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	<title>Arquivos Síndrome do Pânico - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Intensidade amedrontadora</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/07/04/intensidade-amedrontadora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2014 11:41:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu não sei porque ele fica falando isso para mim sabe? Me irrita!! Sim, sei sim. Entendo a sua irritação e concordo com ela. Pois é! Parece que quer ficar espinhando minhas coisas!! Me deixa! Você sente um medo grande das tuas &#8220;minhas coisas&#8221; né? Ai&#8230; você também?! Eu o que? Falando disso? Bem, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/07/04/intensidade-amedrontadora/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Intensidade amedrontadora</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/images-10.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2101" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/images-10.jpg" alt="images (10)" width="251" height="201" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Eu não sei porque ele fica falando isso para mim sabe? Me irrita!!</p>
</li>
<li>
<p>Sim, sei sim. Entendo a sua irritação e concordo com ela.</p>
</li>
<li>
<p>Pois é! Parece que quer ficar espinhando minhas coisas!! Me deixa!</p>
</li>
<li>
<p>Você sente um medo grande das tuas &#8220;minhas coisas&#8221; né?</p>
</li>
<li>
<p>Ai&#8230; você também?!</p>
</li>
<li>
<p>Eu o que?</p>
</li>
<li>
<p>Falando disso?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, sou seu terapeuta não? Prefere falar da Copa?</p>
</li>
<li>
<p>Não&#8230; mas ai&#8230; não gosto disso&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Não gosta ou teme?</p>
</li>
<li>
<p>Você sabe&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Será que se você se permitisse tocar nisso, seria tão doloroso quanto você acha que é?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei!</p>
</li>
<li>
<p>Sabe&#8230; quando tentamos controlar o medo ele fica maior porque temos que dar mais atenção à ele.</p>
</li>
<li>
<p>E daí?</p>
</li>
<li>
<p>Daí que muitas vezes fugimos de coisas que não são tão grandes assim&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Tenho medo sabe? Sei lá&#8230;. parece que é uma coisa maior que eu&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Mas está dentro de você, então não pode ser maior&#8230; vamos juntos?</p>
</li>
<li>
<p>Tá&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Stanley Keleman foi o autor que me chamou a atenção pela primeira vez para o fato de que a intensidade de uma emoção pode ser tão agressiva e amedrontadora quanto um assaltante violento.</p>
<p>Muitas pessoas possuem sentimentos muito fortes, tão fortes que a intensidade incomoda, amedronta e a pessoa prefere não sentir a emoção. As estratégias para &#8220;fugir da emoção&#8221; são várias: desde a racionalização, passando pela negação até uma crise psicossomática.</p>
<p>Quando a pessoa foge de suas emoções ela vai ter que, invariavelmente, criar um mecanismo de controle sobre ela. Este mecanismo é o grande problema. Quanto mais a pessoa precisa controlar a emoção, mais ela precisa focar na mesma. Quando se faz isso aumenta-se o foco na emoção, é como ver algo com uma lente de aumento.</p>
<p>As pesquisas mostram que quanto mais a pessoa tenta controlar pior fica a sensação de descontrole frente à emoção e este é o motivo pelo qual ela se torna agressiva: a pessoa sente que não consegue controlá-la e que ela, por isso, vai &#8220;assumir o controle&#8221; ou vai maltratar a pessoa. Assim sendo quanto mais controle, na verdade, menos controle. A expressão da emoção no sentido da catarse muitas vezes também não é uma alternativa interessante visto que muitas pesquisas também mostram que esta técnica possui um alcance limitado e, em geral, mantém o problema depois da descarga de energia.</p>
<p>Então, o que fazer?</p>
<p>É importante perceber que, em geral, a sensação que a pessoa teme não é apenas a da emoção, mas a do descontrole causado pela emoção. O primeiro ponto é ajudar a pessoa a perceber que determinadas reações são fortes, mas não são destrutivas, elas podem parecer &#8220;grandes demais&#8221;, mas &#8220;fazem parte&#8221;. Algumas vezes precisamos até mesmo treinar a pessoa em relação a como reagir sobre as reações fisiológicas causadas pelas emoções para que ela sinta-se mais &#8220;dona de si&#8221; quando essas sensações surgirem.</p>
