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	<title>Arquivos Aprendizagem - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Olhar para o passado, olhar para o futuro</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/12/20/olhar-para-o-passado-olhar-para-o-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 22:00:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E foi daí que eu fiquei pensando no que eu fiz até hoje. &#8211; E em que conclusão chegou? &#8211; Eu vi que não estava fazendo nada de bom. Não que eu não tenha feito nada legal na minha vida, mas é que&#8230; &#8211; Que? &#8211; Que eu não fiz algo por mim. &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/12/20/olhar-para-o-passado-olhar-para-o-futuro/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Olhar para o passado, olhar para o futuro</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E foi daí que eu fiquei pensando no que eu fiz até hoje.</p>
<p>&#8211; E em que conclusão chegou?</p>
<p>&#8211; Eu vi que não estava fazendo nada de bom. Não que eu não tenha feito nada legal na minha vida, mas é que&#8230;</p>
<p>&#8211; Que?</p>
<p>&#8211; Que eu não fiz algo por mim.</p>
<p>&#8211; Ok. Agora a pergunta importante: o que você vai fazer com isso?</p>
<p>&#8211; Pois é, não sei&#8230; fiquei pensando no que eu fiz sabe?</p>
<p>&#8211; Sim. E eu gostaria de te convidar para pensar no que você vai fazer.</p>
<p>&#8211; Pra mim sempre foi difícil fazer isso entende?</p>
<p>&#8211; Sim, por isso mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Queremos entender o passado. Entramos em terapia e o entendemos. Perfeito. O que fazemos agora? Passado resolvido, o que nos resta? O futuro. Muitas pessoas fazem grande confusão entre entender o passado e construir o futuro, tomando um como sinônimo do outro. Infelizmente a coisa não funciona assim.</p>
<p><span id="more-6755"></span></p>
<p>A psicoterapia tradicional aprendeu a focar no passado. A premissa é que olhando para o passado compreendemos o presente. Esta premissa é válida para muitas situações, obviamente, porém ela não é um referencial estático para tudo o que ocorre em nossas vidas. Muitas vezes nosso comportamento presente distingue-se do passado em detrimento de uma motivação nova que surge. A adolescência é um exemplo de como o comportamento passado nem sempre é a melhor referência para o comportamento futuro e presente.</p>
<p>Além disso, existe outro fator importante entre o passado e o futuro. O passado é dado, o futuro é possibilidade. Enquanto podemos &#8220;saber&#8221; o que aconteceu no passado, não podemos fazer o mesmo com o futuro. O passado pode ser compreendido (e existem muitas formas de &#8220;entender&#8221; o passado), o futuro, por sua vez, é construído. Dizer isso não é apenas estabelecer um jogo de palavras, mas sim mostrar que o comportamento entre estes dois tempos são diferentes. O passado é interpretativo, serve como referência, o futuro exige ação, pois ele será construído.</p>
<p>Assim sendo, muitas pessoas desejam criar o futuro refletindo sobre seu passado. Não funciona. Obviamente existem situações em que a pessoa repete no presente comportamentos passados que são inadequados para construir o futuro. Este é um dos casos em que é necessário mudar a relação que a pessoa mantém com o passado. Porém, em muitos outros isso não se faz necessário. Em outros casos o grande &#8220;problema&#8221; é que a pessoa não consegue olhar para o futuro, arregaçar as mangas e começar a construir. É uma atitude diferente e ousada em relação à contemplar o passado &#8220;imutável&#8221;.</p>
<p>Olhar para o futuro exige tomar decisões também. Enquanto o passado é reflexivo, ou seja, permite várias interpretações, o futuro não permite. Não é possível ir para a praia, campo e dar uma passadinha na cidade ao mesmo tempo. É preciso definir para onde se deseja ir e ir. Assumir a responsabilidade em relação aos meios e formas de chegar nesse futuro também é uma tarefa de &#8220;olhar para frente&#8221;. Essas são atitudes importantes que nem sempre as pessoas tem. Assim sendo torna-se mais seguro olhar para trás.</p>
<p>Muitas vezes a dificuldade é ainda outra. Alguns se apegam ao passado. Um cena que define suas vidas e frente à qual não se sentem aptos, merecedores ou interessados em deixar para trás. Nesse caso o passado não define apenas o futuro, ele define a essência da pessoa. Manter-se no passado é dizer não à vida, pois ela acontece no presente e segue em direção ao futuro. Assim sendo é importante sempre saber olhar em ambas as direções de maneira saudável: o passado como referência e aprendizado e o futuro como construção do &#8220;por vir&#8221;. Assim os tempos se integram ao invés de competirem entre si.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>&#8220;Dois culpados se entendem melhor&#8221;</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/11/12/dois-culpados-se-entendem-melhor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 21:00:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E o que eu faço com ele? &#8211; Qual o problema com ele? &#8211; O que eu faço se terminar com ele e ele ficar mal, por exemplo? &#8211; Qual o problema com isso? &#8211; Ai Akim, não quero isso. &#8211; Ninguém quer, mas isso não é algo seu para definir. Consegue deixar isso &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/11/12/dois-culpados-se-entendem-melhor/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">&#8220;Dois culpados se entendem melhor&#8221;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E o que eu faço com ele?</p>
