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	<title>Arquivos prazer - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Prazer e bem-estar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 10:36:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas sabe Akim, eu queria fazer aquilo. &#8211; Sem problemas, a questão é sempre o aprendizado. O que você aprendeu com o que fez? &#8211; Bom&#8230; não foi tão bom quanto eu imaginei. &#8211; Sim, o que não foi bom? &#8211; Eu continuo cansado sabe? &#8211; Sim, veja, festar é algo prazeroso, mas não, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/20/prazer-e-bem-estar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Prazer e bem-estar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas sabe Akim, eu queria fazer aquilo.</p>
<p>&#8211; Sem problemas, a questão é sempre o aprendizado. O que você aprendeu com o que fez?</p>
<p>&#8211; Bom&#8230; não foi tão bom quanto eu imaginei.</p>
<p>&#8211; Sim, o que não foi bom?</p>
<p>&#8211; Eu continuo cansado sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, veja, festar é algo prazeroso, mas não, necessariamente, algo que te reenergiza.</p>
<p>&#8211; Mas é bom e eu queria!</p>
<p>&#8211; Claro, e não tem problema nenhum isso. O ponto é: não te reenergizou como você esperava.</p>
<p>&#8211; E o que eu faço?</p>
<p>&#8211; Aprende a identificar o que te reenergiza. Não há nada errado com a festa, pelo contrário, a questão é se ela te traz o que você quer.</p>
<p>&#8211; É difícil dizer que não trouxe.</p>
<p>&#8211; É não é? É difícil dizer que, embora você quisesse e fosse bom, não era o que você precisava.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vivemos na era do &#8220;eu quero&#8221;, porém, este &#8220;eu&#8221; que quer está atendendo à que demanda? Do seu próprio corpo? Dos comerciais que vê nas mídias? Aos amigos que querem algo? Compreender isso é fundamental para aprender a dizer com propriedade &#8220;eu quero&#8221;.</p>
<p><span id="more-5486"></span></p>
<p>Existe uma ligação entre o querer e o que motiva o querer. Nem sempre esta ligação beneficia o corpo e a pessoa que deseja. Parece estranho? Não é, o fato é que as motivações que temos nem sempre são conscientes, nem sempre se referem ao que realmente precisamos e queremos e nem sempre estão em alinhamento com aquilo que nos faz bem, de fato.</p>
<p>Desenvolver este alinhamento é uma tarefa muito complicada hoje em dia. Com milhares de especialistas e dicas nas redes dizendo à você o que fazer para ser feliz é muito fácil achar que seguir as dicas lhe trará satisfação, mas nem sempre é assim. A questão é que a dica pode funcionar de fato, mas pode não ser o que você precisa, pode ser que ela funcione para uma parcela da população e não para você.</p>
<p>Um exemplo típico do Brasil é de se divertir. Para o brasileiro médio diversão é igual e festa, movimento, interação social e bebida. Isso funciona muito bem para uma pessoa extrovertida se divertir, mas, e se você é introvertido? E se o seu conceito de diversão passa por uma atividade que a maioria consideraria monótona, mas você considera divertida? Este conceito, é interessante, inclusive quando as pessoas dizem que querem &#8220;descansar&#8221;, bem, se o que você precisa é se recuperar um corpo cansado, festar até tarde e se embriagar não são as atividades que você precisa.</p>
<p>Nada contra festas, particularmente, adoro elas, mas o que quero desenvolver neste artigo é a necessidade, cada vez maior, das pessoas aprenderem a desenvolver um &#8220;ponto de equilíbrio&#8221; e saber como chegar até este ponto. Escolher atividades e a maneira pela qual viver as atividades é fundamental se você quer ter uma saúde mental bem desenvolvida e se quer aprender a escolher com clareza. Voltando ao exemplo da festa, pode ser que sair seja o que você precisa, mas, talvez, sem beber, para não acordar com ressaca, a atividade da dança pode descontrair e recuperar o corpo pela liberação de hormônios, com água e uma boa noite de sono após isso você pode sim, se recuperar bem.</p>
