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	<title>Arquivos Valorização - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Estimar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2015 09:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não sei direito porque, mas eu não consigo dar valor pra isso. &#8211; Sei&#8230; bem, me diga quando você entrou na faculdade. &#8211; Fazem uns 10 anos. &#8211; Ok, imagine que você está há 10 anos atrás e tem a possibilidade de brincar com o seu futuro. &#8211; Certo. &#8211; Pense que você &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/11/16/estimar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Estimar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não sei direito porque, mas eu não consigo dar valor pra isso.</p>
<p>&#8211; Sei&#8230; bem, me diga quando você entrou na faculdade.</p>
<p>&#8211; Fazem uns 10 anos.</p>
<p>&#8211; Ok, imagine que você está há 10 anos atrás e tem a possibilidade de brincar com o seu futuro.</p>
<p>&#8211; Certo.</p>
<p>&#8211; Pense que você não faz esta escolha, que não escolheu a sua faculdade.</p>
<p>&#8211; Ok.</p>
<p>&#8211; Agora lá do seu passado veja todas as escolhas boas e importantes que fez por causa da escolha da faculdade.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Agora tire elas da sua vida, como se você tivesse apagado elas.</p>
<p>&#8211; Nossa&#8230;</p>
<p>&#8211; O que foi?</p>
<p>&#8211; Sensação muito estranha, muito ruim.</p>
<p>&#8211; Do que?</p>
<p>&#8211; De perder sabe?</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; este é o quanto sua escolha está valendo hoje&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aprender a dar valor para aquilo que fazemos e para a pessoa que somos é fundamental para desenvolver uma boa auto estima. Porém, como fazer isso?</p>
<p><span id="more-4523"></span></p>
<p>Estimar é dar valor. Porque precisamos &#8220;dar valor&#8221;? Porque nada nesta vida tem um valor pré ordenado. Tudo aquilo que vemos, que sentimos, que usamos, as experiências pelas quais passamos não possuem um valor &#8220;a priori&#8221;, o valor, o significado é dado pela pessoa que vive a experiência. Por exemplo, duas pessoas passam pelo mesmo evento, ou compram o mesmo item, cada uma delas dará um valor distinto para isso. Enquanto para uma pessoa a festa foi ótima, para outra a festa foi um aborrecimento.</p>
<p>De certa maneira sempre atribuímos um determinado tipo de valor. Pode ser positivo, negativo, &#8220;neutro&#8221;, &#8220;nada&#8221; (sim, isso é uma forma de valorizar, porque quando se diz &#8220;nada&#8221; de um evento isso possui uma repercussão na maneira que o evento é representado na pessoa), porém sempre temos um valor associado ao que vivemos. A questão é aprender a dominar este processo e dar valores adequados para aquilo que temos e vivemos.</p>
<p>Aí a grande sacada: valorizar não significa dar valor super positivo para tudo. Isso é um erro. O valor precisa estar adequado aos desejos da pessoa, seus limites pessoais e suas características. Dar muito valor à tudo o que fazemos e vivemos é uma forma enganosa de &#8220;auto estima&#8221;, na verdade demonstra falta de auto percepção, porque nem tudo que vivemos é super positivo.</p>
<p>O problema é que muitas vezes a pessoa não consegue saber como determinar o valor daquilo que tem, ou faz ou vive. Uma das técnicas é a que apresentei no diálogo acima. Basicamente você precisa visualizar tudo aquilo que sai da sua vida caso você deixe de fazer aquilo que está fazendo ou abra mão da escolha que fez, ou ainda tivesse deixado de viver alguma coisa.</p>
<p>O interessante desta técnica é que, em algumas vezes, a pessoa percebe que não perde quase nada. Este é o caso em que a escolha tem pouco valor. Outras vezes o contrário ocorre e a pessoa vê o quanto suas escolhas foram importantes e continuam sendo. E em alguns casos percebe-se que dá-se muito valor para algo que não tem tanto valor assim (e vice-versa). Em todos estes casos o importante é que a pessoa aprende a medir aquilo que faz ou que tem e, com isso, pode organizar melhor a sua maneira de viver isso, sendo dando mais valor ou menos valor à algo ou até mesmo, deixando de fazer alguma coisa.</p>