<p>&#8211; Qual o problema com ele?</p>
<p>&#8211; O que eu faço se terminar com ele e ele ficar mal, por exemplo?</p>
<p>&#8211; Qual o problema com isso?</p>
<p>&#8211; Ai Akim, não quero isso.</p>
<p>&#8211; Ninguém quer, mas isso não é algo seu para definir. Consegue deixar isso à encargo dele?</p>
<p>&#8211; Não. Não consigo.</p>
<p>&#8211; Então além de terminar ainda quer &#8220;sair por cima&#8221; não é?</p>
<p>&#8211; Não sei se é isso.</p>
<p>&#8211; Me parece que é, sabe: &#8220;dois culpados se entendem melhor&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A frase é do terapeuta Bert Hellinger. Embora o trabalho deste autor seja ainda novo para mim, a frase fez perfeito sentido desde a primeira vez em que a li. O sentido tem a ver com as relações onde um é muito bom e o outro muito ruim. Este tipo de relação está fadada à brigas intermináveis e, possivelmente, ao fracasso.</p>
<p><span id="more-6588"></span></p>
<p>Porque &#8220;dois culpados&#8221; se entendem melhor? Em geral, numa relação, ambos cometem erros. Dificilmente em um relacionamento as pessoas são completamente certas de um lado e completamente erradas do outro. Assim sendo, aquele que deseja buscar &#8220;inocência&#8221; completa, geralmente quer estar num patamar moral maior. Isso dificulta a relação ao invés de ajudar. É muito complicado para uma pessoa &#8220;inferior&#8221; conversar com uma &#8220;superior&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estar por cima&#8221; é perceber-se como alguém &#8220;certo&#8221;, enquanto o outro está &#8220;errado&#8221;. Embora seja muito difícil achar alguém que afirme que faz isso, as palavras e atitudes não deixam dúvidas de quando alguém quer estar por cima. É uma atitude de superioridade moral, colocando-se como alguém que detém um saber que o outro não tem ou desdenha. Quando a pessoa precisa desse lugar, ela está querendo, voluntariamente, se afastar da relação.</p>
<p>Este afastamento se dá porque não é possível conviver com alguém em superioridade, apenas em igualdade. Quando a diferença se instala numa relação começam as brigas pelo poder. A percepção de superioridade é psicológica e emocional. As pessoa se sentem de uma forma ou de outra. A luta pelo poder visa o controle e subordinação. Se um dos conjugues afirma que é inferior ao outro, a relação está fadada ao fracasso. Ou quando se luta avidamente contra isso, afinal de contas, a relação se torna um campo de guerra.</p>
<p>A questão é que ambos são iguais querendo regalias. Ambos são seres humanos imperfeitos, desejando arrogar-se como detentores de verdades que o outro não pode assumir. Quando se reconhece esta verdade é que se pode ver a relação com mais realismo. Este é importante porque possibilita perceber como cada um contribui para os resultados que a relação está atingindo. Nesse sentido é que Hellinger traz a frase: dois culpados se entendem melhor.</p>
<p>Uma situação típica é quando um quer terminar a relação, mas deixar o outro &#8220;bem&#8221;. Isso é desejar estar em superioridade moral. Ora, você quer dar um fim à relação e ainda sair como o mocinho? Porque não afirmar que o término é doloroso e vivenciar isso? Simples, por afirmar isso gera a sensação de culpa, que é natural, mas ao invés de se lidar com isso, a pessoa prefere &#8220;ser melhor&#8221; e procurar formas de fazer o outro não sofrer. E nessa busca vão-se longos anos tentando convencer ou manipular o parceiro a terminar.</p>
<p>Quando é possível assumir nossos erros e acertos, podemos compreender que escolhemos pessoas que tem, assim como nós, qualidades e virtudes. Ao conseguirmos aceitar ambas, aproveitar as virtudes e nos defender dos defeitos é que podemos dizer &#8220;muito obrigado por tudo&#8221;. Nesse momento não é necessário ser superior, apenas humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O valor da memória</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/11/05/o-valor-da-memoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 21:35:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E daí, quando eu penso em tentar, me dá uma coisa ruim. &#8211; Que &#8220;coisa ruim&#8221;? &#8211; Ah, eu me lembro do que eu já fiz e não consegui fazer direito sabe? &#8211; Sim. O que te motiva a lembrar dos seus fracassos passados quando quer construir o futuro? &#8211; Não sei direito &#160; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/11/05/o-valor-da-memoria/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O valor da memória</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E daí, quando eu penso em tentar, me dá uma coisa ruim.</p>
<p>&#8211; Que &#8220;coisa ruim&#8221;?</p>
<p>&#8211; Ah, eu me lembro do que eu já fiz e não consegui fazer direito sabe?</p>