<p>Mas para isso, precisa aprender a conhecer o seu corpo e os ritmos do seu corpo além dos da sua mente e emoções. Desenvolver a conexão significa, em primeiro lugar, estar atento ao seu corpo, mente e emoções e aprender a dar nome para as sensações que você tem. Associar estas sensações com estímulos que as desencadeiam, sejam eles externos ou internos, é o segundo passo. Finalmente, aprender que tipo de resposta dar para as sensações e modificações no seu organismo para atingir um determinado resultado e aprender a gravar estas informações na sua memória.</p>
<p>Tive um cliente que gostava de limpar a casa quando se sentia desorganizado por dentro ou caminhar. Estas duas atividades o ajudavam a organizar o seu mundo interno e mudavam o estado de humor dele. Quando isso não adiantava, em geral, ele buscava parar e respirar um pouco e se isso não ajudava ele começava a escrever aquilo que estava pensando.</p>
<p>Estas três respostas mostram que ele aprendeu muito sobre seus estados, com o tempo, ele já sabia combinar essas respostas mediante o tipo de sensação que ele tinha. Esta descriminação leva um certo tempo, mas ela traz enormes benefícios. O maior deles é saber que ele escolhia suas atividades mediante a sua própria percepção, ou seja, como já dizia Hipócrates, ele tornara-se &#8220;médico de si&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sem dor&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 13:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim. &#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você. &#8211; Então porque eu deveria fazer isso? &#8211; Porque não? &#8211; Porque vai doer oras! &#8211; E daí? &#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;? &#8211; A vida é só prazer? &#160; A dor é uma sensação difícil de ser encarada, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/10/sem-dor/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sem dor&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim.</p>
<p>&#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você.</p>
<p>&#8211; Então porque eu deveria fazer isso?</p>
<p>&#8211; Porque não?</p>
<p>&#8211; Porque vai doer oras!</p>
<p>&#8211; E daí?</p>
<p>&#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;?</p>
<p>&#8211; A vida é só prazer?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dor é uma sensação difícil de ser encarada, tendemos a fugir dela e das coisas que podem nos causar dor. Embora útil a fuga nem sempre é a melhor solução e, por vezes, precisamos aprender a enfrentar a dor.</p>
<p><span id="more-5437"></span></p>
<p>Sentimos dor de duas formas diferentes. A primeira delas é uma lesão direta em algum tecido, como um corte em nossa pele, por exemplo. A segunda forma é o que chamamos de &#8220;dor emocional&#8221;, uma sensação de dor causada por uma contratura da musculatura que nos lembra a dor. As duas formas de dor não precisam ocorrer ao mesmo tempo e é possível ter a sensação de dor enquanto lesão e deixar de lado a dor emocional, este é um aprendizado comum para praticantes de yoga.</p>
<p>Esta distinção é importante porque a reação que temos em relação a dor pode ser igual para ambos os tipos de dor. Enquanto é útil, por exemplo, tirar a mão de uma chapa quente porque dói (e não vai adiantar nada manter a mão na chapa), a dor emocional é diferente.</p>
<p>Pode ser doloroso dizer para um conjugue que amamos que a relação com ele está ruim e que pode terminar caso não se faça nada para mudar a situação atual. Pode ser ainda mais doloroso se o conjugue concordar e dizer que sente o mesmo. Neste caso, não estamos falando da dor enquanto sensação de lesão nos tecidos, estamos falando em dor emocional. Para esta dor, para este estímulo, a fuga da dor não irá ajudar, ou se enfrenta a situação ou ela irá consumir a relação (gerando mais dor no futuro).</p>
<p>Em outro caso, no entanto, a fuga pode ser uma resposta adequada. Sair de perto de um (famoso) vampiro emocional, dando-lhe limites bem nítidos pode funcionar. Neste caso, &#8220;lidar&#8221; com a situação é diferente do primeiro. Dependendo de quem é o vampiro e de seu lugar em nossas vidas simplesmente sair de perto dessa pessoa pode ser considerado uma reação adequada e a dor emocional causada pela relação com ele, aliviada.</p>
<p>Saber quando enfrentar a dor não é, apenas, uma questão de coragem. É importante avaliar se, de fato, vale a pena enfrentar a situação ou se simplesmente sair de perto dela pode ser uma solução viável. Em relação a fuga, eu parto de uma pergunta simples: é sustentável a decisão de evitar a situação?</p>
