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	<title>Arquivos mudanças - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Sem dor&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 13:52:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim. &#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você. &#8211; Então porque eu deveria fazer isso? &#8211; Porque não? &#8211; Porque vai doer oras! &#8211; E daí? &#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;? &#8211; A vida é só prazer? &#160; A dor é uma sensação difícil de ser encarada, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/10/sem-dor/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sem dor&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim.</p>
<p>&#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você.</p>
<p>&#8211; Então porque eu deveria fazer isso?</p>
<p>&#8211; Porque não?</p>
<p>&#8211; Porque vai doer oras!</p>
<p>&#8211; E daí?</p>
<p>&#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;?</p>
<p>&#8211; A vida é só prazer?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dor é uma sensação difícil de ser encarada, tendemos a fugir dela e das coisas que podem nos causar dor. Embora útil a fuga nem sempre é a melhor solução e, por vezes, precisamos aprender a enfrentar a dor.</p>
<p><span id="more-5437"></span></p>
<p>Sentimos dor de duas formas diferentes. A primeira delas é uma lesão direta em algum tecido, como um corte em nossa pele, por exemplo. A segunda forma é o que chamamos de &#8220;dor emocional&#8221;, uma sensação de dor causada por uma contratura da musculatura que nos lembra a dor. As duas formas de dor não precisam ocorrer ao mesmo tempo e é possível ter a sensação de dor enquanto lesão e deixar de lado a dor emocional, este é um aprendizado comum para praticantes de yoga.</p>
<p>Esta distinção é importante porque a reação que temos em relação a dor pode ser igual para ambos os tipos de dor. Enquanto é útil, por exemplo, tirar a mão de uma chapa quente porque dói (e não vai adiantar nada manter a mão na chapa), a dor emocional é diferente.</p>
<p>Pode ser doloroso dizer para um conjugue que amamos que a relação com ele está ruim e que pode terminar caso não se faça nada para mudar a situação atual. Pode ser ainda mais doloroso se o conjugue concordar e dizer que sente o mesmo. Neste caso, não estamos falando da dor enquanto sensação de lesão nos tecidos, estamos falando em dor emocional. Para esta dor, para este estímulo, a fuga da dor não irá ajudar, ou se enfrenta a situação ou ela irá consumir a relação (gerando mais dor no futuro).</p>
<p>Em outro caso, no entanto, a fuga pode ser uma resposta adequada. Sair de perto de um (famoso) vampiro emocional, dando-lhe limites bem nítidos pode funcionar. Neste caso, &#8220;lidar&#8221; com a situação é diferente do primeiro. Dependendo de quem é o vampiro e de seu lugar em nossas vidas simplesmente sair de perto dessa pessoa pode ser considerado uma reação adequada e a dor emocional causada pela relação com ele, aliviada.</p>
<p>Saber quando enfrentar a dor não é, apenas, uma questão de coragem. É importante avaliar se, de fato, vale a pena enfrentar a situação ou se simplesmente sair de perto dela pode ser uma solução viável. Em relação a fuga, eu parto de uma pergunta simples: é sustentável a decisão de evitar a situação?</p>
<p>Para responder esta pergunta é importante saber do que estamos fugindo ou o que estamos evitando. Então, evitar falar com uma pessoa bêbada na rua que resolveu nos atormentar e que, provavelmente, nunca mais vamos ver na frente, pode ser uma decisão sábia. O mesmo ponto se torna mais complicado se o &#8220;bêbado&#8221; é seu irmão ou pai, com quem você terá que lidar mais tarde. Nesse exemplo, o que está sendo evitado é a pessoa.</p>
<p>Porém, ainda no mesmo exemplo, podemos focar no comportamento de dar limites. Se tenho problema em dar limites para pessoas abusivas ou intrusivas falar com o bêbado e aprender a dar limites a ele pode ser uma decisão mais interessante do que simplesmente fugir dele, porque preciso desse aprendizado para outras situações. Perceber do que estamos fugindo e verificar se poderemos fugir disso sempre sem consequências para nós é um critério que nos ajuda nesse momento, lembrando sempre que embora fugir da dor seja algo viável, nem sempre é a melhor solução.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Comparar e desvalorizar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/01/20/comparar-e-desvalorizar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 09:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; ele é muito melhor que eu nisso. &#8211; Se melhor = quantidade, concordo. &#8211; Então!! &#8211; Então o que? &#8211; Vê como eu me sinto um merda? Além de não conseguir ficar com as gúrias ainda tem ele do lado! &#8211; Não, não vejo. Pode me explicar como você faz para sentir-se &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/01/20/comparar-e-desvalorizar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Comparar e desvalorizar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; ele é muito melhor que eu nisso.</p>