<p>&#8211; Sim. O que te motiva a lembrar dos seus fracassos passados quando quer construir o futuro?</p>
<p>&#8211; Não sei direito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A memória não é apenas um banco de dados que ficam parados sem fazer nada em nossa mente. A memória tem função ativa em muitas atividades cognitivas e psicológicas. Planejar o futuro é uma delas.</p>
<p><span id="more-6434"></span></p>
<p>Nossa memória é muito mais que um banco de dados. As informações que guardamos vivem de maneira ativa dentro de nós, caso contrário acabam sendo esquecidas. É um fato curioso sobre a memória que, de forma geral, apenas aquelas informações que são utilizadas se mantém. Assim sendo, memórias sobre dias bons, ruins, conversas, situações precisam ser ativadas com constância para se manterem.</p>
<p>Como fazemos isso? O ser humano é um contador nato de histórias. A principal história que ele se conta todos os dias é sobre &#8220;quem ele é&#8221;. Todos os dias reforçamos a auto imagem que temos de nós através das situações que vivemos e das lembranças que temos de situações semelhantes. É o famoso &#8220;ah, viu só, tinha que ser! Isso sempre acontece comigo&#8221;. Quando falamos isso, não estamos apenas confirmando o que aconteceu conosco, mas, também, nossa auto imagem.</p>
<p>Desta forma a memória nos lembra do que ocorreu e de quem somos. Ela ajuda a definir nossa identidade. A memória, dessa maneira, assume &#8220;valores&#8221;. Valores podem ser negativos ou positivos. Os negativos são aqueles que nos afastam de alguma coisa. Por exemplo, diante de uma situação onde terei que confrontar alguém, me recordo das situações em que tive medo de fazer isso ou nas quais não fiz isso adequadamente. Esta memória tenderá a me afastar da situação atual ou futura de confronto. A memória de valor positivo funciona ao contrário dessa, nos impelindo à ação.</p>
<p>Ela pode edificar ou denegrir a auto imagem. Diante de uma situação em que falhei, por exemplo, posso empregar a memória para me lembrar de outras situações nas quais cumpri com minhas metas e dizer-me: &#8220;foi só dessa vez, em geral, cumpro com o que me comprometo&#8221;. Ou posso me lembrar de todas as vezes em que falhei e concluir: &#8220;eu não sirvo para nada mesmo, nunca faço nada direito&#8221;.</p>
<p>Desta maneira, ao lembrar de alguma coisa o importante não é apenas o fato que é lembrado, mas todas as emoções que emergem junto com a lembrança e o efeito que ela tem sobre nossa auto estima e comportamento. Aprender a usar a memória significa compreender quais são os impactos que ela tem sobre nós. Desta maneira a memória poderá ter um valor geral positivo nos ajudando a compreender nosso passado para projetar nossa futuro de maneira construtiva.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Egocentrismo (ou &#8220;o mundo gira em torno de mim&#8221;)</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/10/22/egocentrismo-ou-o-mundo-gira-em-torno-de-mim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 22:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu me preocupo. &#8211; Com o que? &#8211; E se eu sair, como que eles vão se virar? &#8211; Não sei, acredito que darão um jeito. &#8211; E se não derem? &#8211; Não darão e terão que lidar com isso. &#8211; Não consigo pensar nisso. &#8211; Porque? Eles não podem passar necessidade? &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/10/22/egocentrismo-ou-o-mundo-gira-em-torno-de-mim/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Egocentrismo (ou &#8220;o mundo gira em torno de mim&#8221;)</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu me preocupo.</p>
<p>&#8211; Com o que?</p>
<p>&#8211; E se eu sair, como que eles vão se virar?</p>
<p>&#8211; Não sei, acredito que darão um jeito.</p>
<p>&#8211; E se não derem?</p>
<p>&#8211; Não darão e terão que lidar com isso.</p>
<p>&#8211; Não consigo pensar nisso.</p>
<p>&#8211; Porque? Eles não podem passar necessidade?</p>
<p>&#8211; Não, imagina! Eu não consigo pensar nisso!</p>
<p>&#8211; E você deverá salvá-los? Sempre?</p>
<p>&#8211; É o que uma mãe deve fazer Akim!</p>
<p>&#8211; E quantos anos mesmo tem seus filhos?</p>
<p>&#8211; O mais novo tem 24&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se uma árvore cair na floresta, ela fará barulho? Se você tem uma tendência egocêntrica, achará que não (afinal não há ninguém lá para ouvir o barulho, certo?). O egocentrismo age tal como esta pergunta: &#8220;e se eu não estiver lá, o que será do mundo?&#8221;</p>
<p><span id="more-6586"></span></p>
<p>O egocentrismo aparece de várias maneiras. A mais caricata delas é aquela pessoa que fica braba com o mundo quando as coisas não saem do seu jeito. Mães super protetoras são uma vertente muito próxima da mesma ideia. O fato é que o egocêntrico se crê como uma força vital do universo. A questão é de qual universo estamos falando. Ele pode ser o mundo propriamente dito ou algo mais simples como uma família, empresa ou um casal.</p>