<p>Para responder esta pergunta é importante saber do que estamos fugindo ou o que estamos evitando. Então, evitar falar com uma pessoa bêbada na rua que resolveu nos atormentar e que, provavelmente, nunca mais vamos ver na frente, pode ser uma decisão sábia. O mesmo ponto se torna mais complicado se o &#8220;bêbado&#8221; é seu irmão ou pai, com quem você terá que lidar mais tarde. Nesse exemplo, o que está sendo evitado é a pessoa.</p>
<p>Porém, ainda no mesmo exemplo, podemos focar no comportamento de dar limites. Se tenho problema em dar limites para pessoas abusivas ou intrusivas falar com o bêbado e aprender a dar limites a ele pode ser uma decisão mais interessante do que simplesmente fugir dele, porque preciso desse aprendizado para outras situações. Perceber do que estamos fugindo e verificar se poderemos fugir disso sempre sem consequências para nós é um critério que nos ajuda nesse momento, lembrando sempre que embora fugir da dor seja algo viável, nem sempre é a melhor solução.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Prazer e liberdade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/06/08/prazer-e-liberdade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 13:07:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, é muito chato isso. &#8211; Ok, mas o que não é chato para você? &#8211; Como assim? &#8211; Você reclama muito, o que me faz ver que você é uma pessoa crítica, concorda? &#8211; Sim, sou muito. Não gosto de ver as coisas do jeito que são. &#8211; Exato, por outro lado, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/08/prazer-e-liberdade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Prazer e liberdade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, é muito chato isso.</p>
<p>&#8211; Ok, mas o que não é chato para você?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você reclama muito, o que me faz ver que você é uma pessoa crítica, concorda?</p>
<p>&#8211; Sim, sou muito. Não gosto de ver as coisas do jeito que são.</p>
<p>&#8211; Exato, por outro lado, também não cria nada seu.</p>
<p>&#8211; Ai&#8230; doeu&#8230;</p>
<p>&#8211; Sim, doeu e incomodou não é?</p>
<p>&#8211; É!</p>
<p>&#8211; Se você se permitisse guiar por este incomodo que sentiu agora, o que faria com sua vida?</p>
<p>&#8211; Ah sei lá&#8230; peraí&#8230; eu acho que eu ia bolar um projeto e abrir tipo aquelas startup sabe?</p>
<p>&#8211; Porque não faz isso?</p>
<p>&#8211; (silêncio)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liberdade e prazer são dois temas extremamente populares em nossa cultura. Verdadeiras metas de vida, tornam-se uma ideologia e terminam por serem avaliadores da vida das pessoas, porém, até que ponto esses dois elementos são realmente compreendidos para serem usados dessa forma?</p>
<p><span id="more-5337"></span></p>
<p>Para a cultura Ocidental padrão a liberdade é confundida com onipotência. Embora eu já tenha falado sobre o tema em outro post, vale a pena lembrar que o mote da liberdade é &#8220;fazer o que eu quero, quando eu quero e do jeito que eu quero&#8221;, ora, isso não é liberdade, isso é onipotência. Podemos ficar apenas com o primeiro: &#8220;fazer o que eu quero&#8221; é onipotência, principalmente quando isso significa fazer tudo que eu quero.</p>
<p>O prazer é tido em nossa sociedade como a expressão máxima daquilo que se pode obter da vida. A sensação de prazer é vendida como algo que necessita estar presente para sabermos que a vida vale à pena. Em resumo, confundimos prazer com sentido de vida. O prazer enquanto sentido de vida é um problema pelo fato de que esta sensação sofre de uma consequência chamada &#8220;habituação&#8221;. A habituação, como o nome diz, nos faz parar de sentir um determinado estímulo como prazeroso por estarmos habituados à ele. É como comer todo dia a mesma comida: paramos de sentir o prazer que ela nos causa.</p>
<p>Assim, quando o prazer e a liberdade como metas de vida são encarados da maneira vista acima, criam-se expectativas que, simplesmente, não poderão ser alcançadas e irão gerar muita frustração. Sentir prazer o tempo todo, com tudo o que fazemos é uma meta irrealista e pobre, existem muitas emoções e sentimentos que podemos sentir ao nos jogarmos em uma tarefa que podem ser muito melhores que o prazer. Outro ponto é que o prazer é sensorial, porém, não necessariamente edificante. Em outras palavras é bom de sentir prazer, mas isso pode não acrescentar nada &#8211; e deixar você viciado na sensação.</p>