<p>E você, qual o valor que dá à sua vida?</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Qualidades</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/11/22/qualidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 12:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Qualidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu não entendo Akim, para que falar sobre o que eu faço bem? Não tenho que falar da parte ruim para melhorar? &#8211; Claro que sim e vamos falar sobre isso, mas faça um esforço, me conte sobre o que você é bom. &#8211; (Silêncio) É difícil sabe? Eu não sei direito falar &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/11/22/qualidades/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Qualidades</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu não entendo Akim, para que falar sobre o que eu faço bem? Não tenho que falar da parte ruim para melhorar?</p>
<p>&#8211; Claro que sim e vamos falar sobre isso, mas faça um esforço, me conte sobre o que você é bom.</p>
<p>&#8211; (Silêncio) É difícil sabe? Eu não sei direito falar sobre isso.</p>
<p>&#8211; Sim, é bem mais fácil para você falar sobre o que você não gosta em você não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Mas se você só olha para isso o tempo todo, como você se vê enquanto pessoa?</p>
<p>&#8211; Um fracassado.</p>
<p>&#8211; E você gosta de se ver assim?</p>
<p>&#8211; Não, óbvio.</p>
<p>&#8211; E como você reage à esse jeito de se ver?</p>
<p>&#8211; Eu me escondo né? Foi o que vimos semana passada.</p>
<p>&#8211; Exato, você se esconde e não quer que ninguém veja isso, fica na defensiva.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; E como você se defende?</p>
<p>&#8211; Fugindo.</p>
<p>&#8211; Que é a parte &#8220;ruim&#8221; não é mesmo?</p>
<p>&#8211; É.</p>
<p>&#8211; E se você tivesse coisas boas para falar sobre você, será que precisaria se esconder tanto? Ou fugir tanto?</p>
<p>&#8211; Acho que não&#8230; talvez eu enfrentasse mais as coisas&#8230; se eu acreditasse nisso&#8230;</p>
<p>&#8211; Exato&#8230;</p>
<p>Água parada mata.</p>
<p>Sempre digo esta frase para meus clientes. Uma qualidade não reconhecida e não empregada causa tanto &#8211; ou mais &#8211; dano que um &#8220;defeito&#8221;. A questão é que culturalmente somos educados para tentar &#8220;melhorar&#8221; aprimorando nossos defeitos ao invés de &#8220;ir além&#8221; utilizando nossas qualidades.</p>
<p>É comum as pessoas se apegarem aos defeitos e não usarem suas forças e virtudes em detrimento disto o que é um grande erro. Ora, se a pessoa é ótima em matemática, por exemplo, mas não é tão boa em língua portuguesa porque ela deve inutilizar seu conhecimento em matemática por causa da falta de conhecimento em língua portuguesa? Não deve, pelo contrário, as facilidades devem ser utilizadas e comemoradas.</p>
<p>A ideia comum é que temos que ter um ser humano completo: o que adianta tirar 10 em matemática e 5 em línguas? É o argumento comum. Bem, à meu ver adianta muito afinal de contas existem inúmeras situações &#8211; e profissões &#8211; nas quais a matemática é muito mais importante do que o conhecimento em línguas. Além disso nenhuma pessoa torna-se excelente em tudo, em geral, tendemos a buscar mais conhecimento sobre algo que nos é importante.</p>
<p>O mesmo vale para as forças e virtudes humanas. O ser não precisa ser excelente em todas as virtudes existentes, ele pode viver uma vida muito rica e completa com poucas &#8211; os especialistas falam em 5. O grande problema é que ao não usarmos nossas virtudes deixamos de expressar quem somos, ao fazê-lo não valorizamos o nosso eu e com isso destruímos a auto-estima e isso pode causar graves problemas.</p>
<p>Me lembro de um rapaz que atendi: ele era muito bom escritor, porém não era bom em matemática. O pai era o contrário, porém a cobrança &#8211; por motivos óbvios &#8211; recaia sobre o estudo da matemática. Durante anos este rapaz se culpou por não ser bom em matemática o que lhe fazia não ter tempo para se ocupar em escrever e valorizar o que escrevia. Durante sua terapia incentivei-o a escrever e parar de se ocupar tanto da culpa por não ser bom em matemática. Algum tempo depois ele escreveu um livro e com o sucesso resolveu iniciar outro projeto, sentia-se muito feliz e integrado consigo por estar  fazendo &#8220;algo que sempre deveria ter feito&#8221;.</p>