<p>A crença de que ele é fundamental, em geral, se manifesta em relação à sua ausência. O que o mundo, meu esposo, esposa, filho ou a empresa fará sem mim? É a concepção do outro como incapaz de gerir a sua própria vida sem essa pessoa. A ideia de que houve um &#8220;antes&#8221; praticamente inexiste para o egocêntrico. A pessoa super dedicada em geral tem a tendência a ser egocêntrica ao se crer fundamental.</p>
<p>Este é um egocentrismo mais sutil porque se adapta às normas sociais e culturais de conduta. Quem diria que uma mãe dedicada é, na verdade, uma egocêntrica? É mais &#8220;fácil&#8221; ver isso nas pessoas mimadas. A sutileza mascara a real necessidade do egocentrado que é desviar a atenção. A crença em ser fundamental, na verdade esconde o medo que essa pessoa tem de ser descartada. Com isso em mente, ela se defende crendo que é importantíssima e que nada poderá substituí-la.</p>
<p>Com isso cria pessoas dependentes ao seu redor. A dependência real ou emocional é uma marca registrada de relações com pessoas egocentradas. Isso porque a dependência de um alimenta o ego mal formado do outro. Esse jogo só traz prejuízos aos dois lados embora seja altamente equilibrado e forte. Pessoas que se creem fundamentais ao outro alimentam pessoas que desejam ser controladas, comandadas por não terem a coragem de assumir suas próprias vidas, por exemplo.</p>
<p>Rompimentos são muito doloroso para o egocêntrico. Quando ele é confrontado com a realidade de que não é fundamental, enfrenta forte dor emocional. Conseguir assumir esta dor e dar o tratamento adequado seria algo que poderia libertar o egocentrado, mas em geral, ele prefere &#8220;dar o troco&#8221; ou &#8220;se reerguer&#8221;. Esta é outra marca, achar que tudo é com ele, contra ele ou por ele. É auto importância demais.</p>
<p>Neste sentido é duro confrontar uma pessoa &#8220;que se doa aos outros&#8221; com seu lado mais obscuro. Esta sombra da necessidade de ser o centro de alguém é infantil e mantém a pessoa em relações e visão de mundo infantil. Tudo o que a pessoa faz ou o que ocorre com ela é superestimado. Nesse sentido, ela se torna dramática. O que traz, também, grande sofrimento, visto que elementos simples do dia a dia como ter ido mal em uma prova soam como grande tragédia para o egocentrado.</p>
<p>Sua ruptura final ocorre quando seu mundo desmorona por qualquer fator. Ao perceber que as coisas permanecem sem ele, pode se libertar ou aprofundar ainda mais a sua dor. &#8220;Ingratos&#8221;, poderá dizer, o que o conduzirá para a ruína. Uma opção mais saudável seria perceber que o mundo não lhe pertence, assim como não lhe pertence o ônus terrível de ter que fazê-lo girar.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>O grande problema</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/09/08/o-grande-problema/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 22:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Agora entendi o meu problema Akim. &#8211; Perfeito. &#8211; Como eu faço para me livrar dele? &#8211; &#8230; &#8211; Não é para me livrar? &#8211; É como se você tivesse encontrado algo dentro do seu armário. Você finalmente o achou e agora quer jogá-lo fora. &#8211; Entendi&#8230; é meio estranho isso, mas entendi. &#160; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/09/08/o-grande-problema/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O grande problema</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Agora entendi o meu problema Akim.</p>
<p>&#8211; Perfeito.</p>
<p>&#8211; Como eu faço para me livrar dele?</p>
<p>&#8211; &#8230;</p>
<p>&#8211; Não é para me livrar?</p>
<p>&#8211; É como se você tivesse encontrado algo dentro do seu armário. Você finalmente o achou e agora quer jogá-lo fora.</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; é meio estranho isso, mas entendi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É comum desejar viver sem problemas. Porém, quando os tomamos dessa forma olhamos apenas para o lado ruim de ter problemas. A realidade é que vivemos sempre com problemas. Então, como olhar para eles e não torná-los um peso à mais?</p>
<p><span id="more-6607"></span></p>
<p>Boa parte dos meus clientes, quando chega à alguma conclusão sobre si faz a pergunta: ok, como me livro disso? É interessante refletir sobre isso. Você passa um bom tempo de sua vida buscando compreender algo sobre você e quando percebe, quer jogar fora. Porque queremos jogar nossos problemas fora?</p>
<p>Perceber-se com um &#8220;problema&#8221; é perceber-se incompleto ou incapaz de algo. Perceber um entendimento errôneo sobre si, o outro ou o mundo. Em geral, quando se trata de questões humanas o &#8220;problema&#8221; tem a ver com alguma coisa (percepção, atitude, entendimento) que nos fecha para a vida, nos limita. Não queremos ser assim. Queremos ser perfeitos e ilimitados, bons em todos os sentidos.</p>
<p>Assim, o problema surge não apenas com seus efeitos sobre nossa vida, mas, também, como uma mancha em nossa auto imagem. As pessoas pensam: &#8220;ahá, agora encontrei o que me impedia de ser perfeito&#8230; agora &#8220;a coisa vai&#8221;&#8221;. Mas ela já estava indo, não estava? É difícil reconhecer que mesmo com &#8220;problemas&#8221; a maior parte de nós &#8220;toca a vida&#8221;. Culpamos o problema pelas nossas infelicidades e quando o vemos, o queremos fora.</p>