<p>Em segundo lugar começamos a ajudar a pessoa a compreender melhor a emoção que ela mesmo sente, ou seja, a emoção intensa e amedrontadora. Com isso a pessoa pode compreender a mensagem que a emoção tem para passar para ela. Cada emoção nos envia uma mensagem sobre nosso momento, sobre uma determinada situação ou sobre algo que queremos fazer. Aprender a ouvir esta mensagem e organizar respostas adequadas para ela é um fator fundamental no sucesso com as emoções.</p>
<p>Estes dois passos simples ajudam muito para diminuir o medo em relação à intensidade emocional. Eles ajudam a pessoa a retirar um pouco a lente de aumento e a perceber a emoção de uma maneira mais útil, menos amedrontadora e com isso ela passa a fazer as pazes com sua própria intensidade emocional.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>O Medo do Fracasso</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/06/24/o-medo-do-fracasso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2013 12:26:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Pois é Akim, mas eu tenho medo que dê errado! &#8211; Hum&#8230; e me diga: o que acontece se der errado? &#8211; Ah, vou ficar frustrado não é mesmo? &#8211; Sim,  o que mais? &#8211; Não gosto disso&#8230; me sinto como se eu fosse um incompetente! &#8211; E o que você aprendeu sobre incompetentes? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/06/24/o-medo-do-fracasso/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O Medo do Fracasso</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Pois é Akim, mas eu tenho medo que dê errado!</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; e me diga: o que acontece se der errado?</p>
<p>&#8211; Ah, vou ficar frustrado não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Sim,  o que mais?</p>
<p>&#8211; Não gosto disso&#8230; me sinto como se eu fosse um incompetente!</p>
<p>&#8211; E o que você aprendeu sobre incompetentes?</p>
<p>&#8211; Que são umas pessoas idiotas&#8230; meu pai sempre falava: não seja incompetente!</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; agora me diga: se não der certo você vai realmente se tornar uma pessoa &#8220;idiota&#8221;?</p>
<p>&#8211; Eu não acho&#8230;</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; se algum amigo seu te contasse a mesma história, o que você diria sobre ele?</p>
<p>&#8211; Na verdade eu ia querer ajudar, não ia ficar com pena sabe? Mas ia pensar: pô, o cara foi atrás né? Tenho que ajudar porque o cara merece!</p>
<p>&#8211; Perfeito! Porque não se diz isso quando pensa no seu &#8220;fracasso&#8221;?</p>
<p>&#8211; Hum, parece mais leve pensar no fracasso desse jeito&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em posts anteriores eu trabalhei com o conceito que uso ao trabalhar com o medo. O que é o medo? Todo medo é uma ilusão. Porque ilusão?</p>
<p>Este conceito se aplica quando vamos entender que o medo é sempre algo que fantasiamos em nossa mente, ou seja, a imagem que nos causa medo é sempre imaginada e nunca real. A reação de paralisia, fuga e colapso são aquelas que fazem com que a pessoa fique &#8220;refém do medo&#8221;; reações como curiosidade, motivação são aquelas que impulsionam  a pessoa contra o seu medo.</p>
<p>O que é fracasso? O fracasso pode ter vários significados para cada pessoa, em geral, se formos raciocinar ele se refere à não conclusão de algo que se havia planejado previamente. Planejei que iria ganhar o campeonato, não consegui, portanto fracassei. O fracasso deriva, também de uma ilusão, de uma fantasia que havíamos criado em nossas mentes que não se concretizou. A experiência humana toma isso como um fracasso quando, na verdade é simplesmente mais um resultado.</p>
<p>O problema no que venho acompanhando meus clientes é o que esse resultado implica para a pessoa. &#8220;Não ter ganho o campeonato&#8221;, por exemplo é sentido por muitos como &#8220;sou um perdedor&#8221;. Portanto a pessoa não teve apenas um resultado negativo no campeonato, ela tornou-se um perdedor. E ela não tem ideia de como lidar com isso, pois na concepção dela um perdedor é uma pessoa digna de pena, que não terá amigos e que está fadada à uma existência horrível. Assim o problema &#8211; em geral &#8211; não está no &#8220;fracasso&#8221; em si, ou seja, no resultado que foi alcançado, mas sim nas conseqüências que a  pessoa crê que este resultado terá e no que isso significa para ela.</p>