<p>Cada ser humano possui as suas qualidades e partes suas que não são tão bem desenvolvidas. Tão importante quanto melhorar algumas das partes não desenvolvidas para melhorar a qualidade de vida é se dar a qualidade de vida com base no que a pessoa já faz bem, nas qualidades que ela já possui. Não fazer isso causa dois problemas: ter que segurar as qualidades dentro de si e se culpar por &#8220;não ser tão bom em&#8230;&#8221;.</p>
<p>Quais são as suas qualidades, forças e virtudes? Como você tem usado elas no seu trabalho, nos seus relacionamentos, na sua vida em geral?</p>
<p>Não deixe o que existe de bom dentro de você morrer ou ficar jogado de lado, cada parte de si que você deixa de lado é uma parte da sua felicidade que morre dentro de você.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Gostar x importar-se</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/08/02/gostar-x-importar-se/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2013 09:44:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Já não sei o que fazer, ela fica me dizendo que eu não me importo com as coisas que ela gosta sabe? &#8211; Sei, me de um exemplo &#8211; Tem uma banda lá que ela gosta, mas eu não curto entende? &#8211; Claro que sim, mas você precisa, necessariamente gostar? &#8211; Como assim? &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/08/02/gostar-x-importar-se/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Gostar x importar-se</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Já não sei o que fazer, ela fica me dizendo que eu não me importo com as coisas que ela gosta sabe?</p>
<p>&#8211; Sei, me de um exemplo</p>
<p>&#8211; Tem uma banda lá que ela gosta, mas eu não curto entende?</p>
<p>&#8211; Claro que sim, mas você precisa, necessariamente gostar?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Veja o que ela pede é que você goste ou que você se importe com algo que é importante para ela?</p>
<p>&#8211; Ela reclama que eu não me importo, mas pra mim dá na mesma.</p>
<p>&#8211; Qual a diferença entre gostar e se importar?</p>
<p>&#8211; Não sei!</p>
<p>E você, sabe?</p>
<p>Gostar é uma apreciação, é quando apreciamos algo de uma forma positiva, mostrando o nosso agrado por algo ou alguém; já importar-se é mostrar apreço por algo, demonstrar consideração.</p>
<p>O gostar envolve uma apreciação pessoal, na qual a pessoa se envolve ativamente ao experimentar, aprovando e gozando de algo que a faz sentir-se bem, é extremamente pessoal, pois, como a origem da palavra diz, envolve o &#8220;gosto&#8221; de cada um.</p>
<p>Importar tem a ver com uma avaliação de importância que não precisa ser pessoal. Sabemos que algo é importante, mas não precisamos, necessariamente gostar disso.</p>
<p>O que isto tudo tem a ver com o caso acima?</p>
<p>Uma das questões cruciais em uma relação é a capacidade dos conjugues conseguirem dar importância ao que é importante ao outro. Esta &#8220;importância compartilhada&#8221; gera uma sensação de aprovação e de intimidade fundamental para os relacionamentos. O tema tem se tornado cada vez mais importante nos últimos tempos uma vez que as pessoas tem se tornado cada vez mais egoístas em suas relações. O individualismo &#8211; favor não confundir com individualidade &#8211; tem se tornado um verdadeiro câncer para as relações uma vez que questões simples &#8211; acredite é simples &#8211; como essa não são mais tão claras para as pessoas.</p>
<p>Como aprender a se importar com algo que não gostamos?</p>
<p>Em primeiro lugar é importante entender que o fato de não gostarmos não significa que a coisa não possua valor, ela simplesmente não empresta uma experiência boa à nós. Uma vez que a coisa possui valor a pergunta é simples: a pessoa que amo dá valor à isto, posso atribuir valor à isto como uma forma de honrá-la e respeitá-la? Se a pergunta à essa resposta for sucessivamente &#8220;não&#8221;, sugiro outra: porque estou me relacionando com esta pessoa?</p>
<p>Aprendermos com o universo do outro permitindo que ele faça parte de nossas vidas é uma das condições básicas para uma boa relação. Conhecer e dar importância àquilo que é importante para o outro é fator fundamental para a intimidade, sem isto é muito difícil que os laços se estreitem. Obviamente talvez não seja possível realizar a tarefa para todos os aspectos da vida do outro, porém um mínimo é necessário para que o respeito e admiração se tornem algo comum ao casal.</p>