<p>Porém, ele não surge por acaso. Ele não é uma possessão demoníaca que nos invade sem pedir permissão. Ele faz parte de nós. Sem ele, provavelmente não teríamos construído outras partes nossas. O &#8220;problema&#8221;, apenas é um problema por questão de contexto e objetivos na maior parte dos casos. Quero me abrir, logo a minha timidez se torna um problema. Mas os anos que passei lendo, quieto, nos quais a minha timidez me ajudou, eu não conto.</p>
<p>Assim, sempre busco conscientizar as pessoas das conexões que &#8220;o problema&#8221; tem em sua vida. Assim como as oportunidades que ele traz consigo. Um problema sempre traz consigo as soluções. O que precisamos fazer é parar de querer nos livrar dele e aceitá-lo. Acolher o problema significa se tornar humilde para o fato de que não somos &#8211; e não seremos &#8211; &#8220;perfeitos&#8221;, portanto temos e sempre teremos problemas, seja de origem interna ou externa.</p>
<p>Esta atitude de acolhimento do problema é o que busco criar com meus clientes. Algo como quem diz: calma, você não é o primeiro e nem o único com isso. Diferente de ser negligente e tentar tapar o Sol com a peneira, olhar para o problema requer coragem. Dizer-lhe: &#8220;obrigado por estar me mostrando coisas que preciso para estar bem comigo mesmo&#8221;, requer humildade e a força verdadeira, que emerge do esforço empregado para conquistar algo e não da arrogância ou prepotência.</p>
<p>Este tipo de atitude nos ajuda a ficarmos calmos em termos um problema. Além de calma, aprendemos a ter gratidão pelo que virá quando resolvermos o problema. E se não o resolvermos, a gratidão virá por compreendermos nossos limites. Paz, gratidão, conquista, força. Essa é a sequência que nossos problemas podem nos oferecer quando lhes damos um lugar de honra em nossas vidas. Humildes frente ao grande mistério que é viver e ser humano é o que nos tornamos quando eles fazem parte de nós ao invés de serem algo contra nós.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que você quer de uma relação?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 21:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não sei se ele é o cara certo. &#8211; O que você quer de uma relação? &#8211; Então&#8230; ele é companheiro como eu espero, mas ainda assim não sei se devo investir nele. &#8211; Sim, o que você quer de uma relação? &#8211; Então&#8230; tipo companheirismo. &#8211; Como você cria isso na relação? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/09/01/o-que-voce-quer-de-uma-relacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O que você quer de uma relação?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não sei se ele é o cara certo.</p>
<p>&#8211; O que você quer de uma relação?</p>
<p>&#8211; Então&#8230; ele é companheiro como eu espero, mas ainda assim não sei se devo investir nele.</p>
<p>&#8211; Sim, o que você quer de uma relação?</p>
<p>&#8211; Então&#8230; tipo companheirismo.</p>
<p>&#8211; Como você cria isso na relação?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Ora, se você quer uma relação com companheirismo, você tem que saber criar isso não é?</p>
<p>&#8211; Nunca tinha pensado nisso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uma diferença entre refletir sobre o que espero de uma relação e o que espero de uma pessoa. Embora possa parecer estranho, esta distinção é fundamental para o início de uma boa relação.</p>
<p><span id="more-6242"></span></p>
<p>A diferença fundamental entre aquilo que esperamos de uma pessoa e de um relação é a responsabilidade. Quando pensamos na pessoa com quem queremos nos relacionar a única responsabilidade que podemos ter é buscar alguém que contenha aquilo que desejamos. Não é nossa responsabilidade criar essa pessoa. Porém, quando pensamos em termos da relação que queremos ter, a responsabilidade sobre o que queremos nela é nossa.</p>
<p>Você pode dizer que uma relação é feita de dois, logo a responsabilidade é de ambos. Concordo que a relação é feita de dois, porém, se você não sabe como criar o que quer o que irá fazer com o outro? Em geral, as pessoas culpam o outro. Acho isso grosseiro e feio. É indelicado culpar alguém pelo fato de eu não saber como criar dentro de um relacionamento aquilo que julgo importante.</p>
<p>Companheirismo é uma característica que está na moda, porém poucas pessoas me respondem como criam ele. Em geral me dizem que o outro é atencioso, que o outro escuta ou algo relacionado com o comportamento de terceiros. Porém gerar companheirismo, envolve abrir-se para o outro, cobrar, impor limites e deixar muito claro o que se quer. Isso, obviamente, envolve convicção sobre o que é importante para você.</p>
<p>Quando colocamos a responsabilidade sobre aquilo que queremos em uma relação em nós, percebemos nossas falhas em agir. Enquanto a responsabilidade está nas características do outro, nada temos para fazer. Ao assumir a responsabilidade pensamos em quais ações tomamos para gerar aquilo que queremos. Como criar companheirismo, parceria, amor, trocas, diversão e outras características que se esperam de uma relação? Como você faz isso?</p>