<p>Tenho trabalhado com um conceito simples que é muito usado por grandes empresários. Vários empresários que hoje são grandes quebraram várias vezes em suas vidas, ou seja, fracassaram, o que aconteceu com eles então? Eles começaram a repensar o negócio e fizeram um novo negócio melhorado. A experiência do fracasso serviu para eles apenas como experiência de vida. O raciocínio é de tornar um ponto da vida deles &#8211; o fracasso &#8211; em apenas um ponto e extrair dele todo aprendizado possível para o próximo passo. As pessoas que tem medo do fracasso geralmente reagem à ele de forma diferente: entendem que aquele ponto na vida delas define a vida dela e quem elas são, as pessoas que reagem bem ao fracasso não, pensam que o ponto é só um ponto e que elas podem evoluir a partir dele, por isso continuam.</p>
<p>O valor emprestado ao evento define-o, mesmo que socialmente ele tenha um valor pré existente. O que a pessoa irá fazer com o &#8220;fracasso&#8221; é o que vai definir o fracasso. Em resumo, todo o medo é uma ilusão e todo medo contém dentro de si uma incompetência e um julgamento. Julgamos o evento com base em nossa incompetência e por isso ele se torna tão terrível. Isso mesmo em relação ao medo da morte, a incompetência que temos que é a incompetência de toda uma geração é de como lidar com a morte, um soldado espartano não teria problema nenhum em morrer a forma pela qual ele encarava isso era que a morte era alcançar a glória, porque se importar com ela então? Uma vez que tratamos a incompetência da pessoa o julgamento modifica-se e com isso o afeto sentido pelo evento que causa o medo.</p>
<p>E você? Tem medo do que?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Ansiedade de confronto</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/06/12/ansiedade-de-confronto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 12:31:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu tenho medo de falar isso Akim&#8230; &#8211; Eu sei, o que você acha que pode acontecer? &#8211; Ah sei lá&#8230; tenho medo de que se eu falar a coisa desse jeito ela me largue. &#8211; Pois bem, vamos considerar isso então: você está simplesmente dizendo que precisa de mais companheirismo na relação, não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/06/12/ansiedade-de-confronto/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ansiedade de confronto</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu tenho medo de falar isso Akim&#8230;</p>
<p>&#8211; Eu sei, o que você acha que pode acontecer?</p>
<p>&#8211; Ah sei lá&#8230; tenho medo de que se eu falar a coisa desse jeito ela me largue.</p>
<p>&#8211; Pois bem, vamos considerar isso então: você está simplesmente dizendo que precisa de mais companheirismo na relação, não é isso?</p>
<p>&#8211; Sim, é isso.</p>
<p>&#8211; Isso é algo agressivo, inadequado ou é um pedido, uma solicitação de mudança de comportamento?</p>
<p>&#8211; É só um pedido.</p>
<p>&#8211; Ao qual ela pode dizer sim ou não, certo?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Agora, se ela for mais além e disser algo do tipo: &#8220;Dane-se você e o seu desejo! Se não me quer assim vou-me embora, adeus&#8221;! O que você pode concluir disso?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; acho que posso concluir que não ia dar muito certo de um jeito ou de outro.</p>
<p>&#8211; Algo assim: ela simplesmente não quer nem ouvir a proposta, daí eu te pergunto: o que você está solicitando é algo inegociável para você?</p>
<p>&#8211; É.</p>
<p>&#8211; Então&#8230;</p>
<p>&#8211; Então não tem muito o que fazer não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Você pode viver sem isso, ao preço da sua integridade e auto-estima, é uma escolha.</p>
<p>&#8211; Entendi. Então eu acho que é assim: tenho que falar e dizer de uma forma adulta isso, sem medo, como&#8230; como não&#8230; eu sei que eu preciso disso e ouvir o que ela tem a dizer e dependendo disso até mesmo definir se vale à pena continuarmos porque talvez as nossas percepções de relação sejam muito diferentes.</p>
<p>&#8211; Muito bom!</p>
<p>&#8211; Vou fazer isso sim&#8230; tenho que confiar no que eu quero para mim.</p>
<p>Confrontar é uma situação que sempre causa ansiedade. Alguns sabem usar esta ansiedade à seu favor, outros perdem-se nela.</p>
<p>Confrontar significa &#8220;pôr-se face à face&#8221;, ou seja, ficar à frente de algo que também está de frente para você. Este &#8220;algo&#8221; pode ser uma pessoa, uma situação, uma escolha ou algo interno como um sentimento ou decisão. Porque ficamos ansiosos com isso?</p>