<p>O respeito por algo que é importante ao conjugue é um dos fatores fundamentais dos casais de sucesso segundo as várias pesquisas de John Gottman, pesquisador americano que trabalha exclusivamente com o tema. Além deste existem outros que vamos trazer ao longo dos dias, não perca!</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Valorização</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/09/10/valorizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 10:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E ninguém me valoriza sabe? &#8211; Sim, entendo. &#8211; Aí é complicado, como é que eu vou me expôr, dizer o que penso se ninguém me dá valor? &#8211; É complicado mesmo né? &#8211; É sim! &#8211; Você estava me contando de um dia que você estava na sua casa e teve uma ideia &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/09/10/valorizacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Valorização</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E ninguém me valoriza sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, entendo.</p>
<p>&#8211; Aí é complicado, como é que eu vou me expôr, dizer o que penso se ninguém me dá valor?</p>
<p>&#8211; É complicado mesmo né?</p>
<p>&#8211; É sim!</p>
<p>&#8211; Você estava me contando de um dia que você estava na sua casa e teve uma ideia de sair, assistir um filme ou algo assim, lembra-se?</p>
<p>&#8211; Lembro, foi de ir pegar um filme que eu queria ver e não tinha visto no cinema.</p>
<p>&#8211; Perfeito: o que você fez naquela situação mesmo?</p>
<p>&#8211; Eu não fui. Pensei assim: a, bobeira, vejo outro dia quando der mais tempo&#8230;</p>
<p>&#8211; E isso que era um final de semana não? Sexta à noite!</p>
<p>&#8211; É&#8230;.</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; esse é um exemplo, tem outros nos quais você sempre abre mão de alguma coisa sua, desvaloriza um ato seu, lembra quando eu elogiei uma atitude sua um tempo atrás?</p>
<p>&#8211; Lembro, eu não consegui receber o seu elogio, fiquei até meio braba.</p>
<p>&#8211; Pooois é&#8230; então, que tal a gente começar a trabalhar com você se valorizar ao invés de ficarmos aqui brigando com esse &#8220;povo safado&#8221; que não quer te dar o valor que você merece?</p>
<p>&#8211; Eu acho uma ideia boa e difícil.</p>
<p>&#8211; Mas se é boa, vale a pena não é?</p>
<p>&#8211; Ah sim, eu acho que vai valer sim!</p>
<p>Quando se busca valorização nos outros temos um problema inicial: e se o outro não gostar do que gostamos? Ou se a nossa forma de agir seja uma forma que o outro não gosta?</p>
<p>Este problema inicial deve ser superado buscando a valorização em outro lugar: nós mesmos. Começamos a falar, então de auto-valorização. Não tem nada a ver com valorizar-se de forma desproporcional &#8211; o culturalmente &#8220;se achar&#8221; &#8211; pelo fato de que estamos falando de nós mesmos. Quem &#8220;se acha&#8221; não está se valorizando, é só uma outra face da moeda da baixa auto-estima. Quem se valoriza demais não está valorizando à si, mas sim à uma imagem que ele tem de si que é muito diferente do que ele é, o mesmo vale para quem não se valoriza.</p>
<p>Como se valorizar?</p>
<p>Inicialmente começamos a prestar atenção no que fazemos e dar um valor ao que fazemos. Podemos nos dizer: &#8220;esta comida que eu fiz está uma delícia&#8221;, &#8220;adoro meu rosto&#8221;, &#8220;estou lindo(a)&#8221; hoje. Obviamente o que valorizamos deve ser verdadeiro, não diga &#8220;estou lindo&#8221; apenas por dizer, você deve realmente perceber isso.</p>
<p>Este pequeno passo pode ser aplicado à varias áreas da sua vida, com o tempo algo começa a ocorrer: você começa a se perceber uma pessoa legal, bela, divertida, estudiosa, seja lá qual forem os seus atributos. Com isso você passa a entender que o que você faz tem valor, ou seja, o fato de você estar aqui respirando não é apenas um gasto de oxigênio, é, na verdade um fenômeno que faz a diferença na vida de muitas pessoas e na sua também, é de alto valor essa respiração, ela tem valor&#8230; você tem valor!</p>
<p>Começamos a querer nos agradar então, sonhar, desejar e perceber que temos a nossa marca única no mundo. Isto nos faz querer valorizar esta marca, que é única e, com isso estamos no caminho da auto-valorização. Então não precisamos mais que nos digam que nós somos ótimos: podemos fazer isso por nós mesmos. E sem nos achar.</p>
<p>Abraço</p>
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