<p>O primeiro passo é ir além do nome. &#8220;Companheirismo&#8221; ´algo bonito, porém, o que significa na prática? Quais os comportamentos que observo em mim quando isso ocorre? Pensamentos, sentimentos que me fazem entender que há companheirismo na minha relação. Quais as situações nas quais isso ocorre e como faço para criar estas situações? Essas perguntas podem ajudar você a se colocar em um papel de maior responsabilidade em relação à sua vida afetivo-amorosa e criar relações mais interessantes para você sem culpar o outro por não lhe dar o que nem você sabe dizer, ao certo, o que é.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Andar para trás?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2021 22:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Akim, estou chateado. &#8211; Com o que? &#8211; Não me sinto avançando&#8230; acho que estou andando para trás na terapia. &#8211; O que te faz ter essa percepção? &#8211; Eu não me sinto bem sempre e tem uns problemas que ainda não se resolveram sabe? &#8211; Claro, mas será que esses critérios são bons &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/07/02/andar-para-tras/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Andar para trás?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Akim, estou chateado.</p>
<p>&#8211; Com o que?</p>
<p>&#8211; Não me sinto avançando&#8230; acho que estou andando para trás na terapia.</p>
<p>&#8211; O que te faz ter essa percepção?</p>
<p>&#8211; Eu não me sinto bem sempre e tem uns problemas que ainda não se resolveram sabe?</p>
<p>&#8211; Claro, mas será que esses critérios são bons ou apenas mais uma cobrança sua?</p>
<p>&#8211; Então&#8230; estava pensando nisso, será que é só cobrança?</p>
<p>&#8211; O que você acha?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É com frequência que ouço meus clientes falando que &#8220;retrocederam&#8221; na terapia. Porém, em geral, suas explicações para tal não se mostram adequadas. O que definiria, de fato, um &#8220;retrocesso&#8221;?</p>
<p><span id="more-6032"></span></p>
<p>Embora esta seja uma resposta difícil, vou tentar deixar claro alguns critérios pelos quais avalio esta questão. O primeiro elemento que levo em consideração é a curva de aprendizado da pessoa. Avalio os assuntos que são mais simples e mais complexos para ela e o tempo médio com o qual desenvolve o aprendizado em ambas situações. Assim diferencio &#8220;retrocesso&#8221; de falta de maturidade no aprendizado, ou seja, muitas vezes não atingimos alguns resultados porque ainda não aprendemos bem a fazer diferente.</p>
<p>Outro ponto é qual o &#8220;nível&#8221; da mudança no qual a pessoa se situa. Por vezes a pessoa tem o mesmo sintoma porém em uma situação muito mais complexa e/ou em um nível mais profundo. É diferente a pessoa que reclama de ciúmes e projeta toda sua insegurança no conjugue e aquela que, em uma situação onde vê o conjugue falando com alguém sedutor reflete sobre o ciúme e depois conversa com o conjugue. A emoção é a mesma e a insegurança também, porém a atitude é diferente e a reflexão mais profunda.</p>
<p>Algumas vezes o cliente reclama por estar passando, novamente, por determinada situação ou emoção. Porém, tomou consciência do fato rapidamente e já sabe como agir. Isso é um diferencial que precisa ser levado em consideração. Em terapia não se avalia apenas se você sente a mesma coisa na mesma situação, mas quanto está consciente da emoção, da capacidade de resposta frente à emoção e a situação assim como da relação disso com sua personalidade e história.</p>
<p>O leitor atento poderá indagar-se, então: com estes critérios dificilmente alguém tem um &#8220;retrocesso&#8221;. Sim. Em geral o que temos nada mais é que um avanço &#8220;lento&#8221;. É difícil dizer sobre a velocidade, pois cada um tem um tempo diferente para evoluir  determinadas questões. O que costumo dizer à respeito do &#8220;retrocesso&#8221; é que o mesmo se dá quando a pessoa &#8220;desiste&#8221; de si mesma.</p>
<p>A fuga do seu processo de evolução me parece ser a única opção que pode-se considerar um verdadeiro retrocesso. Uso este critério por já ter trabalhado com vários clientes que fizeram esta opção. Pessoas que vão e voltam de processos de terapia sempre parando no mesmo ponto. O critério, porém, não incide num valor moral, ou seja, a pessoa não é melhor ou pior por fazer esta escolha. O ponto é que quando retornar à terapia, caso o faça, a pessoa terá que refazer todo o trabalho novamente.</p>
<p>Emoções desprazerosas, repetições e desejo de parar tudo não são em si, sinônimos de retrocessos. Pelo contrário, a terapia traz sempre todos esses fenômenos à tona várias vezes. O importante aprender com eles. Um conselho que dou é não confundir dor, desprazer, desespero e outras emoções &#8220;ruins&#8221; como sinal de retrocesso mesmo a repetição de comportamentos inadequados não são sinal de retrocesso, uma vez que a percepção da repetição já é um sinal de avanço.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Escolhas que evitam escolhas</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/06/25/escolhas-que-evitam-escolhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 22:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Akim eu me decidi! &#8211; Sobre? &#8211; Resolvi que vou fazer um intercâmbio. &#8211; Que ótimo e para que? &#8211; Bem, para me ajudar a resolver aquelas questões sobre o que vou fazer da minha vida. &#8211; E como o intercâmbio vai te ajudar? &#8211; Ah, eu vou ficar uns seis meses fora e &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/06/25/escolhas-que-evitam-escolhas/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Escolhas que evitam escolhas</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Akim eu me decidi!</p>