<p>Um sociólogo cujo nome me esqueci disse certa vez que entrar em uma discussão de &#8220;forma verdadeira&#8221; significa ir para a discussão sem objetivos prévios à cumprir. Ele diz isso porque, na opinião dele, uma discussão não deve ter a função de declarar um vencedor, mas sim de elucidar pontos e chegar a entendimentos. A pessoa que se permite envolver pela discussão é aquela que poderá lucrar com ela sendo transformada por ela. Acho muito bela esta forma de pensar, no entanto, não saber para onde vamos é algo que pode causar ansiedade. Para fazer a relação com o nosso tema: nunca sabemos para onde um confronto vai nos levar, ao nos colocarmos &#8220;face à face&#8221; não sabemos como será o fim daquilo e o &#8220;pior&#8221;: estamos nos abrindo, nos expondo à algo. Não saber o desfecho e expôr-se são algumas das causas que mais nos deixam ansiosos em relação à confrontos.</p>
<p>Quando a preocupação da pessoa está focada em &#8220;não saber o que vai acontecer&#8221; estamos lidando com as fantasias, medos e incompetências da pessoa. Obviamente ninguém sabe o que vai acontecer, mas quem não sente medo disso é porque tem auto-confiança, saber ganhar e perder, sabe dialogar, tem uma boa auto-percepção e tem instrumentos para conseguir se defender, quem não tem ou acha que não tem transforma a ansiedade em grandes medos que a paralisam. Aqui também pode entrar a questão de identidade que é quando a pessoa não se percebe merecedora de ganhar a disputa ou acha que não pode &#8220;incomodar&#8221; os outros. Muitas pessoas que atendi sabiam se defender, mas não achavam que era permitido à elas fazerem isso; tinham a crença de que seriam pessoas ruins se o fizesse e, por isso, acabavam por se calar.</p>
<p>No caso da pessoa ter medo de se expôr temos que trabalhar o que torna este ato algo nocivo à ela. É muito comum  que as pessoas se exponham e depois &#8220;quebrem a cara&#8221; e acabem concluindo &#8211; erroneamente &#8211; que o ato de se expor foi o que a fez quebrar a cara. Este tipo de conclusão não aponta para o fator correto. Um exemplo clássico é quando a pessoa é &#8220;sincera&#8221;, muitas pessoas que tem esta característica falam o que pensam de qualquer forma e muitas vezes falam de forma inadequada e acabam sendo prejudicadas por isso. Concluem que ser sincero é o problema e não a falta de tato &#8211; que é, em muitos casos, o problema de fato. Assim sendo é importante checar quais as associações que a pessoa tem para com a exposição e verificar se estas associações são adequadas ao tema (expor opiniões, afeto, descontentamento ou desejos).</p>
<p>Quando trabalhamos nesse sentido começamos a poder controlar melhor as possíveis conseqüências de um confronto deixando a pessoa mais confiante e mais solta para expôr seus desejos, ideias e descontentamentos. A identidade de &#8220;merecedor&#8221;, alinhada com crenças de auto-confiança e comportamentos adequados geralmente deixam a ansiedade de confronto num &#8220;ponto ideal&#8221;. Sim, porque nunca sabemos o que vai ocorrer em um confronto e por isso ficamos ansiosos, o que é bom, repito: é bom! Bom porque a ansiedade assim gerada faz com que a pessoa fique atenta e mais esperta para o que vai ocorrer com ela e isso é importante para qualquer confronto.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Chegar ou caminhar?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/04/24/chegar-ou-caminhar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 10:36:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Tenho estado muito ansioso com essa situação, quero que termine logo. &#8211; Entendo, tem estado ansioso então é? &#8211; Sim, muito. &#8211; Como você faz para estar assim? &#8211; Como assim? &#8211; Você ainda não chego no fim da jornada, como faz para que fique com sua mente focada nela e não no que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/04/24/chegar-ou-caminhar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Chegar ou caminhar?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Tenho estado muito ansioso com essa situação, quero que termine logo.</p>
<p>&#8211; Entendo, tem estado ansioso então é?</p>
<p>&#8211; Sim, muito.</p>
<p>&#8211; Como você faz para estar assim?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você ainda não chego no fim da jornada, como faz para que fique com sua mente focada nela e não no que está ocorrendo aqui e agora?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; eu acho que fico toda hora pensando: termina logo, quando terminar vai estar assim, o tempo está correndo&#8230;</p>
