221; dele para uma pessoa que soubesse elogiar seus movimentos. Isso é ser flexível. Além disso, ele expandiu seu repertório e começou a perceber que poderia ser elogiado no trabalho e em situações sociais, quando passou a dar valor à estas experiências a própria necessidade de recebe-las diminuiu e ele compreendeu que ele mesmo poderia se elogiar e, com isso, aprendeu a se dar valor. Isso é flexibilidade!</p>
<p>E você: rígido ou flexível?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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