<p>&#8211; Se melhor = quantidade, concordo.</p>
<p>&#8211; Então!!</p>
<p>&#8211; Então o que?</p>
<p>&#8211; Vê como eu me sinto um merda? Além de não conseguir ficar com as gúrias ainda tem ele do lado!</p>
<p>&#8211; Não, não vejo. Pode me explicar como você faz para sentir-se um merda com isso?</p>
<p>&#8211; Nossa Akim&#8230; tá eu lá sem nada e o cara lá pegando todas&#8230; quer que desenhe?</p>
<p>&#8211; Seria bom, porque eu gostaria de ver como esta característica te transforma num merda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas dizem se comparar com outras para saber se estão &#8220;bem&#8221; ou &#8220;mal&#8221; frente à vários critérios. Porém existe uma diferença grande e importante entre a comparação sadia e e desvalorização, você sabe qual é?</p>
<p><span id="more-4933"></span></p>
<p>Comparar-se em relação à outras pessoas é uma atividade comum. Em geral percebemos que ela vem carregada de insegurança e um certo amargor em relação ao que o que compara não tem ou não está conseguindo. Outra vertente é a pessoa que está sempre se comparando com pessoas que ela julga estar (ou ser) em situação inferior. Este tipo de comparação cria hierarquias entre os &#8220;mais&#8221; e os &#8220;menos&#8221; e, por este motivo, as duas reações que descrevi acima ocorrem.</p>
<p>O problema da desvalorização ocorre quando &#8220;mais&#8221; e &#8220;menos&#8221; se tornam sinônimos de pessoa &#8220;melhor&#8221; ou &#8220;pior&#8221;. Ou seja, se a grama do meu vizinho é mais verde ele: (1) Tem a grama mais verde, (2) é uma pessoa melhor que eu, portante (3) eu sou uma &#8220;droga&#8221; mesmo (ou qualquer variação tais como: &#8220;não faço nada direito mesmo&#8221;, &#8220;não tenho chance&#8221;, &#8220;não sou digno&#8221;). Existe uma diferença grande entre admirar alguém que detém uma qualidade e julgar o seu &#8220;eu&#8221; por não possuir a mesma qualidade no mesmo &#8220;nível&#8221;.</p>
<p>A diferença é que, por exemplo, o fato do vizinho ter uma grama mais verde não quer dizer mais nada sobre ele além do fato de ele cuidar bem da grama. E não diz nada sobre você a não ser não cuidar tão bem da grama. Indo mais a fundo, é possível dizer que ele cuida da grama do jeito dele e você do seu e cada um obtém resultados diferentes e único à experiência de cada um. A competição que a comparação cria é sempre arbitrária porque definimos um determinado critério de forma aleatória.</p>
<p>Quando a comparação é &#8220;saudável&#8221; a pessoa consegue avaliar o critério sem interferir no aumento ou diminuição do seu &#8220;eu&#8221; ou do &#8220;eu&#8221; dos outros. Por exemplo: &#8220;Beltrano tem mais amigos que eu&#8221;. A comparação é dada pelo número de amigos. O que pode se seguir é: ele tem competências que eu não tenho, como ligar sempre para os amigos, estar comparecendo em eventos sociais e organizar estes eventos. Estas são as competências que fazem a diferença (aos olhos de quem está comparando).</p>
<p>A comparação &#8220;saudável&#8221; faz com que o comparador simplesmente compreenda que ele pode aprender com o outro e usar parte de sua estratégia para obter resultados semelhantes. Não é necessário diminuir meu eu e nem elevar o do outro para fazer isso. Neste caso temos uma pessoa que simplesmente compara e não hierarquiza-se no processo.</p>
<p>Já na comparação que é, na verdade, um processo de desvalorização temos que as características que o outro tem o fazem &#8220;mais&#8221; ou &#8220;melhor&#8221; enquanto que o comparador se faz pior frente à elas. &#8220;Eu nunca consigo amigos porque desse jeito não dá mesmo&#8221;, &#8220;eu sou meio anti social, porque as pessoas não são diferentes&#8221;. Neste momento um processo de vitimização pode acontecer junto com uma desvalorização pessoal deslocada por pegar a parte e tratar do todo.</p>