<p>A liberdade enquanto onipotência vai na mesma vertente, se você acha que &#8220;tudo pode&#8221;, irá se frustrar muito porque a vida lhe fornecerá muitos exemplos de onde e como você &#8220;não pode&#8221;. Porém a pessoa que tem a expectativa irrealista de &#8220;tudo poder&#8221; sentir-se-a fracassada e pode, até mesmo, deprimir frente à percepção de como a realidade funciona.</p>
<p>Assim, dois aprendizados se tornam fundamentais: aprender a lidar com a frustração (aceite: você não vai &#8220;poder fazer tudo o que quer&#8221;) e conhecer outras formas de satisfação além do prazer. Estes dois aprendizados fazem referência a maneiras mais realistas de encarar aquilo que buscamos quando falamos em liberdade e prazer.</p>
<p>A &#8220;liberdade&#8221; pode ser conceituada como a capacidade de fazer e lidar com escolhas. Assim, não é necessário fazer tudo o que quer para sentir-se livre, mas sim, sentir-se capaz de realizar escolhas com consciência. Epiteto, filósofo romano, nascera escravo e versa sobre a liberdade enquanto uma faculdade mental antes de ser um direito ou status social. Podemos pensar em Nelson Mandela que, mesmo tendo sido preso durante 25 anos, disse que, durante este tempo, estava se preparando para ser presidente.</p>
<p>Já a questão do prazer deve ser redefinida enquanto a capacidade de satisfação que é a sensação responsável pelo prazer. A excitação sensorial ocorre com oscilações de falta e excesso de estímulo. Se temos excesso de um determinado estímulo ficamos sobrecarregados, se temos falta, subdesenvolvidos. Porém o ponto é que é possível satisfazer-se em vários níveis por assim dizer, além do sensorial. Pessoas que realizam tarefas, muitas vezes tem desgaste ao invés de prazer e, mesmo assim, sentem satisfação ao final do processo. A questão é: o que lhe falta? Entrar em contato com a falta é que nos proporciona a sensação de satisfação quando conseguimos suprir a falta.</p>
<p>Assim, deixo dois desafios: (1) como se tornar livre dentro da rotina que você já possui? (2) o que falta em sua vida para alimentar sua alma? Responder estas duas perguntas significa entrar em contato com angústia criativa, uma forma específica desta sensação que é uma definição pessoal de liberdade que não envolve a crença em fazer tudo o que quero, mas sim, viver aquilo que há e não busca ir além do prazer enquanto sensação única de satisfação.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Persistência</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/04/17/persistencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 11:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não sei se continuo sabe? &#8211; Sim, o que acontece? &#8211; É mito duro o trabalho e os resultados vem muito devagar &#8211; Entendi. Então pelas dificuldades do projeto você está pensando em largá-lo, é isso? &#8211; É&#8230; mais ou menos isso&#8230; &#8211; Mais ou menos? &#8211; Na verdade é isso. &#8211; Quando você &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/04/17/persistencia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Persistência</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não sei se continuo sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, o que acontece?</p>
<p>&#8211; É mito duro o trabalho e os resultados vem muito devagar</p>
<p>&#8211; Entendi. Então pelas dificuldades do projeto você está pensando em largá-lo, é isso?</p>
<p>&#8211; É&#8230; mais ou menos isso&#8230;</p>
<p>&#8211; Mais ou menos?</p>
<p>&#8211; Na verdade é isso.</p>
<p>&#8211; Quando você está lá trabalhando, pensa nas dificuldades do projeto e ou nos resultados que vai atingir com ele?</p>
<p>&#8211; Nas dificuldades.</p>
<p>&#8211; E quando pensa nas dificuldades pensa nas soluções &#8211; para as que tem &#8211; e em aproveitar o contexto &#8211; para as que não tem &#8211; ou fica como se estivesse se dizendo &#8220;ai meu Deus, o que eu vim fazer aqui?&#8221;</p>
<p>&#8211; (risos) A segunda opção.</p>