<p>&#8211; Sobre?</p>
<p>&#8211; Resolvi que vou fazer um intercâmbio.</p>
<p>&#8211; Que ótimo e para que?</p>
<p>&#8211; Bem, para me ajudar a resolver aquelas questões sobre o que vou fazer da minha vida.</p>
<p>&#8211; E como o intercâmbio vai te ajudar?</p>
<p>&#8211; Ah, eu vou ficar uns seis meses fora e daí penso sobre isso.</p>
<p>&#8211; Entendi, vai ficar evitando a questão por mais seis meses, mas, agora, com uma desculpa oficial.</p>
<p>&#8211; Não, não é isso&#8230;</p>
<p>&#8211; É claro que é&#8230; assuma, é mais fácil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todos temos escolhas que nos causam medo. Porém, muitas vezes somos craques em nos enganar. Fazemos escolhas para evitar escolher alguma coisa. O engano, no entanto, custa caro e, pior: não resolver o problema.</p>
<p><span id="more-6496"></span></p>
<p>Tem aquela piadinha do cúmulo da rebeldia: morar sozinho e fugir de casa. Isso ocorre em meu consultório quase todos os dias. Não é fácil seremos quem desejamos ser. O custo de nossa auto expressão é enfrentar a realidade e as consequências de nossas escolhas. Essas consequências, por vezes nos fazem ter de tomar atitudes as quais nos tiram de nossa zona de conforto, ameaçam nosso status quo e agridem o modelo de mundo que usamos em nosso dia a dia.</p>
<p>Por causa disso, evitamos algumas escolhas. Deixamos para depois, fingimos que esquecemos ou que não entendemos o que devemos fazer ou simplesmente negamos. Uma outra maneira de evitar essas escolhas é fazendo escolhas que parecem ir de encontro com o problema, mas na verdade evitam. Esta é uma forma de auto engano ou de auto sabotagem.</p>
<p>A questão é estar atento para a solução do problema. Alguns problemas são mais simples de serem percebidos porque tratam de questões objetivas. O caso que relatei acima, por exemplo, fala de uma pessoa que não quer começar a trabalhar. Resolve, então, tirar 6 meses fora para &#8220;pensar&#8221;. Visto que &#8220;pensar&#8221; é o que a pessoa já fazia e não resolveu, os seis meses de pensar a mais não vão ajudar também. O que está em jogo nessa situação é a equifinalidade, ou seja, a compreensão de que existem várias formas de fazer a mesma coisa. A pessoa já passara 6 meses fugindo de sua decisão no Brasil e, agora, desejava passar mais 6 meses fugindo dela fora.</p>
<p>Alguns temas são mais complicados porque envolvem dinâmicas inconscientes. Assim sendo, o filho que diz: &#8220;não quero ser igual ao meu pai&#8221;, pode estar, na verdade fugindo de um problema. Não ser igual ao pai não significa ser feliz ou saber o que fazer de sua vida, por exemplo. A negação da figura paterna ou materna não envolve a solução de um dilema interior.</p>
<p>Pelo contrário, pode mascarar. Muitas vezes o afastamento da figura dos pais é uma forma de evitar demonstrar o amor que se sente por eles. Desejamos nos afastar por vários motivos, mas nunca precisamos nos afastar de alguém que não gostamos. Se a pessoa não nos importa, não há motivo para ir para longe dela. Assim sendo, muitos filhos, ao invés de dizerem, por exemplo: &#8220;amo você pai/mãe, o que vocês me fazem me maltrata e não vou mais lidar com isso, deixo os seus problemas com vocês e sigo com os meus&#8221;, preferem se afastar deste embate.</p>
<p>Este afastamento é o tipo de escolha que evita a escolha em termos de dinâmica de relacionamento, que é um tipo mais complexo. A escolha de dizer &#8220;não&#8221; para os pais e sim para a sua vida ao mesmo tempo que afirma-se o amor é muito difícil e exige coragem porque expõe a pessoa e a coloca como responsável por si, algo que boa parte das pessoas prefere evitar.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2021/06/25/escolhas-que-evitam-escolhas/">Escolhas que evitam escolhas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
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		<title>3 dicas para você entender melhor a sua motivação (parte 3)</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 11:00:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Estou meio frustrado. &#8211; Com o que? &#8211; Ah&#8230; não estou conseguindo atingir as minhas metas. &#8211; Entendi&#8230; e como você reage à frustração? &#8211; Ah, sei lá&#8230; eu to com vontade de largar tudo sabe? Deixar essa coisa toda de lado &#8211; O que motiva isso? &#8211; A frustração oras. &#8211; Mas então &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/04/09/3-dicas-para-voce-entender-melhor-a-sua-motivacao-parte-3/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">3 dicas para você entender melhor a sua motivação (parte 3)</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Estou meio frustrado.</p>