<p>Além disso muitas vezes perceber que outra pessoa é &#8220;melhor&#8221; que você em alguma coisa simplesmente fala sobre o seu estilo de vida. Existem pessoas que tem menos amigos porque são mais introspectivas e simplesmente sentem-se bem assim. É importante comparar-se com pessoas (se você realmente quer fazer isso) que possuem algo em comum com você ao invés de fazê-lo com pessoas diferentes do seu estilo de vida.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Hora de mudar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/08/28/hora-de-mudar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 11:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Angústia]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando mudar? Esta pergunta sempre me é feita, como responde-la?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/evoluir.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3646" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/evoluir.jpg" alt="Evoluir" width="299" height="188" /></a></p>
<ul>
<li>Então Akim&#8230; não estou aguentando mais.</li>
<li>Eu sei.</li>
<li>Ficar vindo aqui e sempre na mesma&#8230; tá foda.</li>
<li>Sim, é verdade.</li>
<li>É foda pra você também?</li>
<li>Pra mim não, eu acompanho o seu processo e as escolhas que você faz, não sou eu quem manda nele.</li>
<li>Sim&#8230; mas sabe&#8230; cara tá foda&#8230; não aguento mais ficar na mesma.</li>
<li>Sim, é mais dolorido segurar essa energia que deseja uma evolução do que evoluir de vez não é?</li>
<li>É&#8230;</li>
</ul>
<p>Quando alguém precisa fazer terapia? Quando alguém precisa mudar?</p>
<p>Sempre me fazem estas perguntas disfarçadas de pedidos para não ir à terapia, tais como: &#8220;não é todo mundo que precisa de terapia né?&#8221;. Gosto muito de um pensamento que ouvi de Joseph Campbell falando sobre a necessidade das pessoas lerem ou gostarem de mitologia. Ele disse que as pessoas não precisam de mitologia, que ele não acreditava em ter que fazer algo assim como obrigação, mas que se você tivesse uma boa introdução ao assunto e ele despertasse você, aí sim.</p>
<p>Um outro autor chamado Osho disse que se você parasse por um momento para perceber o quanto a vida é tediosa você poderia começar a fazer grandes transformações em sua própria vida. Ele gostava de dizer que as pessoas param de sobreviver, passam a viver e então podem super viver. Se de um lado temos os teóricos que dizem que o universo está em constante mutação, de outro perceberemos que se tudo está sempre em mutação, isso é uma constante, algo que não muda.</p>
<p>Depois de um certo tempo comecei a desacreditar na mudança. Não mais creio que as pessoas &#8220;mudem&#8221;, minha crença se modificou &#8211; por mais paradoxal que isso seja &#8211; para uma nova crença que é a que desejo, hoje, compartilhar com o leitor.</p>
<p>Mudar é uma forma humana de perceber um processo que podemos chamar de evolução. Aos nossos olhos vemos a pessoa mudando, mas de um outro ponto de vista podemos ver a pessoa simplesmente evoluindo, dando um contorno para algo que, de alguma forma, estava presente nela, algo que pode emergir. Essa &#8220;coisa&#8221; é o nosso processo de auto expressão. Expressar o &#8220;eu&#8221; em suas várias modalidades.</p>
<p>Por isso não creio mais em mudança, creio em expressão, expressar &#8220;mais&#8221;, expressar outra parte do self que já está, de alguma forma aí. O que pode acontecer acontece. Essa é uma ideia de que gosto muito. O tédio, o vazio, a ansiedade e a angústia que sentimos são uma forma do nosso corpo manifestar que algo precisa emergir, que é momento de uma outra forma assumir o show em nossas vidas. Isso não é uma mudança, mas sim um aperfeiçoamento, uma parte do processo que já estava acontecendo há muito tempo atrás, mantido inconsciente, esperando seu momento.</p>
<p>&#8220;A aventura surge quando o herói está preparado&#8221;. É o que Campbell diz dos mitos. As histórias já estão escritas, basta vivermos elas da melhor forma possível. Isso não nos leva ao niilismo ou à crença de destino, nos coloca, pelo contrário no palco do show e nos pergunta: você irá viver esta história que se coloca diante de si? Viverá a angústia e irá transformá-la em algo? Ou vai fugir da angústia da existência e com isso existir em angústia?</p>
<p>Particularmente sempre tenho a tendência de ser sensível aos sinais que meu corpo me envia. Tédio, indignação, ansiedade e angústia, por exemplo, são sinais de que algo precisa emergir. Nossa mente e corpo estão em constante funcionamento, mapeando e percebendo as vivências que temos em nosso cotidiano buscando se adaptar à elas e achar novas soluções para os problemas que surgem. Quando ouvimos estas vozes &#8211; que eu creio se manifestam nas emoções &#8211; criamos um canal direto com partes nossas que são especialistas em buscar o melhor da vida &#8211; especialistas porque evoluíram ao longo de milhares de anos para fazer isso com cada vez mais competência.</p>