<p>&#8211; Entendi, como seria se você se focasse aqui e agora, no que está ocorrendo e tentasse aproveitar o que ocorre?</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230;</p>
<p>&#8211; Tente: narre para você mesmo, em um ritmo de voz mais baixo e mais lento o que está ocorrendo e pense sobre suas sensações do que está ocorrendo.</p>
<p>&#8211; Ok&#8230; hum isso dá uma desacelerada não dá?</p>
<p>&#8211; Deu para você?</p>
<p>&#8211; Sim</p>
<p>&#8211; Ótimo, como te parece o momento atual agora?</p>
<p>&#8211; Melhor que antes e eu estou menos ansioso “chegue logo” entende?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>Todos queremos cruzar a linha de chegada – em primeiro lugar é claro. Mas, cruzar a linha de chegada é apenas uma ínfima parte do processo, é mais ou menos como morrer: é algo como uns 2, 5 segundos perante uma vida toda.</p>
<p>Ocorre que em nossa vida agitada e acelerada os resultados ficam em evidência, queremos sair de um para entrar em outro resultado prestando muita pouca atenção ao pedaço de tempo no qual mais vivemos: todo o período antes do resultado.</p>
<p>Aproveitar o momento não quer dizer fugir da busca pelo que se quer, mas sim viver o que se deseja atingir em cada etapa. É como se pudéssemos diluir o resultado final em minúsculas porções ao longo do tempo e fossemos vivendo cada etapa uma por vez.</p>
<p>Além disso curtir o que desejamos desta forma ajuda a diminuir a ansiedade quando as coisas “dão errado”, ou seja, quando temos que mudar o plano original para continuarmos na busca pela meta. Quando nossa mente fica travada no objetivo tudo temos pressa em tirar da frente o que está entre nós e nossa meta, mas quando podemos aproveitar cada momento é como se tudo o que está entre nós e nossa meta “fizesse parte”, mesmo os imprevistos.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Ansiedade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/08/24/ansiedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2012 13:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Aí eu fico muito ansiosa sabe? &#8211; Sim, sim. Agora me conte: com o que você fica ansiosa? &#8211; (pensativa) Eu não sei direito&#8230; acho que fico esperando uma resposta sabe? &#8211; Sim, perfeito. &#8211; É isso eu acho, fico pensando em quando vai vir a resposta e como ela não vem eu fico &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/08/24/ansiedade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ansiedade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Aí eu fico muito ansiosa sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, sim. Agora me conte: com o que você fica ansiosa?</p>
<p>&#8211; (pensativa) Eu não sei direito&#8230; acho que fico esperando uma resposta sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, perfeito.</p>
<p>&#8211; É isso eu acho, fico pensando em quando vai vir a resposta e como ela não vem eu fico sem saber o que fazer.</p>
<p>&#8211; Isso mesmo, tá muito bom. Agora pense: que resposta seria adequada para essa situação?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; bem, eu acho que eu poderia dar uma resposta eu mesma, ou então, esquecer a situação até que venha a resposta porque eu não vou poder fazer nada mesmo, então não adianta ficar pensando.</p>
<p>&#8211; Muito bom, você que conhece bem o seu dia-a-dia e você mesma: essas respostas parecem que vão te ajudar? Você vai conseguir colocá-las em prática?</p>
<p>&#8211; Sim para as duas perguntas&#8230; vai dar certo sim até porque quando eu consigo não ficar ansiosa é isso que eu faço, agora tenho que fazer isso sempre nessa situação.</p>
<p>&#8211; Muito bom!</p>
<p>Ansiedade é uma emoção que tem a ver com algo que não sabemos fazer em uma determinada situação a qual vamos enfrentar. Geralmente a pessoa ansiosa tenta se afastar das situações que causam ansiedade ou busca minimizar os sintomas físicos. Embora essas respostas &#8220;ajudem&#8221;, elas não resolvem o problema.</p>
<p>A questão fundamental da ansiedade é aprender uma forma de reagir à situação de maneira adequada. Uma vez que a pessoa aprenda isso a ansiedade se desfaz. Juntamente com isso a pessoa pode buscar respirar mais devagar, prestar atenção ao ambiente e relaxar como forma de minimizar os sintomas físicos, mas a resolução da ansiedade só vem &#8211; de fato &#8211; pela aprendizagem.</p>