<p>&#8211; Fica pensando em ir embora e como ir embora seria ótimo?</p>
<p>&#8211; Várias vezes.</p>
<p>&#8211; Agora uma pergunta importante: o objetivo é viável e vai te trazer resultados que você quer?</p>
<p>&#8211; Sim, é um trabalho chato, mas ele é super viável.</p>
<p>&#8211; Então está na hora de desenvolver um pouco de persistência, não acha?</p>
<p>&#8211; É, bem&#8230; você tocou no ponto vira e mexe eu largo mão das coisas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Persistência é a competência em manter-se num determinado objetivo.</p>
<p>As pessoas que desenvolvem esta competência naturalmente possuem uma alta resistência à frustração, mas porque? Alguns elementos são fundamentais na atitude mental delas.</p>
<p>Quando erram, por exemplo, compreendem o erro como um resultado e não como uma falha. Pensar desta forma no erro as faz aprender com o que fizeram e isso as motiva para continuarem tentando buscar novos resultados.</p>
<p>Possuem um objetivo bem claro à sua frente e só descansam quando o atingem. A pergunta: continuar ou não é respondida de forma simples por eles: já atingi o que eu quero? Se sim eu paro, se não eu continuo. O resultado por sua vez, só é buscado enquanto se mantém possível de ser realizado e irá trazer benefícios para a pessoa. Persistir num objetivo que não trará bons resultados ou que os resultados serão atingidos frente à sacrifícios muito duros muitas vezes fazem com que a pessoa mude seu foco, porém de forma consciente e não como fuga.</p>
<p>Outra característica é ater-se ao momento. Embora dirigidas pelo foco nos objetivos a pessoa persistente quando está agindo dirige sua atenção ao que está acontecendo, aproveita o momento e aprende com ele. É como se a meta fosse um pano de fundo, ela está presente o tempo todo porém a atenção está no momento presente.</p>
<p>Ela também sabe o momento de dar uma pausa quando precisa; ao contrário do que muitas vezes se pensa a pessoa persistente sabe cuidar de si e de sua saúde. Ela pode ter momentos nos quais ela vai se desgastar, porém percebe o desgaste e se dá um limite para ele. isso é facilmente compreendido: ela sabe que precisa estar bem para continuar na busca dos seus objetivos, se estiver mal terá que parar, portanto o desgaste é sempre medido até que seja passível de manter a pessoa em pé. Essa característica é, inclusive o que a faz criar a resistência: ir até o limite, um pontinho à mais e então descansar.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Valorização</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/09/10/valorizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 10:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
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		<category><![CDATA[Crenças positivas]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E ninguém me valoriza sabe? &#8211; Sim, entendo. &#8211; Aí é complicado, como é que eu vou me expôr, dizer o que penso se ninguém me dá valor? &#8211; É complicado mesmo né? &#8211; É sim! &#8211; Você estava me contando de um dia que você estava na sua casa e teve uma ideia &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/09/10/valorizacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Valorização</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E ninguém me valoriza sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, entendo.</p>
<p>&#8211; Aí é complicado, como é que eu vou me expôr, dizer o que penso se ninguém me dá valor?</p>
<p>&#8211; É complicado mesmo né?</p>
<p>&#8211; É sim!</p>
<p>&#8211; Você estava me contando de um dia que você estava na sua casa e teve uma ideia de sair, assistir um filme ou algo assim, lembra-se?</p>
<p>&#8211; Lembro, foi de ir pegar um filme que eu queria ver e não tinha visto no cinema.</p>
<p>&#8211; Perfeito: o que você fez naquela situação mesmo?</p>
<p>&#8211; Eu não fui. Pensei assim: a, bobeira, vejo outro dia quando der mais tempo&#8230;</p>
<p>&#8211; E isso que era um final de semana não? Sexta à noite!</p>
<p>&#8211; É&#8230;.</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; esse é um exemplo, tem outros nos quais você sempre abre mão de alguma coisa sua, desvaloriza um ato seu, lembra quando eu elogiei uma atitude sua um tempo atrás?</p>