<p>Quando mudar? Quando evoluir? Sempre que o corpo sinalizar, que a mente se indignar, que a situação precisar. Evoluir não é algo pelos outros, mas sim, algo pelo nosso próprio processo de auto expressão.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>O olhar que me olha</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/12/10/o-olhar-que-me-olha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2014 11:17:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Opinião do outro]]></category>
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		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu cansei sabe? &#8211; Sim, entendo você. &#8211; Porque ela não para de me encher e entende logo quem eu sou? &#8211; Não sei. Porque te irrita isso? &#8211; Porque ela não me vê como eu sou. &#8211; E porque você continua se posicionando da mesma forma? Não me parece adequada à este &#8220;novo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/12/10/o-olhar-que-me-olha/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O olhar que me olha</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/miron.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2715" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/miron.jpg" alt="miron" width="426" height="247" /></a></p>
<p>&#8211; Eu cansei sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, entendo você.</p>
<p>&#8211; Porque ela não para de me encher e entende logo quem eu sou?</p>
<p>&#8211; Não sei. Porque te irrita isso?</p>
<p>&#8211; Porque ela não me vê como eu sou.</p>
<p>&#8211; E porque você continua se posicionando da mesma forma? Não me parece adequada à este &#8220;novo eu&#8221;, mais maduro, segundo você.</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230; é que me irrita&#8230; ela não me percebe.</p>
<p>&#8211; Sim, mas é você quem tem que se perceber e reagir de acordo.</p>
<p>&#8211; Mas&#8230;</p>
<p>&#8211; Em outras palavras, se você é quem diz ser, porque briga com ela sobre isso?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Auto imagem é uma palavra interessante de ser estudada. Além de palavra, ela representa um fenômeno que é a maneira pela qual a pessoa se percebe. Ocorre que a auto imagem nem sempre é aquilo que queremos que seja, em outras palavras: às vezes temos o desejo de nos ver de uma forma, mas na realidade nos vemos de outra.</p>
<p>As pessoas falam muito sobre como o outro nos vê quando falam de auto imagem, quando na verdade o problema é como eu me percebo e como ajo frente à isso. Se me percebo de uma determinada maneira e essa imagem está integrada posso relaxar nela e agir a partir dela, senão eu preciso de aprovação dos outros ou de prová-la à alguém. Aí moram os perigos.</p>
<p>Quando preciso da aprovação de uma outra pessoa imediatamente me coloco numa situação de menos valia porque é a pessoa quem dá a decisão final sobre quem eu sou. Muitas vezes fazemos isso bolando maneiras pelas quais gostaríamos que o outro respondesse à quem somos, mas esta resposta não vem e, então achamos que a pessoa não nos aprova. Os enganos podem ser vários: a pessoa pode não ter uma maneira igual à sua de demonstrar, a pessoa pode não desejar ver você da maneira pela qual você se vê ou até mesmo ela pode não ligar muito para esta percepção e nem sequer atentar ao detalhe.</p>
<p>Provar significa que preciso vencer algum teste afim de receber o aval de que sou digno de me perceber segundo um determinado status. Se preciso provar à alguém é porque eu mesmo não me basto como referência minha. Novamente a situação perigosa de estar na mão do outro para receber o seu status pessoal. Pode ser que o outro não entenda que você está  num teste, e não ache que tenha que lhe dar alguma nota ou certificado.</p>
<p>Os outros podem negar, concordar ou ignorar a nossa definição de eu. Quem deseja tornar-se &#8220;alguém&#8221; deve saber lidar com esta realidade. É como adquirir uma competência: você precisa saber qual e como saber se dizer que a conseguiu. Senão dependerá de um terceiro, a competência, neste caso, é a capacidade de se perceber segundo um determinado status e segundo um critério. Quando a pessoa consegue assumir isso ela pode mudar a maneira de se comportar frente aos outros porque não necessitará mais do aval deles.</p>
<p>Você sabe quais são os critérios pelos quais você determina quem é? Você consegue sustentar esta imagem de si em suas relações ou cede à pressão dos relacionamentos? Você se sente da maneira pela qual se percebe ou esse conceito é apenas uma ideia na sua mente?</p>