<p>Da próxima vez que estiver ansioso, pare e respire, buscando diminuir o ritmo dos pensamentos e da respiração. Sente-se confortavelmente numa cadeira. Assuma uma atitude de quem já teve problemas no passado e os resolveu e então pergunte-se: o que devo fazer nessa situação? Se a resposta não vier, vá atrás: busque amigos, livros, filmes, terapeuta, qualquer pessoa ou instrumento que te ajude a dar uma resposta para a sua pergunta.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite também o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Me sinto mal lá&#8230;</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/07/06/me-sinto-mal-la/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2012 18:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Capaz]]></category>
		<category><![CDATA[Desespero]]></category>
		<category><![CDATA[incapacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E toda a vez que eu chego lá começo a ficar meio que passando mal sabe? Fico ansioso e acho que vou passar mal. &#8211; Entendo, me parece ser um lugar problemático hein? &#8211; E é Akim. &#8211; O que acontece nesse lugar que é  tão ruim assim? &#8211; Ah é o povo que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/07/06/me-sinto-mal-la/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Me sinto mal lá&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E toda a vez que eu chego lá começo a ficar meio que passando mal sabe? Fico ansioso e acho que vou passar mal.</p>
<p>&#8211; Entendo, me parece ser um lugar problemático hein?</p>
<p>&#8211; E é Akim.</p>
<p>&#8211; O que acontece nesse lugar que é  tão ruim assim?</p>
<p>&#8211; Ah é o povo que não para de tagarelar, são falsos pra caramba, vai me dando tipo uma claustrofobia de ficar lá dentro.</p>
<p>&#8211; Sim, imagino. E como você lida com essas pessoas falsas e tagarelantes?</p>
<p>&#8211; Ah, sei lá. Fico pedindo pelo amor de Deus para pararem de falar.</p>
<p>&#8211; Pedindo para eles?</p>
<p>&#8211; Não, não. Tipo, pedindo dentro de mim sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sei. Então você não tem uma reação direta sobre isso?</p>
<p>&#8211; Não, às vezes eu explodo e daí o pessoal fica uns dias mais sossegado, mas depois volta tudo.</p>
<p>&#8211; Perfeito, quando você coloca limite eles respondem e depois você para de colocar o limite e eles voltam é isso?</p>
<p>&#8211; Hum, nunca tinha pensado dessa forma, mas é isso sim.</p>
<p>&#8211; Como seria manter os limites?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Bem, ao invés de explodir ocasionalmente, dar vários limites em várias situações todos os dias.</p>
<p>&#8211; Nem sei como seria&#8230; nunca fiz isso. Não gosto muito de afrontar sabe?</p>
<p>&#8211; Sei, e imagino que esse vai ser o começo do seu processo.</p>
<p>&#8211; Ai ai, vamos lá então né?</p>
<p>&#8211; Vamos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Lugares&#8221; que nos deixam ansiosos sempre possuem algo neles que não sabemos como lidar. Neste caso, por exemplo, não era nem o lugar, mas o clima gerado pelos colegas de trabalho. Esse clima era algo que o cliente não sabia como lidar, em outras palavras: algo o incomodava (tagarelas, falsos0) e a resposta que ele dava (pedir dentro de mim que aquilo parasse) não resolvia o problema.</p>
<p>O problema é quando focamos nos sintomas que percebemos em nós: agitação, ansiedade, tristeza; sem fazer a relação destes sintomas com o que causa eles e com a resposta que estamos dando para resolver isso. É como estar com fome (causa) e fazer exercícios para resolver o sintoma (resposta) o que não resolve e ainda causa mais fome, cansaço, tonteiras (sintomas) e ficar prestando atenção apenas para estes últimos, sem buscar uma outra solução para a fome.</p>
<p>Quando não buscamos novas soluções começamos a sentir um certo desespero, sensação de incapacidade que pode minar nossa auto-estima. Entramos num ciclo vicioso em que temos cada vez menos respostas e portanto, menos resultados o que alimenta a noção de não tentar fazer algo novo e aí por diante. Quando estamos nesse ciclo sentindo constantemente medo, incapacidade de lidar com o dia a dia, começamos a sentir um pavor, pânico de pensar em nos expôr nas mesmas situações novamente.</p>
<p>A mudança começa quando começamos a melhorar a auto-estima e o sentimento de capacidade, começando a criar auto-confiança e nos permitindo ter novas respostas frente as situações que nos incomodam. A partir disso novos resultados começam a aparecer e o medo diminui, some com o tempo.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite também o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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