<p>&#8211; Lembro, eu não consegui receber o seu elogio, fiquei até meio braba.</p>
<p>&#8211; Pooois é&#8230; então, que tal a gente começar a trabalhar com você se valorizar ao invés de ficarmos aqui brigando com esse &#8220;povo safado&#8221; que não quer te dar o valor que você merece?</p>
<p>&#8211; Eu acho uma ideia boa e difícil.</p>
<p>&#8211; Mas se é boa, vale a pena não é?</p>
<p>&#8211; Ah sim, eu acho que vai valer sim!</p>
<p>Quando se busca valorização nos outros temos um problema inicial: e se o outro não gostar do que gostamos? Ou se a nossa forma de agir seja uma forma que o outro não gosta?</p>
<p>Este problema inicial deve ser superado buscando a valorização em outro lugar: nós mesmos. Começamos a falar, então de auto-valorização. Não tem nada a ver com valorizar-se de forma desproporcional &#8211; o culturalmente &#8220;se achar&#8221; &#8211; pelo fato de que estamos falando de nós mesmos. Quem &#8220;se acha&#8221; não está se valorizando, é só uma outra face da moeda da baixa auto-estima. Quem se valoriza demais não está valorizando à si, mas sim à uma imagem que ele tem de si que é muito diferente do que ele é, o mesmo vale para quem não se valoriza.</p>
<p>Como se valorizar?</p>
<p>Inicialmente começamos a prestar atenção no que fazemos e dar um valor ao que fazemos. Podemos nos dizer: &#8220;esta comida que eu fiz está uma delícia&#8221;, &#8220;adoro meu rosto&#8221;, &#8220;estou lindo(a)&#8221; hoje. Obviamente o que valorizamos deve ser verdadeiro, não diga &#8220;estou lindo&#8221; apenas por dizer, você deve realmente perceber isso.</p>
<p>Este pequeno passo pode ser aplicado à varias áreas da sua vida, com o tempo algo começa a ocorrer: você começa a se perceber uma pessoa legal, bela, divertida, estudiosa, seja lá qual forem os seus atributos. Com isso você passa a entender que o que você faz tem valor, ou seja, o fato de você estar aqui respirando não é apenas um gasto de oxigênio, é, na verdade um fenômeno que faz a diferença na vida de muitas pessoas e na sua também, é de alto valor essa respiração, ela tem valor&#8230; você tem valor!</p>
<p>Começamos a querer nos agradar então, sonhar, desejar e perceber que temos a nossa marca única no mundo. Isto nos faz querer valorizar esta marca, que é única e, com isso estamos no caminho da auto-valorização. Então não precisamos mais que nos digam que nós somos ótimos: podemos fazer isso por nós mesmos. E sem nos achar.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Pequenos prazeres</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/09/07/pequenos-prazeres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Sep 2012 21:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Tranquilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou bem melhor Akim, me sinto até estranha às vezes. &#8211; Porque? &#8211; Porque agora, eu entendo que o que me faz bem não eram aquelas coisas todas que eu achava que precisava fazer para sentir prazer: sair todo dia, ir sempre em teatro, cinema, bar, restaurante chique. &#8211; Ah não? &#8211; Não, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/09/07/pequenos-prazeres/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Pequenos prazeres</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou bem melhor Akim, me sinto até estranha às vezes.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Porque agora, eu entendo que o que me faz bem não eram aquelas coisas todas que eu achava que precisava fazer para sentir prazer: sair todo dia, ir sempre em teatro, cinema, bar, restaurante chique.</p>
<p>&#8211; Ah não?</p>
<p>&#8211; Não, pelo menos neste momento da minha vida estou curtindo muito mais passear com o meu cachorro no final do dia, ir na feira da rua comer um pastel com café, ler um livro em casa sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim.</p>
<p>&#8211; Parece que agora eu estou conseguindo aproveitar mais cada momento.</p>
<p>&#8211; Perfeito. É como se você conseguisse extrair mais prazer de cada coisa que você faz, é isso?</p>
<p>&#8211; É, bem assim mesmo.</p>
<p>&#8211; E isso, geralmente, acalma a agente não é?</p>
<p>&#8211; Bem dessa, me sinto mais calma sim. Parece que eu não preciso&#8230; parece não: eu não preciso mais fazer mil coisas para ficar bem, apenas uma de cada vez.</p>