<p>Estas perguntas vão te ajudar a começar a fazer as perguntas para organizar a sua auto percepção.</p>
<p>Abraço</p>
<p>visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Elogio</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/09/14/elogio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 11:45:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E minha filha tem reclamado que eu não paro de criticar ela sabe? &#8211; Sim, e você: concorda com ela? &#8211; É, eu tenho que concordar sabe? Sou uma pessoa crítica, mas tenho resultados também! &#8211; Ah sim, claro que tem. No entanto, talvez criticar não seja a única forma de ter esses resultados &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/09/14/elogio/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Elogio</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E minha filha tem reclamado que eu não paro de criticar ela sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, e você: concorda com ela?</p>
<p>&#8211; É, eu tenho que concordar sabe? Sou uma pessoa crítica, mas tenho resultados também!</p>
<p>&#8211; Ah sim, claro que tem. No entanto, talvez criticar não seja a única forma de ter esses resultados não é?</p>
<p>&#8211; É, pode ser que sim, mas aprendi assim.</p>
<p>&#8211; Você também se critica muito?</p>
<p>&#8211; Sim, o tempo todo. Por isso fico braba às vezes sabe? Se eu comparar as críticas que eu faço com os outros com aquelas que eu faço comigo mesma&#8230; nossa&#8230; eu sou uma santa!</p>
<p>&#8211; (risos) Então você pega pesado com você é?</p>
<p>&#8211; Às vezes não sei como eu me aguento!</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; Bom, meus parabéns!</p>
<p>&#8211; (Risos) Parabéns?Porque?Por ser super exigente?</p>
<p>&#8211; Não, por perceber isso em você e perceber que está atrapalhando a sua relação com a sua filha e estar aqui dizendo isso para mim com o intuito de mudar.</p>
<p>&#8211; Ah, mas isso não é nada né? Ainda faço a coisa errada!</p>
<p>&#8211; Sim, no entanto, se não perceber que faz, não vai mudar nunca não é?</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&#8211; E você acabou de fazer isso não é? Acabou de perceber</p>
<p>&#8211; Sim</p>
<p>&#8211; Então meus parabéns!</p>
<p>&#8211; (&#8230;) É esquisito receber os parabéns&#8230;</p>
<p>Elogiar é uma arte. O requisito de quem elogia é aprender a perceber o que deve ser elogiado, pois um elogio nunca deve ser falso, deve sempre, sempre, sempre ser verdadeiro. Agora pode ser feito &#8211; e deve &#8211; para todas as partes de um processo e é aí que entra a arte da coisa. O fato de elogiar uma pequena parte não quer dizer falta de compromisso com o restante do processo, mas sim o reconhecimento de que uma parte foi cumprida e &#8211; ao elogiar &#8211; mostrar a importância desta pequena parte. Qual o efeito disso? A pessoa começa a prestar mais atenção às pequenas partes e começa a generalizar este aprendizado para outras áreas da vida dela que precisam desta mesma parte.</p>
<p>Parece legal não é?</p>
<p>E é!</p>
<p>A arte do elogio começa conosco e depois podemos aprender a estender para outras pessoas. Elogio sempre deve ser verdadeiro e é um treino, no começo achamos difícil elogiar porque não estamos acostumados à ver os pequenos detalhes, depois aprendemos a soltar o verbo. O efeito do elogio é que nos sentimos mais motivados e aprovados pelo que estamos fazendo, a sensação de &#8220;estou no caminho certo&#8221; fica presente. Ao elogiarmos uma pequena parte logo ficamos mais motivados para buscar as próximas conquistas, então ao invés de esquecermos dos objetivos de longo prazo, ao elogiarmos os pequenos avanços criamos uma motivação adicional para a próxima fase gerando mais auto-confiança e auto-segurança.</p>
<p>Experimente: escolha uma tarefa qualquer e divida ela nos menores pedaços possíveis. Elogie-se ao executar cada pequeno pedaço, busque sentir-se orgulhoso e motivado ao terminar cada pequena tarefa. Se conseguir faça com outras pessoas também. Elogio gera elogios e um ambiente mais acolhedor.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Brigando com o passado</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/09/05/brigando-com-o-passado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 12:11:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E eu sempre penso nisso tudo que me fizeram sabe? &#8211; Sei, é uma história complicada de fato. &#8211; Pois é e eu nunca consigo esquecer, sempre quero entender o que aconteceu, porque fizeram isso comigo sabe? Porque não fizeram diferente? &#8211; Entendo completamente. &#8211; É tão frustrante olhar para a minha história e &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/09/05/brigando-com-o-passado/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Brigando com o passado</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E eu sempre penso nisso tudo que me fizeram sabe?</p>