<p>&#8211; Com o que?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; não estou conseguindo atingir as minhas metas.</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; e como você reage à frustração?</p>
<p>&#8211; Ah, sei lá&#8230; eu to com vontade de largar tudo sabe? Deixar essa coisa toda de lado</p>
<p>&#8211; O que motiva isso?</p>
<p>&#8211; A frustração oras.</p>
<p>&#8211; Mas então você não está se frustrando, está se decepcionando e desistindo.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A auto motivação tem um pouco de técnica e um pouco de arte. Conhecer alguns critérios que usamos para nos motivar pode ajudar a entender porque deixamos algumas coisas de lado e como voltar à ativa.</p>
<p><span id="more-6317"></span></p>
<h3>Frustração x decepção</h3>
<p>Frustração e decepção são emoções próximas, porém possuem algumas diferenças fundamentais. Essas diferenças nos falam sobre como reagimos aos obstáculos que enfrentamos enquanto buscamos cumprir aquilo que queremos. Elas também revelam nossos desejos e disposição interna para nos manter no desafio e com os objetivos em mente. Saber usá-las da maneira adequada pode nos colocar nos trilhos novamente. O uso equivocado dessas emoções nos faz ter a sensação de que desistimos fácil demais de nossas metas ou que ficamos dando murro em ponta de faca.</p>
<p>A frustração é uma emoção que surge quando não conseguimos atingir uma meta. A qualidade da frustração, no entanto, é manter a mente focada naquilo que não conseguimos atingir. As sensações de raiva e tristeza são comuns quando sentimos frustração. Muitas pessoas abrem mão da frustração quando sentem raiva ou tristeza por não saberem como lidar com elas.</p>
<p>A sensação de raiva ocorre porque na frustração nos percebemos impedidos (por algum adversário, cenário ou nossa incompetência) de atingir aquilo que queremos. A raiva surge como forma de manter o foco naquilo que queremos. A tristeza vem pela perda daquilo que queremos. Se a pessoa sabe como lidar com a raiva e a tristeza consegue tornar essas emoções combustível para uma próxima investida. Se não, ela tenderá a cair na decepção ou fugir de suas metas.</p>
<p>O fato a ser avaliado na frustração, inicialmente, é se o objetivo ainda é viável e desejado. Nesse caso é importante saber como usar a sensação de raiva e tristeza para gerar energia e continuar. Porém, se esse não é o caso, é mais interessante desfocar e se decepcionar. Muitas pessoas trocam os pés pelas mãos aqui ao desistirem de metas alcançáveis e necessárias para elas ao passo que outras insistem em metas que seria melhor desistir.</p>
<p>A decepção é diferente. Em alguns casos sente-se tristeza, porém é comum o alívio também. Outras sensações comuns na decepção são a sensação de vazio e tranquilidade. A decepção pode ser uma emoção muito contraditória porque todas essas sensações podem surgir juntas. Essa ambiguidade ou a presença muito marcante de uma dessas sensações é o que torna essa emoção difícil para muitas pessoas.</p>
<p>Decepcionar é compreender que algo não pode mais ser realizado. A decepção nos leva à desistência. Este sentimento é tido como errado por muitas pessoas. A cultura do &#8220;não desistia nunca&#8221; embora tenha um forte apelo motivacional, não é realista. Há vezes em que o melhor à fazer é desistir e investir suas energias em algo que seja realmente produtivo para você. Insistir em erros não é uma virtude.</p>
<p>Sentir alívio junto com a tristeza é realizar, ao mesmo tempo, que se perdeu algo desejado e que essa perda está adequada. Novamente: a decepção é a percepção de que é melhor abandonar um projeto ou meta do que continuar investindo nele. Assim sendo a sensação de alívio surge porque tiramos das costas uma série de problemas. Ao mesmo tempo, a energia investida se torna livre o que dá a sensação de vazio. Não basta desistir, é necessário saber onde investir. A tranquilidade pode surgir em muitas pessoas ao perceberem que a decisão de abandonar seus projetos foi a melhor. Assim sendo, sentem-se tranquilas em relação ao que fizeram.</p>
<p>A função da decepção é retirar nossa energia da meta em que estávamos investido ela. Essa emoção faz isso deixando muito evidente para nós os motivos que mostram que nossa meta é inadequada (seja porque é inalcançável, porque não temos os recursos suficientes e no momento será muito difícil conseguir ou porque é possível ter algo de mesmo nível investindo em outra meta). Assim sendo, pessoas que tem dificuldade em abrir mão ou perder o controle sobre algo sofrem muito com a decepção.</p>
<p>Este sofrimento faz com que elas procurem frustrar-se ao invés de decepcionar-se. Com isso mantém-se motivadas de alguma forma. Esse é o raciocínio típico, por exemplo, de pessoas que se relacionam com abusadores ou dependentes químicos. É importante sentir a tristeza da perda de uma meta e sentir o alívio que nos conduz à percepção de que a desistência é o melhor a ser feito. Depois disso sentir a tranquilidade de uma boa escolha para abrir-se ao vazio e buscar algum novo investimento de sua energia.</p>
<p>Abraço</p>
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