<p>&#8211; Ótimo! Agora que aprendeu isso começa uma nova fase para você não é?</p>
<p>&#8211; É, me sinto assim!</p>
<p>Aprender a sentir prazer é uma arte complexa que envolve aprender a sentir o que está ocorrendo. Ela é complexa porque o prazer está intimamente ligado com nossos sentidos (visão, audição, tato, olfato e gosto) e os nossos sentidos tendem a se habituar com o que é repetido eles criam uma &#8220;habituação&#8221; em relação ao estímulo. Por exemplo, eu adoro pizza, mas se eu comer pizza todos os dias, logo nem estarei mais sentido o gosto, estarei comendo mecanicamente. Daí o desafio.</p>
<p>Podemos aprender a criar períodos de tempo longo entre os prazeres para evitar isso, podemos aprender a misturar os prazeres tendo um e depois outro para não permitir que nos habituemos e podemos também aprender a relaxar e aproveitar o momento o máximo possível nos &#8220;entregando à experiência&#8221; e prestando atenção à cada sensação. Todas estas dicas ajudam à aumentar o prazer que sentimos com nossas atividades, extraindo dela os estímulos que nos dão prazer que nos fazem sentir melhor.</p>
<p>E não tem a ver com um tipo específico de atividade, qualquer atividade pode trazer isso. A sacada é em você aprender a ter competência suficiente com os seus sentidos para aproveitar e extrair o máximo de cada atividade.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Tédio</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/08/22/tedio-ansiedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 17:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[tédio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Então, estou entediado com tudo isso sabe? &#8211; Sei, pelo que você me conta as coisas não fazem sentido né? &#8211; É. Eu queria estar fazendo alguma coisa, mas não tenho tesão para fazer nada. &#8211; Entendo. Mas me diga, onde estaria esse tesão? &#8211; Não sei, deveria estar no que eu estou fazendo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/08/22/tedio-ansiedade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Tédio</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Então, estou entediado com tudo isso sabe?</p>
<p>&#8211; Sei, pelo que você me conta as coisas não fazem sentido né?</p>
<p>&#8211; É. Eu queria estar fazendo alguma coisa, mas não tenho tesão para fazer nada.</p>
<p>&#8211; Entendo. Mas me diga, onde estaria esse tesão?</p>
<p>&#8211; Não sei, deveria estar no que eu estou fazendo não é?</p>
<p>&#8211; E não está?</p>
<p>&#8211; Não</p>
<p>&#8211; Então onde está?</p>
<p>&#8211; (pensativo)</p>
<p>&#8211; O tesão, motivação somos nós quem criamos. Nós é quem emprestamos sentido para o que fazemos. Como você dá sentido ao que você faz?</p>
<p>&#8211; Hum, acho que não dou.</p>
<p>&#8211; Entendo, bom, vamos trabalhar com algumas experiências para você fazer e vamos ver o resultado que isso vai trazer, o que me diz?</p>
<p>&#8211; Vamos lá.</p>
<p>Tédio é uma sensação que nos informa que gostaríamos de estar vivendo algo que não estamos vivendo neste momento. Podemos fazer isso de duas formas básica: a primeira é simplesmente não estarmos fazendo o que realmente desejamos; a segunda é não sabendo aproveitar o que estamos fazendo.</p>
<p>Para a primeira é importante criarmos oportunidades para fazermos oque desejamos, criar o compromisso de buscar nossos desejos. Esse compromisso pode ser começar a ter atitudes pequenas, mas que levem ao objetivo maior.</p>
<p>A segunda já é um pouco mais complexa pois envolve descobrir como criamos a nossa motivação. Muitas pessoas não sabem sentir prazer e envolvimento com o que estão fazendo. Uma das primeiras metas é aprender a sentir prazer no que está fazendo. Descobrir qual o elemento da experiência que você está tendo que lhe dá prazer. Para isso é necessário sentir &#8211; com o tato, visão, audição, gosto e cheiro &#8211; a experiência e destes elementos detectar qual o que lhe dá prazer. Depois disso podemos desejar passar pela experiência prazerosa novamente e com isso começar a gerar a motivação para ir novamente fazer o que gostamos. Com isso começamos a &#8220;matar&#8221; o tédio.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite também o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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