<p>&#8211; Sei, é uma história complicada de fato.</p>
<p>&#8211; Pois é e eu nunca consigo esquecer, sempre quero entender o que aconteceu, porque fizeram isso comigo sabe? Porque não fizeram diferente?</p>
<p>&#8211; Entendo completamente.</p>
<p>&#8211; É tão frustrante olhar para a minha história e ver que ela foi isso sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, eu imagino.</p>
<p>(Silêncio)</p>
<p>(Akim) &#8211; Mas sabe, por pior que tenha sido o seu passado, você está aqui não é?</p>
<p>&#8211; Desse jeito, mas estou.</p>
<p>&#8211; Sim, entendo perfeitamente. Temos um bom trabalho para fazer ainda, mas o fato é que você pode estar fazendo esse trabalho. Eu gostaria de te perguntar, inclusive, se você tem ideia de por onde deseja começar.</p>
<p>&#8211; Nem sei, tem alguma sugestão?</p>
<p>&#8211; Tenho, posso te contar para você ver se acha adequado?</p>
<p>&#8211; Pode.</p>
<p>&#8211; Então, ocorre que todos nos temos coisas que não queríamos ter passado, coisas que gostaríamos de ter passado e não passamos. Geralmente olhamos para isso e ficamos com raiva do que nos aconteceu, magoados com toda  a nossa história.</p>
<p>&#8211; Mas tem algo errado com isso?</p>
<p>&#8211; Isso não é um problema, pelo contrário: é compreensível. O problema é que enquanto ficamos brigando com esta história pelo que ela não foi não conseguimos olhar para o hoje e para o amanhã e assim, tocarmos as nossas vidas.</p>
<p>&#8211; Entendo</p>
<p>&#8211; Daí a minha sugestão inicial para você: fazer as pazes com a sua história, o que te parece?</p>
<p>&#8211; Parece difícil.</p>
<p>&#8211; Numa história como a sua, com tantos percalços você já é um vencedor, eu sei que talvez você não perceba, mas é. Esta dificuldade vai te ajudar a ser um vencedor ainda maior: vai conquistar a sua própria história, fazer as pazes com ela e tomar as rédeas da sua vida. Que te parece?</p>
<p>&#8211; Sim, sim. É como eu falei, vai ser difícil, mas acho que é por aí mesmo né? Não adianta mais eu viver com raiva do que aconteceu.</p>
<p>&#8211; Você pega rápido as coisas, parabéns, tenho certeza que este momento é uma nova página na sua história.</p>
<p>&#8211; Obrigado</p>
<p>Como lidar com o passado?</p>
<p>O problema de &#8220;lidar com o passado&#8221; é que não estamos lidando com algo que é &#8220;concreto&#8221;, mas sim com algo que está em nossa mente. Não é com o &#8220;passado&#8221; propriamente dito que lidamos, mas sim com o passado que carregamos em nós. Muitos judeus quando saíram dos campos de concentração entraram em depressão e morreram, outros encontraram uma &#8220;estranha força&#8221; e viveram uma vida próspera e feliz mesmo tendo perdido tudo.</p>
<p>Pesquisas mostram que existem dois comportamentos muito poderosos para aprender a lidar com o passado que carregamos com nós: gratidão e perdão.</p>
<p>A gratidão é o ato de agradecermos por tudo o que encontramos de bom em nossa história de vida. O agradecimento é uma sensação de gratidão por algo que lhe fez bem, não precisamos agradecer à alguém ou alguma entidade ou coisa, apenas precisamos sentir esta gratidão pelo que nos fez bem. Este recurso ensina a pessoa a ver que no seu passado também existiram coisas boas e esse efeito é poderoso.</p>
<p>O perdão serve para aqueles momentos, pessoas, situações que não nos fizeram bem. Porque perdoar? Para se libertar da mágoa que foi gerada na situação. O efeito do perdão é aceitar a dor que ocorreu para poder libertar-se dela. É como se você tivesse um corte e ficasse cutucando ele, o perdão é parar de cutucar e começar a cuidar para cicatrizar a ferida.</p>
<p>A briga com o passado é inútil pois ele não voltará para ser mudado. O que podemos é aprender com ele e nos tornarmos mais sábios a de hoje em diante. Um autor americano disse certa vez: &#8220;se as pessoas parassem de brigar com o seu passado veriam que ele não é tão importante quanto parece&#8221;. O intuito deste texto não é tirar mérito ou razão que você possa ter para sentir mágoa de alguém ou alguma situação do seu passado, mas direcionar o seu olhar para o hoje e um futuro que lhe aguarda no qual olhar para o passado com gratidão e perdão seja, talvez, mais motivante e libertador que olhar com raiva e dor.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>&#8220;Insight&#8221;</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/08/13/insight/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 12:04:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Quando cheguei ela ainda estava braba comigo e eu falei para ela ir lá em casa. &#8211; E ela? &#8211; Não quis, daí eu falei para ela que se ela não fosse era porque não me amava. &#8211; Hum&#8230; e aí? &#8211; Ela disse: &#8220;a não, chega disso&#8221;. &#8211; (Risos suaves) Chega mesmo né? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/08/13/insight/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">&#8220;Insight&#8221;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Quando cheguei ela ainda estava braba comigo e eu falei para ela ir lá em casa.</p>
<p>&#8211; E ela?</p>
<p>&#8211; Não quis, daí eu falei para ela que se ela não fosse era porque não me amava.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; e aí?</p>
<p>&#8211; Ela disse: &#8220;a não, chega disso&#8221;.</p>
<p>&#8211; (Risos suaves) Chega mesmo né?</p>
<p>&#8211; Então eu percebi o seguinte: que eu estava sendo criança. Ela tinha ficado braba por bobeira, mas eu estava sendo criança na minha resposta entende?</p>
<p>&#8211; Claro.</p>
<p>&#8211; Aí eu pensei assim: não quero isso mais pra mim! Pedi desculpas para ela e falei que eu iria lá para a gente conversar.</p>
<p>&#8211; Opa, que ótimo e como foi o papo?</p>
<p>&#8211; Maravilhoso. Falamos um monte de coisas difíceis para mim, mas eu estava sereno de verdade, consegui resolver a situação e pensar enquanto conversávamos, foi maravilhoso.</p>
<p>&#8211; Aprendeu bastante então é?</p>
<p>&#8211; Com certeza, quero agir assim sempre agora.</p>
<p>&#8220;Insight&#8221; é um termo que usamos para quando a pessoa tem uma &#8220;sacada&#8221; sobre um tema que ela está pensando.</p>
<p>Porque deixar o insight apenas no campo cognitivo? Um insight pode ser tanto cognitivo quanto comportamental, pode vir das duas formas ao mesmo tempo, como foi o caso do exemplo acima: ele percebeu que estava sendo criança e logo mudou o seu comportamento.</p>
<p>Agir de uma forma diferente e se surpreender com o resultado é uma forma de insight também, é algo que se descobre sobre si mesmo através da via da ação, além da via da reflexão. É quando um comportamento, uma atitude &#8220;adormecida&#8221; emerge dentro de nós e toma seu lugar em nossas vidas. Produz uma mudança na percepção de mundo da pessoa.</p>
<p>Isso tem a ver com a disposição da pessoa em se manter atenta à um fato, e buscar soluções diferentes para a situação. Envolve o compromisso com os desejos pessoais, sonhos e desafios. Insight nunca vem de graça, parece que vem &#8220;do nada&#8221;, mas é sempre o resultado de um exercício.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite também o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Olhar para o lado certo</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/08/08/olhar-para-o-lado-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 12:51:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Então, eu fiz o exercício que você me pediu, mas não fiz tudo &#8211; Ok, me conte o que você conseguiu fazer &#8211; Foi legal ter pensado sobre o assunto, eu percebi que eu não consigo me lembrar muito bem das coisas que eu fiz bem na minha vida. Sei que existem, mas não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/08/08/olhar-para-o-lado-certo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Olhar para o lado certo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Então, eu fiz o exercício que você me pediu, mas não fiz tudo</p>
<p>&#8211; Ok, me conte o que você conseguiu fazer</p>
<p>&#8211; Foi legal ter pensado sobre o assunto, eu percebi que eu não consigo me lembrar muito bem das coisas que eu fiz bem na minha vida. Sei que existem, mas não consigo me lembrar direito sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim, com certeza.</p>
<p>&#8211; Pois é, já das ruins eu lembro um monte.</p>
<p>&#8211; Pois é, daí fica difícil de se sentir confiante e em paz contigo não é?</p>
<p>&#8211; Sim, mas sabe que eu acabei entendendo que eu posso não saber tudo e gostar de mim sabia?</p>
<p>&#8211; Ah é, mas que beleza!</p>
<p>&#8211; Sim. Consegui ver que tem coisas boas em mim e que mesmo se eu não souber de tudo posso gostar de mim, porque eu sou eu oras!</p>
<p>&#8211; Hum, ótimo, muito bom mesmo. Quer dizer que para querer cuidar de ti basta você ser você é?</p>
<p>&#8211; (Risos) Sim.</p>
<p>&#8211; Perfeito! Agora sim vai dar para começar a construir algo legal não é?</p>
<p>&#8211; É</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas vezes damos foco para tudo o que não fizemos, não conseguimos, não sabemos. Com o tempo este tipo de foco tende a nos identificar com uma pessoa &#8220;sem valor&#8221;, &#8220;incompetente&#8221;, &#8220;burra&#8221;. Ao nos identificarmos com isso podemos ser muito bons em algo, mas não nos permitimos mostrar isso com medo de que as pessoas vejam &#8220;a verdade&#8221; (que eu não sei tudo, que sou um burro) tememos que identifiquem as nossas &#8220;fraquezas&#8221; pois nós as tememos.</p>
<p>O interessante sobre isso é que tudo começa com este hábito. Sim, um hábito mental de sempre olhar para o que está faltando. Para trabalhar com isso é necessário aprender a mudar o hábito, olhe para o lado certo. Olhar para o que já se conseguiu, por exemplo, para o que funcionou, para o que deu certo, para as conquistas e depois se perguntar: e agora, o que quero fazer para ir além?</p>
<p>Esse modelo é levemente diferente do anterior. Ele considera o que ainda resta a fazer, no entanto o foco é em uma pessoa que tem competências e que quer fazer outras coisas ao invés do foco em uma pessoa que coleciona fracassos. Essa pequena mudança faz muita diferença.</p>
<p>Divirta-se</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite também o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Aprendendo a viver</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/07/27/aprendendo-a-viver/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 13:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu ainda me sinto inseguro Akim, mas mesmo assim tem valido à pena fazer essas pequenas mudanças. &#8211; Vale mesmo não vale? Não doeu nem te matou fazer essas adaptações não é? &#8211; Sim, na verdade sinto que mesmo com medo se eu faço posso aprender com aquilo. &#8211; Com certeza. &#8211; E tem &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/07/27/aprendendo-a-viver/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Aprendendo a viver</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu ainda me sinto inseguro Akim, mas mesmo assim tem valido à pena fazer essas pequenas mudanças.</p>
<p>&#8211; Vale mesmo não vale? Não doeu nem te matou fazer essas adaptações não é?</p>
<p>&#8211; Sim, na verdade sinto que mesmo com medo se eu faço posso aprender com aquilo.</p>
<p>&#8211; Com certeza.</p>
<p>&#8211; E tem sido muito legal, porque vai me dando vontade de fazer mais coisas, fico mais alegre sabe?</p>
<p>&#8211; Sei, é bom quando a gente cuida da gente, motiva e dá energia.</p>
<p>&#8211; É verdade, é verdade. Parece que estou começando a viver agora (risos)</p>
<p>&#8211; (risos) É, para uma parte da sua vida você está mesmo.</p>
<p>&#8211; Eu tenho percebido que nesse momento eu continuo ficando brabo com algumas coisas, mas que eu penso diferente</p>
<p>&#8211; Como você tem pensado?</p>
<p>&#8211; Penso que eu quero resolver a situação, quero aprender com ela sabe? Eu me coloco mais como se fosse algo que eu tenho que dar uma resposta e antes eu ficava com medo e fugia da situação sabe?</p>
<p>&#8211; Sim é isso mesmo, concordo com a tua colocação, várias vezes vimos aqui na terapia você fugindo de situações importantes para você, que bom que agora estás olhando de frente não é?</p>
<p>&#8211; É, muito bom!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se a vida tivesse manual muito não iriam lê-lo. Se tivesse vídeo introdutório alguns iriam pular o vídeo ou dormir enquanto assistiam.</p>
<p>A diferença real é quando nos colocamos como causa da nossa vida. Enquanto culpamos o mundo, sociedade, capitalismo, socialismo, pessoas, atitudes por nossa infelicidade não ficamos curiosos com o que ocorre à nossa volta, não nos fazemos perguntas interessantes, não criamos objetivos, não nos comportamos de maneira à alcançar nossos sonhos e &#8211; principalmente &#8211; nada aprendemos.</p>
<p>O fator fundamental da aprendizagem é o interesse. Interessar-se pela própria vida é uma arte, talvez porque em si a vida não tenha um sentido, somos nós quem devemos criar este sentido. Aprender a viver a vida que queremos é uma arte pois é singular, podemos trocar informações com outras pessoas, mas no fim somos nós quem executamos ou não mudanças e comportamentos em nossas vidas.</p>
<p>Como você aprende? Como você se motiva e se interessa por si próprio? Como mantém esse interesse frente às frustrações que a vida nos traz? Essas perguntas &#8211; e outras &#8211; são importantes de se fazer para compreendermos melhor como estamos vivendo a nossa vida, porque mesmo sem manual nós criamos algumas regras a questão mais importante para nós é se essas regras tem nos ajudado a chegar onde desejamos.</p>
<p>Abraço</p>
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